terça-feira, 30 de abril de 2013

PS renova candidaturas às Câmaras

PS Açores revelou ontem os nomes dos dezanove candidatos às Câmaras Municipais açorianas nas autárquicas deste ano, tendo optado por não recandidatar seis dos presidentes em exercício que haviam ganho anteriores eleições para os socialistas.

Assim, nos concelhos de Angra do Heroísmo (ilha Terceira), Vila do Corvo, Horta (Faial), Santa Cruz das Flores, Velas (São Jorge) e Vila Franca do Campo (São Miguel), os candidatos ontem revelados pelo PS/Açores são diferentes dos presidentes actualmente em exercício, não havendo qualquer caso de impedimento de recandidatura por acumulação de mandatos.

Na única autarquia do Corvo o candidato do PS é José Manuel Silva, 41 anos, coordenador de aeródromo; em Santa Cruz das Flores apresenta-se José Carlos Mendes, 56 anos, bancário; na única autarquia ocidental açoriana nas mãos do PSD, Lajes das Flores, o candidato socialista será (pela terceira vez consecutiva) Luís Maciel, 37 anos, médico veterinário.

O líder do PS/Açores, Vasco Cordeiro, considerou que “estas eleições autárquicas são fundamentais porque exigem uma atenção muito especial aos problemas com que hoje os cidadãos estão confrontados", alertando que "as prioridades" devem ser "a criação de emprego e o apoio social" de forma a que, "também ao nível das autarquias locais, os candidatos socialistas assegurem a preocupação de não deixar ninguém para trás”.

"São candidaturas fortes, que conjugam juventude com experiência e que demonstram uma grande vontade de trabalhar para cada um dos municípios, bem como a ambição de fazer das Câmaras Municipais parceiros activos e empenhados no desenvolvimento da nossa terra”, assegurou Vasco Cordeiro.


Notícia: RTP Açores e jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Acabar com os sacos de plástico

Daniel Gonçalves, professor, ecologista e habitante na ilha de Santa Maria, quer erradicar os sacos de plástico nos Açores e levou [na passada terça-feira, dia 23] a proposta ao secretário regional dos Recursos Naturais, aproveitando uma visita do Governo Regional àquela ilha.

Este professor de Português foi um dos habitantes de Santa Maria que aproveitou a visita estatutária para ser recebido por um membro do executivo regional. Tal como fez nas anteriores deslocações estatutárias, a São Jorge e à Graciosa, o Governo Regional enviou a todos os habitantes da ilha de Santa Maria uma carta informando que os membros do executivo receberiam quem se dirigisse à Escola básica e secundária de Vila do Porto a partir das 18 horas e manifestasse essa vontade.

Daniel Gonçalves, que faz parte do conselho nacional do Partido Ecologista Os Verdes, mas foi falar com o secretário regional Luís Neto Viveiros como cidadão e fora de qualquer iniciativa partidária, quer erradicar os sacos de plástico dos Açores, começando pelas ilhas mais pequenas.

O professor sublinha que os sacos de plástico ainda são gratuitos nas lojas e supermercados dos Açores e defende que se devia começar por legislar proibindo a distribuição gratuita nos estabelecimentos comerciais. Por ser um arquipélago de nove ilhas, algumas pequenas, Daniel Gonçalves diz que é “bem possível” acabar com os sacos plásticos: “Temos a grande oportunidade de sermos uma das primeiras regiões do Mundo livre de sacos de plástico”, afirmou.

Daniel Gonçalves levou a Luís Neto Viveiros uma petição, que pretende promover, em defesa do fim dos sacos de plástico nos Açores, e pediu-lhe ajuda nesta iniciativa dizendo aos jornalistas que gostava que o secretário regional com a tutela do Ambiente fosse um dos primeiros subscritores.

Tal como aconteceu em São Jorge e na Graciosa, à porta das salas de aula da Escola de Vila do Porto transformadas em gabinetes dos secretários, foram desfilando habitantes de Santa Maria com problemas pessoais, mas também alguns assuntos relacionados com caminhos e equipamentos comunitários.

