quarta-feira, 31 de julho de 2013

Assim foi a Festa de Nossa Senhora do Carmo, no lugar da Ponta da Fajã


Extremo mais ocidental da Europa, Ponta da Fajã Grande, ilha das Flores, Açores.

Dia da Nossa Senhora do Carmo num fantástico dia de Verão proporcionou a todos os que rumaram a esta localidade para cumprir uma promessa, seguir a sua fé, ou simplesmente passear... o certo é que a igreja, datada de 1898, esteve repleta de gente e na regência das cerimónias eucarísticas/religiosas estiveram dois párocos, padre Trigueiro e David, sendo este último a presidir às cerimónias com a colaboração/ajuda do diácono Luís Alves.

Esta localidade da Ponta da Fajã conta com cerca de 10 habitantes em média, não obstante foram algumas centenas os que marcaram presença para acompanharem de perto esta festa. De salientar que nesta cerimónia teve lugar um baptizado, acto raro por estas paragens. Mais uma vez com a participação da Filarmónica Nossa Senhora dos Remédios, da freguesia da Fajãzinha, sob a batuta do maestro José Gabriel Eduardo.

A todos muito obrigado, em especial à Luísa pelas fotografias e ajuda à produção.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Cartaz do Cais das Poças 2013

Pode consultar o programa deste Cais das Poças 2013.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Lacticínios produzidos na ilha das Flores


A ilha das Flores é sem dúvida uma pérola no Mundo. Por cá a Natureza é de uma benevolência incomparável: o ar puro, as águas... por todos estes motivos e muitos outros, juntando o conhecimento humano, existem produtos de qualidade rara e ímpar. Assim sendo, os lacticínios da ilha das Flores têm ao dispor de todos uma gama variada de produtos derivados do leite.

Deixo-vos as imagens de uma pequena demonstração por parte da Cooperativa Ocidental, que decorreu na Aldeia da Cuada no passado dia 25 de Julho. Deliciem-se com as imagens e degustem com a imaginação; pois o que imaginarem, na realidade é bem melhor... o que é nosso, no que é nosso.

Obrigado a todos os que tornaram possíveis estas imagens: Cooperativa Ocidental, Aldeia da Cuada, Luísa Silveira e todos os presentes.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

domingo, 28 de julho de 2013

Economia paralela regional atinge 32%

A economia paralela nos Açores situa-se nos 32% do Produto Interno Bruto (PIB), superior em seis pontos percentuais à que se regista no todo nacional, de acordo com um estudo do Observatório de Economia e Gestão de Fraude.

O estudo, encomendado pela Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo, concluiu que em 2012 o valor da economia paralela, ou não registada, ascendia a cerca de 1.200 milhões de euros por ano, o que representa cerca de 4.800 euros por pessoa.

Em 1980 os valores da economia paralela nos Açores eram inferiores à média nacional, mas um crescimento acentuado no espaço de uma década colocou a Região à frente do país, tendo-se mantido um crescimento semelhante desde então.

"Se a economia não registada nos Açores tivesse a média da OCDE e sobre esse diferencial, que passaria para economia oficial, fosse cobrada a taxa média de imposto de 20%, haveria uma receita adicional [para as Finanças] de 100 milhões de euros", salientou Óscar Afonso, coordenador do estudo.

Para o investigador, a disparidade de dados entre o todo nacional e os Açores pode ser justificada pelas características do arquipélago, que podem estar na base de uma economia paralela maior, como sejam "a situação económica actual, a informalidade existente, a significativa intensidade das relações de vizinhança, os conflitos de interesse decorrentes da proximidade cidadão-Estado e a (in)capacidade de regulação e fiscalização".

O aumento de impostos na Região no próximo ano, por via da redução do diferencial fiscal, pode provocar um aumento da economia paralela, na opinião de Óscar Afonso, tendo em conta que os estudos comprovam que, por cada ponto percentual de impostos diretos ou indiretos no PIB aumentado, a economia registada cresce 0,65 pontos percentuais. De acordo com os cálculos efectuados, estima-se que se não forem tomadas medidas concretas de combate à economia não registada, o valor cresça cerca de 0,47% por ano, podendo em 2020 ultrapassar os 35% do PIB dos Açores.

