quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Turismo subaquático está a crescer

O turismo subaquático está a crescer em todas as ilhas dos Açores, registando-se subidas "consideráveis" resultantes da geração de um fluxo específico de estrangeiros, disse José Toste, da Associação Regional de Turismo.

"De momento ainda não há números oficiais que confirmem este registo, mas há o contacto com as empresas e centros de mergulho que nos revelam que de ano para ano tem vindo a crescer o sector, obviamente numas ilhas mais do que outras", referiu José Toste, da Associação Regional de Turismo, uma das entidades organizadoras da Bienal de Turismo Subaquático.

A quarta edição do evento vai decorrer de 24 a 27 de Outubro, na ilha Graciosa, contando com a presença de especialistas dos Açores, nacionais, de Espanha e agentes ligados ao sector. Segundo José Toste, o objectivo é promover o encontro de vários agentes do sector para "debater as principais preocupações" e "estratégias de acção", visando tornar o mergulho num produto com "interesse turístico" e dos principais dos Açores.


Notícia: «Açoriano Oriental», RTP Açores, «Sol» e jornal «Público».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Lotação esgotada com ‘birdwatchers’

Os Açores são cada vez mais procurados por turistas para observação de aves, que por esta altura do ano chegam a atrair às ilhas ocidentais açorianas quase uma centena de pessoas à procura de espécies raras de aves.

“Em Outubro só deve ser possível reservar alojamento na ilha do Corvo já para 2015, porque este ano está cheio e de certeza para o ano também, porque estamos a falar por vezes em grupos de 30 a 40 ‘birdwatchers’ e mais uns 30 a 40 na ilha das Flores”, disse Joaquim Teodósio, da Sociedade Portuguesa para o estudo das Aves (SPeA).

Os Açores atraem muitos observadores de aves “com registos bastante interessantes”, afirmou Joaquim Teodósio, acrescentando que Setembro e Outubro são também meses em que muitas das ilhas “são percorridas por estes observadores de aves” mais aficionados. Espécies como o paínho-de-Monteiro ou o priolo só existem nos Açores, mas o arquipélago é também referência por ter grandes colónias de aves marinhas, como os cagarros ou garajaus.

De acordo com Joaquim Teodósio, o Centro Ambiental do Priolo recebe cerca de 3 mil visitantes por ano, metade dos quais turistas que se deslocam aos Açores para turismo de natureza, com uma compoente também de observação de aves, entusiasmados com as raridades que aqui podem ser encontradas: “O Corvo e as Flores são ilhas que são muito famosas, cada vez mais na Europa, por causa destas espécies acidentais americanas que ocorrem no Inverno”, explicou.

Gerby Michielsen, proprietário da “primeira empresa especializada em observação de aves nos Açores”, salientou que as ilhas são conhecidas como destino de excelência para a observação de aves, revelando que o número de espécies observadas no arquipélago está perto das 400: “Todos os anos encontramos aves que inclusive nunca foram vistas nos Açores ou até na Europa”, disse Gerby Michielsen, que se assume também um apaixonado por esta actividade.

Gerby Michielsen frisou que os Açores estão no topo da Europa de espécies raras, indicando, por exemplo, que as ilhas das Flores e Corvo são para observação de passeriformes (uma ordem da classe aves, conhecidos como pássaros ou passarinhos), enquanto que São Miguel, Terceira e Flores “são ilhas boas para observar patos” e Santa Maria “é também uma ilha excelente devido a raridades vindas da África e Europa”.

“Existem ainda as aves limícolas cujo melhor sítio da Europa para observar é a Terceira, e ainda Pico e São Miguel”, disse Gerby, explicando que o Outono é a época das rotas migratórias, que “interessam muito mais às pessoas que estão à procura das raridades”. O Corvo, por exemplo, “é uma ilha muito fácil para encontrar aves” e “está cheia de observadores no Outono”, diz Gerby Michielsen, garantindo que todos os anos são descobertos factores que aumentam o interesse pelos Açores.

O arquipélago “tem 30 espécies nidificadoras, mas devido à sua posição central no oceano Atlântico destaca-se pela observação de aves migradoras provenientes dos continentes americano e euroasiático”, acrescentou Gerby Michielsen.


Notícia: jornal «Açores 9» e «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Festa de Nossa Senhora do Rosário


Final do Verão, início do Outono, este foi o fim-de-semana consagrado à festa da Nossa Senhora do Rosário, na vila de Lajes das Flores. Do programa há a salientar várias missas solenes desde a quinta-feira até domingo, procissão de velas, arrematações, procissão do dia da festa, quermesse, etc. e baile abrilhantado pelo grupo Full 'K' Ords.