De novo, a iniciativa do Governo Regional de receber a população nestas visitas às ilhas, previstas no Estatuto Político-Administrativo dos Açores, é visto com bons olhos por quem aproveita a oportunidade para se queixar, dar sugestões ou pedir alguma ajuda directamente aos membros do Governo, que, dizem, está muitas vezes afastado da "realidade" do terreno e "tem a cabeça feita" por directores regionais ou assessores.

Mas a par do elogio, aparece sempre também a desconfiança em relação aos resultados. Ou, nas palavras de um céptico que hoje passou pela Escola de Vila do Porto: "São novos e quando chegam querem fazer sempre muitas coisas, mas depois..."


Notícia: secção «Ecosfera» do jornal «Público» e RTP Açores.
Saudações florentinas!!

domingo, 28 de abril de 2013

«Damos um passo em frente e logo a seguir damos dois passos atrás»

Há 25 anos atrás, cansado da vida previsível num país sobrepovoado como a Holanda, decidi pegar na mochila a procurar um lugar afastado da confusão. Como tinha estado a trabalhar numa quinta de agricultura biológica de um amigo meu a 20 quilómetros de Amesterdão, tentei comprar uma pequena propriedade o mais afastada possível dos grandes centros metropolitanos da Europa.

Clique aqui para ler na íntegra este artigo de opinião...
Por milagre, consegui realizar este sonho impossível, já que a minha carteira continha apenas algumas dezenas de contos. Acabei por ser proprietário de uma casinha minúscula perto de Arganil, no centro de Portugal e, com ajuda da população local envelhecida, construí uma vida praticamente autossuficiente, baseada na simplicidade extrema. Após quatro anos, problemas com fogos florestais e plantações de eucaliptos fizerem-me decidir atravessar o Oceano Atlântico e procurar a sorte nos Açores.

A minha primeira filha, na altura com um ano de idade, inspirou-me na altura para me dedicar ao artesanato, em particular ao fabrico de brinquedos em madeira. Quando mudei para a ilha do Pico, consegui sobreviver juntando diversas actividades como a pesca, o artesanato, a apicultura e a agricultura biológica.

Depois de seis anos a viver na fantástica freguesia da Piedade, tomei rumo em direção à ilha de São Miguel, pensando em oferecer um melhor futuro para os meus entretanto dois filhos. Também senti a vontade de aproveitar os conhecimentos adquiridos na área da agricultura biológica para tentar constituir uma empresa economicamente viável vendendo produtos biológicos que, na altura, não estavam disponíveis no mercado.

Mesmo conseguindo comprar a Quinta do Milhafre, pôr uma coleção vasta de produtos biológicos certificados no mercado, os problemas no processo de comercialização e um público ainda não preparado não facilitou a minha tentativa de encontrar uma forma de sobrevivência económica.

Durante um dia de visita aberta à Quinta do Milhafre, no início deste século, recebi também a visita do secretário regional da Economia da altura e o mesmo, impressionado com o trabalho que desenvolvi na quinta, convidou-me para criar uma rede de percursos pedestres na Região. Não pensei muito e decidi agarrar esta oportunidade de conhecer melhor as outras ilhas e de criar uma coisa de raiz que fazia muita falta numa região onde o turismo vindo do exterior estava apenas a nascer.

Obviamente a mudança no ambiente de trabalho era enorme. A grande diferença cultural entre a Holanda e os Açores não se tinha manifestado muito porque eu tinha trabalhado de forma mais independente sendo pastor de cabras, pescador, artesão e agricultor.

Ao criar uma coisa completamente nova dentro de uma estrutura pouco eficiente como a função pública, surgiram inevitáveis conflitos entre um holandês habituado a realizar os desejos com uma atitude transparente e teimosa, por um lado, e um conjunto de instituições constituídas por pessoas habituadas a navegar de forma despercebida.

Só nesta altura as diferenças culturais começaram a manifestar-se de forma mais intensiva, pois não é habitual ter um estrangeiro a trabalhar num mundo exclusivamente açoriano. Nem sempre fui recebido da melhor maneira, mas tentei não ligar demasiado às reações menos corretas e concentrei-me mais na realização das tarefas e nas forças positivas.