O presidente da Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo salientou que a instituição tem alertado desde 2008 para as consequências do "flagelo" que é a economia paralela, tendo em conta que "provoca concorrência desleal muito forte": "É um grande obstáculo ao crescimento do Produto Interno Bruto da Região, ao desenvolvimento, inovação e competitividade das empresas açorianas, mas é também um condicionante e implica a precariedade do emprego", frisou Sandro Paim.

A economia não registada inclui não apenas a economia subterrânea (fuga de impostos), mas também a economia ilegal e o autoconsumo.


Notícia: «Açoriano Oriental», rádio Atlântida e «Negócios».
Entretanto, o volume de mercadoria transportada por via marítima caiu em todo o arquipélago e os armadores chegaram a acordo para retirar mais um navio na operação de carga para os Açores.

Saudações florentinas!!

sábado, 27 de julho de 2013

Livro "Heróis à moda dos Açores"

A obra "Heróis à moda dos Açores" contém cerca de quinhentas palavras e expressões típicas do arquipélago, anunciou o coordenador geral da colecção, que visa preservar a língua portuguesa com humor.

“O que nós apresentamos são cerca de quinhentas palavras e expressões típicas dos falantes dos Açores, sendo que todas essas palavras que estão nesse dicionário do corisco estão incluídas nos cinco contos de humor sobre os Açores, que estão publicados no próprio livro”, revelou João Carlos Brito, acrescentando tratar-se de um livro “acessível a todos”.

“O objectivo desta coleção é abordar os regionalismos, as chamadas linguagens marginais, calão e gírias de um determinado grupo de falantes. Depois tínhamos também por objectivo preparar uma coleção em que o humor estivesse sempre presente”, disse o linguista e escritor João Carlos Brito, para quem a língua é “um rico património imaterial que não se pode perder”.

Além do “dicionário do corisco”, onde constam expressões como “Tam requim” ou “Tás-me cegando”, o livro dedicado aos vocábulos tradicionais dos Açores inclui cinco contos, que conjugam a História da Região com as expressões e o humor. O coordenador da coleção referiu que todos os contos foram escritos por açorianos, que gostam de escrever e sentem paixão pelos Açores: Rúben Correia (coordenador local da coleção), Rita Bonança (São Miguel), Paula Espada (Terceira), Gabriela Silva (Flores) e Humberta Araújo (nascida em Santa Maria, mas a viver no Canadá).

Com prefácio da Tia Maria do Nordeste, este livro pretende recordar momentos e personagens históricas da nossa região, bem como tradições, falares e lugares, através de muito humor.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

"Chamarrita" aos emigrantes


Por altura da XXVIII Festa do Emigrante que decorreu na vila das Lajes das Flores no passado fim-de-semana, entre a "lista" de músicos José Agostinho Serpa era um dos nomes. Natural da ilha das Flores mas passando cerca de 30 anos fora, regressou recentemente e teve o convite da organização para dar o seu contributo no referido evento, em prol da ilha e de todos os que ali se deslocaram.

No final da actuação foi dedicada uma música e palavras de apreço à comunidade de emigrantes espalhados pelo Mundo. Nessa sequência chamou ao palco Frank Serpa, em representação de todos os emigrantes (sendo ele emigrante nos USA há mais de 40 anos) para interpretar o tema "Chamarrita", porventura o tema musical mais conhecido e popularizado ao longo dos séculos nos Açores e em particular na ilha das Flores.

Bem-haja a todos, em especial os emigrantes, e um grande abraço ao Frank Serpa pela bela representação/execução da "Chamarrita".


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Fábrica de Conservas Santa Catarina conquista prémio 'Melhor dos Melhores'

A Fábrica de Conservas Santa Catarina foi distinguida com quatro galardões nos concursos nacionais de produtos alimentares, entre os quais o "Melhor dos Melhores" na categoria de conservas de atum, com o produto "Filete de Atum com Tomilho".

A conserveira açoriana participou este ano nas categorias Conservas de Pescado e Pastas de Atum, neste concurso organizado conjuntamente pelo Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA) e pela Feira Nacional de Agricultura, que está a celebrar a 50ª edição.

Os galardões atribuídos à Fábrica de Conservas Santa Catarina incluem ainda a medalha de ouro e a medalha de prata na categoria pastas de peixe, respectivamente pelo Paté de Atum com Oregãos e pelo Paté de Atum, além de uma medalha de prata na categoria conservas de atum, pelo Filete de Atum com Molho Cru.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Aumento de impostos para os Açores

A Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República aprovou a proposta do Governo de Passos Coelho e Paulo Portas, rejeitando todas as alterações que os Açores queriam introduzir. A revisão da Lei de Finanças Regionais foi ontem votada na especialidade e hoje discutida e votada em plenário.

