terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Exposição sobre nossa História natural

“Açores: do Fogo à Floresta” é o título da exposição de fotografia, da autoria de Pedro Cardoso, que abriu ao público, na [passada] segunda-feira [dia 1], no Museu das Flores.

A mostra fotográfica retrata a evolução da história natural dos Açores, desde as erupções vulcânicas ao povoamento vegetal e animal das ilhas. A exposição estará patente ao público em Santa Cruz das Flores até 31 de Março, podendo ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 e das 14 às 17 horas.

Trata-se de um excelente instrumento de trabalho, quer para as escolas quer para todos aqueles que se dedicam à protecção ambiental, pois os temas são apresentados com rigor científico mas de forma muito didáctica e apelativa, facilmente compreendida por um público não especializado.


Notícia: «Jornal Diário», RTP/Antena 1 Açores e o inestimável "serviço informativo" do GACS [Gabinete de Apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

"Famílias verdes" chegam aos Açores

Iniciativa do MIT-Portugal vai medir o consumo eléctrico de cem residências familiares açorianas.

O consumo eléctrico horário de uma centena de residências familiares dos Açores vai ser monitorizado pelo programa Green Families ("famílias verdes") do projecto Green Islands, em execução no arquipélago por iniciativa do MIT-Portugal, da Universidade dos Açores e do Governo Regional.

Uma fonte da Universidade dos Açores anunciou [no passado dia 30] que está já a decorrer o processo de selecção das [cem] famílias que serão abrangidas pela monitorização destinada a estudar os consumos de energia eléctrica nos lares da Região. Nas casas escolhidas serão instaladas pequenas caixas nas tomadas dos principais aparelhos eléctricos para se registaram os consumos horários respectivos, sendo que o funcionamento desses equipamentos permitirá às famílias abrangidas conhecer os gastos e adoptar medidas para a sua redução [do consumo de energia eléctrica].

Numa segunda fase, o programa Green Families prevê a instalação de equipamentos produtores de energia a partir de fontes renováveis em moradias de vinte famílias açorianas para monitorização do desempenho de unidades de micro-geração.

O projecto Green Islands pretende desenvolver estratégias para a sustentabilidade dos sistemas energéticos dos Açores e promover o incremento de novas tecnologias através do estabelecimento de parcerias entre empresas nacionais e estrangeiras do sector.


Notícia: TVI 24 e portal «Ciência Hoje».
Adicionalmente leia-se ainda uma outra notícia do «Jornal Diário»: "Optar pelo contador bi-horário pode levar a uma poupança de 7% [no consumo de energia eléctrica], segundo estudo da Quercus".

Saudações florentinas!!

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Petição contra o treino de caças super-sónicos americanos na Base das Lajes

Anteriormente, já havia chamado a atenção para este assunto (por três vezes, aqui no «Fórum ilha das Flores»): «Açores vão tornar-se campo de treino militar aéreo norte-americano???!!» [publicado há 2 anos], «N-Ã-O!!!! Nos Açores... não, não e não!!!» [publicado há 14 meses] e «F-22 a voar nos céus dos Açores: N-Ã-O!!» [publicado há 7 meses].

Toda e qualquer pessoa pode/deve assinar a petição "Somos contra o treino de caças F-22 americanos na Base das Lajes" e também pode aderir ao grupo no FaceBook.

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Bailes de Carnaval n' «Os Minhocas»

Saudações florentinas!!

Carnavalão na Casa do Povo das Lajes

Saudações florentinas!!

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Dar prioridade aos professores que pretendam fixar-se nas ‘ilhas da coesão’

O CDS/PP pretende criar condições que permitam fixar os professores nas ilhas menos desenvolvidas do arquipélago, defendendo a criação de uma prioridade para os docentes que se candidatem por períodos de seis anos.

“Para defender a qualidade do ensino é essencial proteger aqueles que, efectivamente, se querem fixar nestas ilhas”, afirmou o deputado regional Paulo Rosa, autor de uma proposta de alteração ao regulamento do concurso de pessoal docente que dará entrada brevemente no parlamento [regional] açoriano. Em causa estão os docentes do ensino pré-primário, básico e secundários nas escolas do Corvo, Flores, Graciosa, São Jorge e Santa Maria, vulgarmente designadas como ‘ilhas da coesão’.