O ritmo de avanço era bem diferente do que na altura em que trabalhava independentemente e até hoje tenho a sensação de que cada passo para a frente é seguido por dois passos no sentido contrário. Já me adaptei em muitas situações à cultura local, mas certas atitudes simplesmente não encaixam na minha educação cultural. A observação de comportamentos inaceitáveis por parte daqueles que estão no poder provoca sempre uma certa rebeldia dentro de mim.

Custa-me ver como a grande parte dos portugueses vive em condições mínimas inaceitáveis enquanto uma pequena fatia da população apanha os frutos do abuso de poder. Noto diariamente que a democracia em Portugal é recente e tem um longo caminho para andar no processo de maturação. Esta situação só pode mudar quando as pessoas se livrarem dos restos da ditadura relativamente recente e perderem o medo de se manifestarem.

Não acredito que um estrangeiro possa, ou até deva, tentar mudar um país, criticando o lugar onde foi bem recebido pela maioria das pessoas, mas acredito que possa ajudar neste processo de libertação mostrando exemplos positivos que já tenha vivido de outra forma no seu país de origem.

A principal razão que me fez mudar para os Açores foi sem dúvida a sua riqueza natural. Tal como muitos países do Norte da Europa, a Holanda sofreu consequências graves para o seu património natural durante a revolução industrial. Vimos nascer o betão por cima das florestas e pântanos durante muitos anos. Os lençóis de água ficaram gravemente poluídos com o excesso de resíduos resultantes de uma indústria pecuária demasiado intensiva. A água dos grandes rios chegou à Holanda de tal maneira poluída que o fornecimento para consumo humano estava em perigo.

Actualmente estamos a ver uma recuperação da Natureza lenta e cara. Percebemos tarde de mais que estragar é muito mais fácil do que recuperar. Custa-me muito ver como nos Açores se está a estragar o seu património natural, numa velocidade assustadora. A riqueza natural é o único recurso que o arquipélago tem. Se não for o turismo de natureza, não estou a ver outra fonte de rendimento para o futuro. A indústria pecuária só sobrevive com injeções financeiras a partir do exterior, enquanto o turismo é um produto de exportação.

A posição geográfica dos Açores entre os dois continentes é normalmente vista como uma barreira que dificulta o seu desenvolvimento. Mas em vez de chorar inteiramente sobre este facto, podemos também procurar as vantagens da situação.

Depois de 12 anos a trabalhar para o Governo Regional na área do turismo de natureza, decidi o ano passado avançar com a minha própria empresa especializada em observação de aves. A localização do arquipélago tornou-o num destino de excelência para encontrar aves raras do continente americano. Tenho feito uma campanha para o exterior sobre este valor acrescido da Região e os resultados estão à vista. Talvez seja mais fácil encontrar estas mais-valias para alguém que nasceu fora da Região.

Lembro-me há anos atrás quando vivia na ilha do Pico, um cidadão estrangeiro descobriu os Açores como destino para observar cetáceos. Na altura era considerado uma ideia maluca e quem olha hoje em dia para esta actividade pode ver os benefícios que este actividade trouxe para o desenvolvimento económico. Houve um aumento explosivo de empresas e até existe urgentemente a necessidade de pôr um travão para evitar consequências nefastas para os animais, o que por sua vez acabaria com a própria actividade.

A observação de aves felizmente nunca vai ter esta dimensão mas é assustador como os poucos habitats de aves são destruídos ou perturbados em projectos de “requalificação” à velocidade da luz. Estamos a direcionar-nos para uma situação em que os turistas são encaminhados para Centros de Interpretação de betão onde podem ver fotografias de paisagens que existiam antes das intervenções e que já nada têm a ver com a paisagem açoriana.

Ainda existe muita Natureza nos Açores, mas estamos a matar a galinha dos ovos de ouro. A iniciativa de acabar com estas barbaridades tem de partir dos açorianos, tenham eles nascido em Rabo de Peixe, Madalena do Pico, Ponta Delgada ou, até, em Amesterdão.