Um pouco mais sobre a história daquela igreja. Para tal temos que remontar a uma primitiva ermida, sob a invocação do Espírito Santo, transferida para o local ainda no século XVI. O actual templo foi erguido entre 1763 e 1783, com o fim de substituir a antiga Matriz, cujo chão deu origem ao actual cemitério. Foi reconstruída em meados do século XIX e em Dezembro de 1880 trabalhava-se ainda na cantaria para o arco da capela. Data de 1883 o assentamento do retábulo principal, executado sob a direção do artista lisboeta Manuel d' Oliveira. O seu primeiro douramento, sobre gesso, foi executado pelo brasileiro J. Nunes Sobrinho, em 1885. Sofreu campanhas de reparos entre 1907 e 1910, e de restauro entre 1953-1954. Em 1964 tiveram lugar diversas obras e em 1968 procedeu-se à pintura dos altares, tecto e ambão. A aguardar confirmação de datas, e todo o manancial de informação necessária e idónea, para que oficialmente sejam comemorados os 500 anos da igreja no ano de 2015.

Obrigado a todos os que tornaram possíveis estas imagens, em especial à Luísa Silveira responsável pelas fotografias e ajuda à produção.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

75 anos da firma João Germano Deus

A empresa João Germano de Deus & Filho, Lda está a comemorar os 75 anos da sua fundação, decidindo presentear os seus clientes com descontos em variados artigos em todas as segundas e terças-feiras do presente mês de Outubro. Assim, nos dias 7 e 8 toda a gama de enlatados custará menos 15%, nos dias 14 e 15 serão todos os vinhos de mesa a terem desconto de 15%, nos dias 21 e 22 cabe às bebidas brancas (licores, aguardentes, whiskys) custarem menos 15% e nos dias 28 e 29 são os artigos de higiene pessoal (desodorizante, gel de banho, sabonete, shampoo) a terem desconto de 20%.
Saudações florentinas!!

domingo, 6 de outubro de 2013

«Brumas e Escarpas» #64

O lugar de Vale do Linho e o ancestral possível cultivo do mesmo na Fajã Grande

Há quem diga que há muitos, muitos anos se cultivou o linho na Fajã Grande. É muito provável que tal tenha acontecido, mas na década de 1950 tal já não verificava. A provar o cultivo do linho na Fajã Grande, a constatação do topónimo “Vale do Linho”, ou seja, o nome de um lugar ainda hoje existente, situado entre os lugares da Ponta e da Fajã, mais precisamente a seguir à Ribeira das Casas, entre as Covas e o Rolo, sendo nos anos 1950 um local de terras de milho muito férteis e de relvas verdejantes. Ali também terá existido outrora um fortim ou castelo, onde a guarda marítima se aquartelava a fim de evitar as fugas clandestinas de muitos homens e rapazes nas baleeiras americanas para os Estados Unidos, atirando a torto e a direito sobre os que tentavam escapulir das fracas condições de vida que proliferavam pela freguesia e pela ilha. Há relatos de que muitos fugitivos se atiravam ao mar para se esquivarem às balas assassinas, conseguindo alguns atingir e embarcar nas baleeiras que os haviam de transportar ao Eldorado. Voltando ao lugar do Vale do Linho, ele é, incontestavelmente, um dos interessantíssimos topónimos da Fajã que designa um lugar, situado precisamente num dos lugares mais belos da freguesia, ou seja, na fronteira entre o lugar da Ponta e o lugar da Fajã. Talvez por essa razão as duríssimas batalhas de pedradas entre a garotada da Ponta e da Fajã, que ali se efectuaram noutros tempos, claro.

Uma segunda prova de que se cultivou o linho na Fajã Grande reside no facto de em muitas memórias, nos anos 1950, ainda ser presente embora de forma rudimentar o ciclo do linho. Segundo os mais velhos, e ao contrário da lã que era retirada dos animais por altura do fio, o linho, assim como o trigo, a cevada e outros cereais, era semeado nos campos. Depois de semeado e mal tivesse nascido, nunca a terra podia secar para que o linho se desenvolvesse, obrigando o cultivador a um serviço de rega constante. Essa terá sido a principal dificuldade em manter esta cultura. O linho tinha que ser mondado como o milho, serviço moroso e delicado, exigindo cuidados especiais para que ao tirar-lhe as ervas daninhas não fosse pisado ou arrancado. Quando maduro era tirado da terra e atado em molhos para ser conduzido à eira. Aí era ripado em instrumentos próprios, onde lhe tiravam as cabeças, em que se alojavam as sementes que depois serviriam para fazer novas sementeiras e também para aplicação medicinal, pois dessas sementes faziam-se as tais papas de linhaça que aplicavam no tratamento de certas doenças.