Paulo Rosa, que falava numa conferência de imprensa em Ponta Delgada [ilha de São Miguel], considerou que o actual modelo do concurso de professores “é um caso de sucesso sem paralelo no país”, mas defendeu que além da prioridade que é dada aos docentes que se candidatam por três anos, deve ser criada uma nova prioridade para quem se pretenda fixar por seis anos.


Notícia: «Açoriano Oriental» e jornal «A União».
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

«Brumas e Escarpas» #2

Quando o Carvalho Araújo fazia serviço na Fajã Grande

A ilha das Flores era a única ilha dos Açores em que o velhinho [navio] Carvalho Araújo, que as visitava mensalmente, atracava em duas localidades: em Santa Cruz e nas Lajes. Como ambas as vilas estavam e ainda estão actualmente viradas a Leste, sempre que o mar estava bravo numa, ainda estava pior na outra, impedindo assim aquele paquete de fazer o serviço na ilha, o que se verificava geralmente uma vez por ano e no Verão.

Quando tal acontecia, em contrapartida o mar na Fajã Grande, freguesia voltada a Oeste e com um pequeno porto protegido por altas rochas, estava calmo e tranquilo. O vento era, com se dizia, “de cima da terra”. Nessas condições só era possível ao Carvalho fundear e fazer serviço na Fajã Grande, pese embora a grande oposição das populações de Santa Cruz e das Lajes, nomeadamente dos comerciantes daquelas duas vilas. É que só havia estrada até aos Terreiros e de lá até ao porto da Fajã, os passageiros tinham que ir a pé, atravessando rochas e veredas, saltando ribeiras e grotões, percorrendo ladeiras, atalhos e calcorreando caminhos maus e estreitos. Apenas os doentes eram transportados a cavalo ou em carros de bois e, os casos mais graves, em macas levadas aos ombros. Além disso os passageiros ou os seus familiares e amigos tinham que carregar a própria bagagem às costas.

Mas o principal e grande problema era o do gado e da manteiga que se havia de embarcar e, sobretudo, da mercadoria que o navio trazia e que teria que ser descarregada no porto da Fajã e depois transportada para os Terreiros a fim de ser levada em camionetas para as vilas. Assim todos os sacos de farinha, de açúcar, de adubo, de cimento, caixotes de sabão e de bebidas, bidões de cal e de petróleo ou gasolina, grades com garrafas de cerveja e de pirolitos e muita outra carga que o navio trazia com destino à ilha, tudo era descarregado no porto da Fajã Grande e transportado para os Terreiros em carros de bois, o que acarretava um enorme aborrecimento e uma despesa acrescentada para os comerciantes das duas vilas a que as mercadorias se destinavam. Por tudo isto, toda a população das Flores detestava e barafustava com a vinda do Carvalho para a Fajã Grande.

Ao contrário este dia na Fajã era de grande festa, contentamento e regozijo. Era rigorosamente, mais do que o tradicional “dia de São Vapor”, pois era uma verdadeira festa, a “Festa de São Vapor”. Nesse dia ninguém trabalhava nos campos, nem sequer havia escola ou catequese e toda a população se deslocava para o Porto, uns para trabalhar na carga e descarga, outros para arrumar e acartar a mercadoria e outros simplesmente para apreciar o espectáculo. Além disso, quase todos os carros de bois que existiam na Fajã eram requisitados para transportar a carga até aos Terreiros. Como os meios eram reduzidíssimos e menos operacionais do que os de Santa Cruz ou das Lajes, esta azáfama era muito demorada, prolongando-se por todo o dia, pela noite dentro e até de madrugada.