Artigo de opinião de Gerbrand Michielsen (guia de observação de aves), na edição de 26 de Abril do semanário «Mundo Açoriano».
Saudações florentinas!!

sábado, 27 de abril de 2013

Era uma vez... o Sindicato Agrícola

Programa da RTP Açores que conta pequenas histórias da História dos Açores, com apresentação de Susana Goulart Costa. O episódio 39 desta série versou sobre o sindicato agrícola fundado no Lajedo, o primeiro na ilha das Flores.

Vídeo: programa «Era Uma Vez Açores».
Anteriormente já haviam sido mostrados, neste programa da RTP Açores, um episódio sobre o poeta florentino Roberto de Mesquita e outro episódio sobre a Fábrica da Baleia do Boqueirão (em Santa Cruz).

Saudações florentinas!!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Como vão as obras no miradouro e zona de lazer da Muralha, no porto das Lajes

Começou a ser feita a calçada no largo por cima da Muralha (no porto comercial das Lajes), com moldes que vão possibilitar o desenho de uma baleia e da rosa dos ventos... em mármore.

Notícia: "sítio" da Câmara Municipal das Lajes das Flores.
Ainda sobre outras obras a cargo da autarquia lajense, merecem especial referência as asfaltagens da estrada da britadeira da Fajã Grande, da estrada dos Curralinhos (na Fajã Grande) e da estrada do Monte Trigo e, ainda, a reabilitação da zona da antiga Corretora.

Saudações florentinas!!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Versão de «Traz outro Amigo também»


Abril... mês da Revolução... e de muitas memórias... algumas com o tempo esvaem-se, outras com o tempo vão sendo reveladas.
Este tema «Traz outro Amigo também», original do malogrado José Afonso, é uma simbiose de que é próprio de um dos maiores compositores portugueses, em especial em subtilezas... sim, porque na sua altura de actividade musical/poética a censura tudo penteava. Esta é uma pequena mas sentida/honesta homenagem ao José Afonso e ao 25 de Abril. Bem-haja a todos os que ainda preservam essas memórias e as manifestam publicamente, quer em escrita, média ou teatro, aliás como se pôde presenciar na ilha das Flores com um mega-espectáculo/encenação de Joaquim Salvador e o Grupo de Teatro "A Jangada".

Assim a ilha e a Natureza ficam a ganhar com todas as iniciativas em que a paz e a harmonia reúnem e sejam transmitidas para a posteridade. Obrigado à Luísa por toda a ajuda e colaboração para que muitos destes trabalhos sejam concretizados.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Bancos travam inv€$timentos na Região

O director regional do Apoio ao Investimento e Competitividade, Ricardo Medeiros, diz que a banca deixou de investir na economia açoriana 600 milhões de euros anuais, como acontecia, por exemplo, em 2007.

"Desde 2008 que temos sentido alguma dificuldade por parte da banca em injetar dinheiro na economia açoriana. Por exemplo em 2007 a banca introduzia (tendo em conta a diferença entre depósitos captados e crédito concedido) 600 milhões de euros na economia. Neste momento já não o faz, havendo anos em que este valor foi negativo", afirmou Ricardo Medeiros.

Este montante, acrescentou o director regional do Apoio ao Investimento, faz com as empresas passem por um "período de dificuldade" e tenham "menor facilidade" em cumprir com projectos que foram candidatados ao SIDeR (Sistema de Incentivos para o Desenvolvimento dos Açores), criado em 2007 para um período que termina no final deste ano, tendo o Governo Regional anunciado recentemente que criará uma "segunda geração" de incentivos para estar em vigor a partir de 2014.

Ricardo Medeiros ressalvou, no entanto, que na sequência das reuniões que tem mantido com as instituições bancárias se verifica um "retorno" e "abertura" da banca ao investimento na Região: "começam a regressar as operações de crédito e penso que nos próximos anos a situação se irá com certeza inverter. Mesmo aqueles empresários que neste momento continuam a apresentar as suas candidaturas ao SIDeR, quando assinarem os contratos e chegar a altura de realizar esse investimento já terão melhores condições para o fazer", frisou.