Depois de separado da semente, o linho era novamente atado em molhos e lançado à água nos poços das ribeiras e nos regatos das lagoas, para apodrecimento da casca exterior. Ao fim de três semanas de molho, o linho era retirado da água e posto a secar até ficar com uma cor esbranquiçada. Depois era novamente conduzido à eira, onde se procedia à maçagem, para libertar os fios internos da casca exterior à força de pancadas com uma maça.

Depois de maçado, o linho era tascado e sedado em instrumentos apropriados, a fim de separar o linho da estopa, trabalho feito normalmente pelas mulheres, durante o Inverno, em dias de soalheiro. Do linho propriamente dito, faziam-se as estrigas, fiadas depois no fuso que mãos hábeis manobravam, durante os serões nas noites de Inverno, formando assim as maçarocas. Nos fusos fiava-se também a estopa, tarefa mais difícil, por ser fibra mais grosseira. Acabada a fiação, procedia-se ao arranjo das meadas com o auxílio do sarilho, onde se enrolavam os fios das maçarocas, à medida que ele rodava, procedimentos em tudo muito semelhantes aos da lã.

Terminada esta tarefa, estendiam-se as meadas ao Sol a corar mas de maneira a não ficarem queimadas. Por isso, exigia-se a presença permanente de uma pessoa para as molhar de vez em quando. Mais tarde metiam-se as meadas numa barrela e, de seguida, eram lavadas e estendidas novamente a corar, até ficarem muito brancas. Depois iam à dobadoira, para serem transformadas em novelos para os teares. Nestes e graças às habilidosas mãos das tecedeiras, os fios cruzavam-se sucessivamente até se transformarem numa peça de pano que havia de voltar à barrela para o libertar de qualquer mácula que tivesse apanhado durante a tecelagem e, por fim, lavado na ribeira. Só depois da execução de todos estes trabalhos, é que o tecido de linho ficava pronto para a confecção de lençóis e toalhas bem como de roupas para a igreja.


Carlos Fagundes

Este artigo foi (originalmente) publicado no «Pico da Vigia».

sábado, 5 de outubro de 2013

Navio "Bremen" escala ilhas ocidentais

Pelo terceiro ano consecutivo, os Açores são destino de eleição no Outono para o conhecido operador turístico germânico Hapag Lloyd.

Este itinerário de 12 dias é de grande interesse para a nossa Região em virtude de potenciar todas as ilhas como destino para o importante nicho de mercado turístico alemão e não apenas ponto de paragem em roteiros transatlânticos.

Com 118 passageiros a bordo, maioritariamente alemães, o navio Bremen partiu de Lisboa no passado dia 30 de Setembro e chegou no dia 3 de Outubro a Ponta Delgada. Seguiram-se visitas ontem à Fajã dos Vimes e Velas de São Jorge, hoje nas ilhas das Flores e Corvo, amanhã às Lajes do Pico e Horta, seguindo depois a visita pelas ilhas Graciosa, Terceira e Santa Maria.

Depois de o navio Bremen ter visitado o arquipélago açoriano nos dois anos transactos, assinala-se o reiterar de um itinerário de grande interesse para este segmento de cruzeiros de expedição.


Notícia: «Jornal Diário» e rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Cubres fazem parte da nossa História

Estes são os cubres, planta abundante na ilha aquando da sua descoberta, dando origem ao seu nome: ilha das Flores. Muito tempo passou, muita evolução sentida, tanta coisa aconteceu. Actualmente para se encontrar um exemplar de cubres é preciso calcorrear montes e vales, estradas e caminhos, prados e canadas... assim a dita civilização se encarregou do seu quase extermínio!

Mas esta planta merece um pouco mais de atenção. Então vejamos: o seu nome botânico é solidago sempervirens, sendo uma espécie pertencente à família asteraceae. Encontra-se em todas as ilhas dos Açores e na costa oriental da América do Norte. Os seus caules podem atingir 60 centímetros de comprimento, com numerosas folhas, apiculadas e ligeiramente espessas. A sua floração é composta por grande número de pequenas flores amarelas.

Esta raridade tem como habitat favorito as falésias e depósitos de areia ou pedra, bem como habitats fortemente expostos, ao longo dos caminhos e junto a muros de pedra. Mais uma manifestação da Natureza que, a todo o custo, tenta manter o que tentam destruir... Será que terem-na colocado na lista das plantas endémicas protegidas será suficiente para a manter entre nós? Os cubres são parte integrante da nossa História!


José Agostinho Serpa

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Homenagem ao poeta Pedro da Silveira

Assinalando os 10 anos da sua morte, a Biblioteca Nacional apresentou uma pequena mostra documental sobre o florentino Pedro da Silveira.

Pedro da Silveira – autor, poeta, investigador histórico e literário, tradutor, etnógrafo – falecido há dez anos, foi um dos grandes poetas açorianos do século XX e deixou uma marca cultural profundamente impressiva cujo registo esteve patente na exposição da Biblioteca Nacional (em Lisboa), antecedendo a cerimónia de homenagem promovida no dia 1 de Outubro pela Casa dos Açores em Lisboa.