E era precisamente à noite, enquanto os homens paravam os carros carregados com os sacos de açúcar e outras mercadorias fora das suas casas, para uma frugal ceia, que nós, os garotelhos de então, à socapa, aproveitávamos uns pequenos buraquitos que os sacos de açúcar traziam e alargando ligeiramente a serapilheira, deitávamo-nos debaixo dos carros de boca aberta e voltada para cima, com as mãos a fazer de funil, a encher a barriga com o açúcar, que ia caindo a conta-gotas, vingando-nos da abstinência que dele tínhamos nas nossas casas durante todo o ano.

E creio que era esta a principal e mais importante razão porque eu e os ganapelhos da minha idade gostávamos tanto de que o Carvalho fizesse serviço na Fajã Grande, ao contrário dos comerciantes das Lajes e da Vila, que penalizados por tantas contrariedades, nem por sombras desconfiavam que, ainda por cima, lhe papávamos uma pequenina parte do açúcar.


Carlos Fagundes

Este artigo foi (originalmente) publicado no «Pico da Vigia».

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Três açorianos, 3 destinos diferentes: trabalhar “lá fora” para alcançar o sonho de uma vida...

Três açorianos, três destinos diferentes. Tércio Sousa, Tiago Santos e Dário Miguel fizeram as malas, despediram-se dos mais próximos e lutam agora naquela que todos apelidam de “aventura”, lá fora.

Moçambique, Espanha e Brasil, são os países aos quais Tércio, Tiago e Dário, respectivamente, escolheram ou tiveram oportunidade para encontrar um trabalho diferente, quem sabe um destino melhor. As razões que levam estes e tantos outros jovens a deixar os Açores são normalmente motivadas por questões económicas ou pelo espírito de aventura propício da sua juventude e leva a que estes muitas das vezes se transformem em histórias e com carreiras de sucesso.

Tércio Sousa, natural de Santa Cruz das Flores, 26 anos, viajou para Moçambique há quatro meses e ocupa actualmente a direcção de logística de uma empresa de construção civil, Castanheira e Soares, não sabe ao certo quanto tempo vai ficar no continente africano, mas considera o seu trabalho cativante e “não é o mesmo de trabalhar em Portugal/Açores”, afirma. “Conhecer África, a verdadeira África, onde posso coabitar com os locais, nos mais diversos sítios e as questões monetárias”, tornam a sua presença em Moçambique numa experiência de vida fantástica e que o florentino aconselha a qualquer pessoa que tenha algum espírito de aventura.

Tiago Santos, natural de Ponta Delgada, São Miguel, viajou aos 23 anos para Valência, em Espanha, para ingressar no ramo da informática. Técnico de instalação e manutenção de redes informáticas de uma empresa chamada ProSeleccion, o micaelense planeia ficar pelo menos mais 6 meses na vizinha Ibérica porque se adaptou bem e gosta do modo de vida a que se habituou. A possibilidade de aprender coisas novas e o seu grande interesse pela língua, o espanhol, aliado a motivos pessoais motivaram a sua saída dos Açores e, garante o próprio, voltaria a fazer o mesmo se surgisse novamente a proposta laboral. “Um grande apoio da minha família, e amigos em especial, foi essencial e voltaria a tomar a mesma decisão de sair dos Açores se fosse hoje”, referiu Tiago.

Dário Miguel, 31 anos, natural da Terra Chã, na Terceira, está há 9 meses em Cuiába, no Estado do Mato Grosso, no Brasil, e trabalha no ramo da hotelaria, no hotel Deville. A falta de trabalho nos Açores, e a esposa, que também se encontra no Brasil, levaram Dário a viajar para a América do Sul onde “temos oportunidade de crescer profissionalmente”, salientou.


Ambições

A nível profissional, Tércio está empenhado em ajudar a empresa onde trabalha a referenciar-se no mercado. “É difícil, mas são os objectivos complicados que nos fazem trabalhar mais e melhor”, sublinhou. “A nível pessoal, sinceramente não posso responder a isso, vou deixando a vida decidir. Por enquanto, não penso em regressar a Portugal”, salienta o jovem das Flores que agora tem que acordar às 4:30 da manhã para iniciar um dia trabalho.