Notícia: «Açoriano Oriental», jornal «i» e «Dinheiro Vivo».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Plano Municipal de Acção de Resíduos

José Carlos Pimentel Mendes, presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores, torna público que, por deliberação da Câmara Municipal tomada em reunião ordinária do dia 15 de Novembro de 2012, foi aprovado o Plano Municipal de Acção de Resíduos Urbanos de Santa Cruz das Flores, que se encontra em consulta pública pelo período de 30 dias úteis a contar da data do presente edital [do dia 15 de Abril].

Assim, o referido Plano encontra-se disponível nos serviços administrativos da Câmara Municipal para consulta pública, de segunda a sexta-feira no horário normal de expediente ou na página da internet da Câmara Municipal de Santa Cruz.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Portos com rampas para carga rodada

Todas as ilhas dos Açores, com excepção do Corvo, a partir de Maio vão ter portos capacitados para transporte de carga rodada, esperando-se que estas infra-estruturas potenciem o mercado interno.

Ficou recentemente concluída a construção de “rampas ro-ro” em todos os portos da Região. Estas infra-estruturas vão permitir o transporte de "carga rodada", ou seja, as mercadorias entram e saem nos portos dentro dos camiões, sem necessidade de serem descarregadas. Assim, todos os portos dos Açores ficam dotados “com condições de segurança e de operacionalidade, de comodidade no transporte marítimo de passageiros e de carga rodada”, anunciou Vítor Fraga.

As “rampas ro-ro” deverão estar operacionais a partir de 2 de Maio, quando arranca a operação deste ano de transporte marítimo entre ilhas, assegurada pela empresa pública AtlânticoLine.

Os benefícios destas rampas para a população são a “comodidade” e o “transporte de carga rodada com pesos superiores àqueles que estavam anteriormente possibilitados”. “Vai permitir também que, no futuro, quando tivermos obrigações de serviço público ao nível de tráfego marítimo de passageiros e de carga rodada, se possa ter um conjunto de serviços e de mobilidade inter-ilhas distinto, potenciando aqui claramente o desenvolvimento do mercado interno”, acrescentou o secretário regional do Turismo e Transportes.

Na semana passada, Vítor Fraga afirmou que o processo de elaboração das obrigações de serviço público do transporte marítimo no arquipélago vai estar concluído até final do ano.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Correio dos Açores».
Entretanto, na passada sexta-feira (dia 19), o navio de passageiros «Island Sky» visitou brevemente as ilhas das Flores e Corvo.

Saudações florentinas!!

domingo, 21 de abril de 2013

Ligar as ilhas dos Açores em windsurf

Cinco amigos querem ligar São Miguel e Santa Maria no final de Abril recorrendo ao windsurf, numa nova etapa de um projecto iniciado em 2012 que visa unir todas as ilhas açorianas e promover o arquipélago.

“O nosso desafio foi: sonhamos o impossível, empenhamo-nos com trabalho, dedicação e espírito de sacrifício e fizemos acontecer”, afirmou Fernando Braz de Oliveira, coordenador do projecto “Sharing Azores, Connecting the World”.

Este projecto, iniciado em 2012, foi inspirado no Triatlo Peter´s Café e associa profissionais de áreas distintas mas todos amantes do mar dos Açores, constituindo um novo desafio, nunca antes tentado: “Já foi feita uma primeira fase em 2012, que uniu as ilhas do grupo central. Este ano, se as condições meteorológicas forem boas, temos o período de 22 a 28 de Abril para efectuar a travessia entre São Miguel e Santa Maria”, referiu o coordenador do projecto, que conta com apoio de entidades públicas e privadas.

Unir as nove ilhas é o grande objectivo do projecto “Sharing Azores, Connecting the World”, algo que deverá ser concluido em 2014, altura em que está previsto acontecer a terceira etapa deste sonho, com a ligação marítima das ilhas das Flores e do Corvo recorrendo novamente apenas às pranchas e às velas.

“Os Açores são um excelente local para praticar todas as actividades ao ar livre, quer seja em terra, com caminhadas, bicicletas, quer seja no mar, através de toda a variante de desportos náuticos”, disse Fernando Braz de Oliveira, revelando que o projecto este ano “já começou a dar frutos”, uma vez que o National Channel se quis associar ao evento.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!