Este multifacetado autor florentino ilustrou a literatura açoriana – que defendeu frontalmente como teórico, historiador e crítico, até contrariando alguns meios intelectuais do Continente – foi também um dos seus mais persistentes e criteriosos divulgadores, tendo-se dedicado ainda a importantes recolhas de literatura oral.

Pedro da Silveira foi autor de várias obras de poesia, entre as quais se contam «A ilha e o Mundo», «Sinais de Oeste», «Corografias», «Poemas ausentes» e «Fui ao mar buscar laranjas», o primeiro volume da sua obra completa. Com uma vasta colaboração dispersa por jornais e revistas nacionais e estrangeiras, Pedro da Siveira foi ainda autor de duas antologias de poetas açorianos, sendo que no prefácio de uma das quais – «Antologia de poesia açoriana – do século XVII a 1975» – ensaia uma tentativa de autonomia da literatura açoriana das restantes literaturas de expressão lusófona.

A sua poesia manteve sempre uma forte ligação ao solo açoriano, não deixando, porém, de dialogar cultural e poeticamente com «as ilhas todas do Mundo». Foi um dos promotores da elaboração da «Enciclopédia açoriana» e preparava uma «História da literatura açoriana» quando faleceu. Integrou, até 1974, o conselho de redação da «Seara Nova», tendo sido até 1992 funcionário da Biblioteca Nacional, da qual foi director dos Serviços de Investigação e de Actividades Culturais.


Notícia: rádio Atlântida e jornal «Açores 9».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Antigos caldeiros da Fábrica da Baleia

Ali mesmo junto ao mar, junto ao Museu, junto à rampa do porto do Boqueirão, onde outrora floresceu a maior base da economia da ilha das Flores (a baleação), encontra-se quase destruída esta relíquia do passado e de muitas memórias.

Estas duas caldeiras, que outrora fizeram parte das vivências de muitas famílias, parte integrante e fundamental da faina à baleia, estão votadas ao desprezo, ao abandono, à vandalização... é injustificável, inaceitável, intolerável! Milhares ou mesmo milhões de euros foram gastos na recuperação do Museu da Baleia, ali a duas ou três dezenas de metros.

Mesmo debaixo do olhar atento destes dois cartazes que anunciam grandes proezas, grandes epopeias monetárias... Para quê tudo isto se as atrocidades começam mesmo ali? A dois metros de distância. “Cego não é aquele que não vê, mas sim aquele que não quer ver!” Como será possível este lapso, este esquecimento, este ponto de encontro com o passado, que passados estes anos após a desactivação da Fábrica da Baleia ainda ali está resistindo a tudo e a todos, à espera de ser “encontrado/integrado” no restante conjunto do Museu Baleeiro que está muito bem restaurado.

Infelizmente não são bidões, são enormes caldeirões em ferro fundido com uma enorme capacidade de cozedura, que actualmente têm um valor incalculável, dada a sua história, localização, valor patrimonial/imaterial e o próprio valor monetário. Uma preciosidade da História da própria Humanidade... e que a História florentina (em cumplicidade com os nossos historiadores e responsáveis da nossa ilha) teimam em apagar.

Quão irrisória seria a quantia para a recuperação desta relíquia? Mas é assim a vida... É assim quando certas vontades servem outras tantas certas vontades e quando a razão não consegue ter razão perante as evidências, que claramente dão lugar a certas atrocidades que a História não consegue explicar... só mesmo algumas certas vontades.


José Agostinho Serpa

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Flores "perde" um deputado regional?

O resultado das eleições autárquicas vai provocar alterações na composição da Assembleia Regional, já que três dos novos autarcas anteontem eleitos são deputados regionais: Luís Maciel (PS, Lajes das Flores), Luís Silveira (CDS/PP, Velas de São Jorge) e Carlos Mendonça (PS, Nordeste - São Miguel).

Luís Maciel está assim de saída da Assembleia Regional, ele que foi deputado eleito pelo círculo eleitoral da ilha das Flores e que agora venceu a eleição para a presidência da Câmara Municipal das Lajes. Quem se segue nessa lista do PS para o círculo eleitoral florentino é Arlinda Nunes, que já é actualmente deputada regional eleita pelo círculo de compensação. Por isso a substituição de Luís Maciel deverá, segundo a Antena 1 Açores, ser feita pelo candidato seguinte do PS no círculo regional de compensação, neste caso é Ricardo Ramalho, da ilha Graciosa.

A eleição de Ricardo Rodrigues como autarca em Vila Franca do Campo vai também obrigar o PS a substituir um dos seus deputados açorianos na Assembleia da República.


Notícia: RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!