Tiago ambiciona viver a vida a cada momento. “Nunca se sabe o que o futuro nos reserva, mas gostava de continuar a trabalhar na minha área”, refere. A falta dos amigos e da família são os principais condicionalismos de estar tão longe de casa.

Já Dário que mora numa cidade com muito movimento, muita poluição e com “trânsito muito desorganizado”, afirma que se vive praticamente com a mesma cultura, mudando os hábitos alimentares e o vestuário que agora são mais “leves”. A picanha e o arroz com feijão substituiu a alcatra à moda terceirense, e até o vocabulário teve que sofrer algumas alterações... “saudades da família que ficou nos Açores e das gentes das nossas ilhas, sem falar da beleza natural”, são as coisas que mais relembra.


Vivências

Tomar café a seguir ao jantar, “algo banal em Portugal”, refere Tércio, é um luxo em África. São pequenos detalhes como este que mostram a diferença e a variedade cultural que os continentes intercalam. A RTP-África é aquilo que liga Tércio a Portugal, mas iniciativas por parte da comunidade portuguesa não são frequentes.

Tiago refere que o português não se fala [quase] nada em Espanha pelo que, não fosse o seu interesse pelo espanhol, estaria agora em “maus lençóis”. “O sonho é correr e conhecer o mundo todo e quem sabe depois de esta grande experiência não seja possível”, afirma Tiago Santos.

Dário Miguel traz uma curiosidade às nossas questões. Segundo o terceirense falar “do jeito como se fala na Terceira... (risos) brasileiro não entende”. O vocabulário teve mesmo que sofrer algumas alterações e nem a língua de Camões parece ser mesmo suficiente para bom entendedor.


O futuro

A Pérola do Índico, Moçambique, é a casa de Tércio Sousa. “Viajar” por cidades e províncias, contactar directamente com populações, chamadas do “Terceiro Mundo”, e vivenciar de perto situações de miséria e desenvolvimento simultâneo são ocorrências diárias e que acrescentam história ao caminho e percurso deste florentino.

A falta da presença dos amigos e família nunca pode ser colmatada e qualquer um destes jovens açorianos vai relembrar a sua terra mais que ninguém. “O facto de acordar sempre com uma temperatura apetecível, com milhares de quilómetros de praia, uma gastronomia fabulosa, as melhores frutas que já tive o prazer de comer, e um povo amistoso”, são razões que, para Tércio, atenuam a distância e o que ficou para trás. “Como se diz cá: Moçambique quem te conhece, não te esquece jamais”, relembra Tércio Sousa.

Tiago Santos acostumou-se às tradições de Espanha e da sua língua. O facto de a Europa estar cada vez mais próxima reduz uma distância, que afinal não é tão grande para quem é ilhéu e sabe o que custa sair e voltar aos Açores. O seu contrato, o seu trabalho que enaltece e quer ver reconhecido podem ser a rampa para um mundo de sonhos e concretizações pessoais e profissionais. São Miguel e o mundo esperam-no.

Dário Miguel saiu da Terceira, deixou para trás a sua família, os seus amigos, as suas gentes e costumes. Agora, como referiu, tem oportunidade de crescer e enfrentar novos desafios num mercado promissor em terras americanas. Quando se fala num português nos “quatro cantos do mundo”, podemos acrescentar um açoriano, um ilhéu, um desejo de poder ir e conquistar um sonho ou simplesmente aventurar-se numa nova etapa. O Tércio, o Tiago e o Dário são apenas três exemplos, três açorianos, três destinos diferentes.


Reportagem integrante do «Diário dos Açores» desta 2ª-feira (dia 1).
Saudações florentinas!!

domingo, 31 de Janeiro de 2010

Jogo «À descoberta dos Açores»

O jogo lúdico «À Descoberta dos Açores», que pretende divulgar a história e a cultura das nove ilhas do arquipélago, vai passar a ser comercializado em português e inglês, o que permitirá a sua entrada nos mercados estrangeiros.