A diminuição de 30 para 20 por cento do diferencial fiscal entre os Açores e o Continente é o assunto mais polémico da lei agora aprovada: a nova Lei de Finanças Regionais vai obrigar os açorianos a pagarem ainda mais impostos em 2014, mais IVA, mais IRC e mais IRS.


Notícia: RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Grande riqueza potencial no nosso mar

Recolhidas bactérias no mar dos Açores que podem vir a combater o cancro: cientistas portugueses e americanos recolheram bactérias marinhas ao largo das ilhas de São Miguel e Santa Maria, que podem vir a ser utilizadas no combate de várias patologias, entre as quais o cancro.

A revelação foi feita por Ana Lobo, professora catedrática do departamento de Química da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, que esteve envolvida no projecto. Para além de Ana Lobo, estiveram envolvidos dois investigadores da Califórnia e dois da Universidade dos Açores, bem como outros da própria Universidade Nova de Lisboa e elementos exteriores àquela academia que procederam a recolhas a mais de mil metros de profundidade nas águas dos Açores.

“Trata-se das prodigiosinas que nós isolamos das bactérias recolhidas no mar dos Açores e que são antibióticos, anticancerígenos, antimaláricos, imunossupressores. Portanto, têm uma grande gama de actividade farmacológica e estão a ser já desenvolvidos, alguns deles, em versão farmacêutica”, declara a cientista. Ana Lobo aponta que o projecto, apoiado pela Fundação da Ciência e Tecnologia, teve como objectivo justamente “descobrir compostos marinhos” de bactérias marinhas que “podem ser úteis” como “possíveis medicamentos” ou que “possam originar medicamentos”.

A cientista refere que após a recolha dos compostos de origem marinha foi feita uma triagem no Centro Biotecnológico de San Diego, na Califórnia. A docente da Universidade Nova de Lisboa aponta que se centraram os trabalhos em estirpes streptomyces, onde descobriram uns compostos conhecidos por prodigiosinas, que são vermelhos, e cujo nome deriva justamente da palavra prodígio. Ana Lobo explica que as bactérias terrestres produzem compostos análogos, que são “conhecidos há muitos anos”, apareceram com “maior intensidade” em estátuas italianas de santos, que “supostamente choravam” sangue, gerando manifestações religiosas.

A cientista refere que as prodigiosinas são metabolitos secundários, ou seja, compostos orgânicos que não estão directamente envolvidos em processos de crescimento, desenvolvimento e reprodução dos organismos, que se formam na bactéria depois desta ter crescido e que podem permitir a geração de produtos sintéticos e biológicos. Ana Lobo considera que “foi interessante” que a sua equipa viesse a encontrar uma estirpe marinha não estudada com compostos análogos aos que existem em “espécie terrestre”.

A cientista portuguesa revela que neste momento se está a entrar nos ensaios clínicos a nível mundial, uma vez que ainda não há “nenhuma droga” derivada destes compostos a ser fornecida aos doentes, acentuando que a “redução da toxicidade” pode ser feita com “alterações simples” ou “relativamente simples”. A docente da Universidade Nova de Lisboa explica que os trabalhos de laboratório “ainda decorrem” e o “processo vai levar o seu tempo” até chegar ao mercado uma substância nova, uma vez que estes são “processos morosos”. A cientista aponta que o interesse nestes compostos é “verificar a química”, “aumentar a sua estabilidade” e “reduzir a sua toxicidade”, para além de outros factores, visando o seu aproveitamento.


Notícia: «Açoriano Oriental» e semanário «Sol».
Saudações florentinas!!

domingo, 21 de julho de 2013

Dificilmente futebol de 11 regressará

No fim-de-semana de 8 e 9 de Junho decorreu o Torneio ilha das Flores, com a ideia de incentivar o regresso do futebol de 11 à nossa ilha, mas a realidade é contraditória: a falta de atletas e dirigentes está a causar dificuldades aos clubes.

Vídeo: «TeleJornal» da RTP Açores, no dia 13 de Junho.
Entretanto, também na Graciosa nesta próxima época pode acabar a competição a nível de ilha por falta de equipas e jogadores locais.

Saudações florentinas!!