A versão bilingue, apresentada [no passado dia 6] em Ponta Delgada, permite divulgar os Açores junto dos turistas, que adquirem desta forma um maior conhecimento sobre o arquipélago, mas também manter a ligação à Região pelos filhos dos emigrantes açorianos nos Estados Unidos da América e no Canadá. "Em Toronto, no Canadá, onde reside uma grande comunidade de emigrantes açorianos, já foram lançados 3.500 jogos e o objectivo é ter o mesmo número [de jogos nas lojas] este ano na Califórnia e no Massachusetts, nos Estados Unidos da América, e no Brasil", afirmou Luís Carneiro, da empresa que lançou o jogo, em declarações à Agência Lusa.

O jogo «À Descoberta dos Açores» foi criado há cerca de um ano e meio por uma empresa privada, com o objectivo de "dar a conhecer os Açores aos açorianos e divulgar as potencialidades do arquipélago aos turistas". Este é um tradicional jogo de tabuleiro, para 2 a 5 jogadores, que avançam ao ritmo dos dados e de perguntas “sobre as ilhas, e com as quais é possível ir aprendendo factos da história e da cultura regionais, assim como da geografia ou das tradições açorianas”. Consiste em 50 cartas, com 10 perguntas cada uma, sendo uma delas referente a cada uma das nove ilhas com mais uma pergunta (joker) que corresponde a uma resposta certa relativamente a qualquer ilha”.


Notícia: «Açoriano Oriental», «Jornal Diário», rádio Atlântida, TV.net e o sempre inestimável "serviço informativo" do jornal «A União».
Pode também ler-se uma entrevista do «Açoriano Oriental» a um dos criadores deste jogo lúdico/didáctico.

Saudações florentinas!!

sábado, 30 de Janeiro de 2010

Formação em Reservas da Biosfera

Em pleno Ano Internacional para a Biodiversidade da UNESCO, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar está a promover acções de formação sobre o Sistema de Registo de Informação sobre Resíduos, nas ilhas Graciosa, Flores e Corvo.

Com esta iniciativa pretende-se dinamizar e promover a preservação da qualidade ambiental. As acções de formação são dirigidas a produtores de resíduos, operadores de gestão de resíduos, autarquias, Associações de Municípios, Câmaras de Comércio e Indústria e postos RIAC.

A formação está agendada para dia 2 de Fevereiro na ilha do Corvo. A ilha das Flores recebe estas acções nos dias 8 [à tarde, nas Lajes] e dia 9 de Fevereiro [de manhã, em Santa Cruz].


Notícia: «Jornal Diário», rádio Atlântida e o sempre inestimável "serviço informativo" do GACS [Gabinete de Apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Alunos vendem 'Magalhães' por 5 €uro$

Crianças açorianas estão a vender computadores 'Magalhães' por cinco euros ou em troca de brinquedos. Segundo a [rádio] Antena 1 [Açores], crianças da ilha de São Miguel - muitas delas oriundas de bairros carenciados e que receberam o [computador] portátil nas suas escolas - fazem negócio trocando o computador ['Magalhães'] por dinheiro ou por brinquedos. Algumas delas declararam mesmo que a troca pode ser efectuada por uma bicicleta ou por um carro de esferas. Outras [crianças] pedem entre os 5 e os 30 euros "para a mãe fazer a sua vida, para comer ou só mesmo para brincar". Questionada sobre a questão, a secretária regional da Educação, Maria Lina Mendes, disse à [rádio] Antena 1/Açores que "a partir do momento em que os pais pagam o computador ['Magalhães'], essa responsabilidade passa a ser deles e não da tutela". O Governo [Regional] pagou cerca de 200 euros por cada [computador] 'Magalhães'.

Notícia: «Diário de Notícias».
De lembrar ainda que o concurso para o sucessor do [computador] 'Magalhães' alegadamente exclui os alunos do ensino básico dos Açores e da Madeira, o que motivou um pedido de reunião da secretária regional Lina Mendes com responsáveis do Ministério da Educação.

Saudações florentinas!!

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Domingo há futebol na ilha das Flores: em apoio às vítimas do sismo no Haiti!!

Saudações florentinas!!