terça-feira, 30 de junho de 2015

Jangada completa 15 anos de revista

O grupo de teatro A Jangada festeja os seus 15 anos de revista à portuguesa com a apresentação da peça "Esta Paródia é uma Festa". Com estreia no próximo sábado (dia 4), esta revista à portuguesa terá ainda sessões nos dias 5, 10, 11 e 12 de Julho, sempre pelas 21h30, no auditório do Museu municipal de Santa Cruz das Flores. A encenação e direcção artística está a cargo de Joaquim Salvador.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Artesanato açoriano na FIA em Lisboa

Mais uma participação do Centro Regional de Apoio ao Artesanato na Feira Internacional de Artesanato.

O “stand” que representa os Açores conta com a presença de onze unidades produtivas artesanais das ilhas de São Miguel, Terceira, Pico e Flores, que exibirão as mais diversas áreas artesanais, designadamente os bordados, as miniaturas de madeira, os brinquedos, as rendas, a escama de peixe, a arte de trabalhar o couro, os presépios de lapinha, o patchwork, a bijuteria contemporânea e os instrumentos musicais de corda, mais propriamente a viola da terra, típica dos Açores.

Para além da exposição de produtos artesanais, o espaço destinado à representação açoriana foi palco, no passado fim-de-semana, de um espectáculo de viola da terra pelo artesão florentino José Agostinho Serpa, que utilizou um conjunto de instrumentos, designadamente o cavaquinho, o bandolim, a viola da terra e a viola clássica, construídos com madeira típica dos Açores, casos do plátano e a myrica-faia.

A presença do Centro Regional de Apoio ao Artesanato nesta Feira Internacional de Lisboa tem como objectivo não só promover o artesanato açoriano e os artesãos, numa perspectiva de se alcançarem novos públicos a nível nacional e internacional.


Notícia: «Jornal Diário», rádio Atlântida, jornal «Terra Nostra» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

domingo, 28 de junho de 2015

Na Cuada fez-se Festa de Espírito Santo

Notícia: «TeleJornal» da RTP Açores.
Saudações florentinas!!

sábado, 27 de junho de 2015

Índice de coesão mais baixo do país

O índice de coesão procura refletir o grau de acesso da população a equipamentos e serviços colectivos básicos de qualidade, bem como os perfis conducentes a uma maior inclusão social e a eficácia das políticas públicas traduzida no aumento da qualidade de vida e na redução das disparidades territoriais.

Os Açores ficaram na penúltima posição no índice de coesão entre as vinte e cinco regiões portuguesas NUTS 3.

O índice sintético de desenvolvimento regional é o resultado do desempenho conjunto nas componentes (índices parciais) da competitividade, coesão e qualidade ambiental. No índice sintético de desenvolvimento regional os Açores são a penúltima região portuguesa, só tendo atrás de si o Alto Tâmega.

O índice sintético de desenvolvimento regional (coesão) mostra mesmo um muito preocupante afastamento dos Açores nos últimos anos face à média nacional (índice 100), sendo que em 2011 a Região tinha 82,9%, em 2012 desceu para 80,1% e em 2013 voltou a descer para 78,4%.


Notícia: «Diário dos Açores» e «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Recuperação de antigos moinhos de água

A Câmara Municipal das Lajes concluiu a reparação de dois moinhos de água situados nas margens da Ribeira Funda, na Fazenda, e beneficiou o seu acesso pedonal. Apesar de não estarem completos com todos os seus engenhos de moenda, esta recuperação permite dar testemunho de mais dois moinhos que existiam no concelho das Lajes.

Os moinhos de água de rodízio ou em roda horizontal ligada do “inferno” à mó já existiriam no ano 85 antes de Cristo. Os moinhos de água surgiram na ilha das Flores praticamente por ocasião do seu povoamento, tendo sido assim uma das primeiras “indústrias” da ilha.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Documentário de tv alemã encontra “protagonistas locais” em cinco ilhas

Uma equipa de reportagem da televisão alemã SWR está nos Açores para recolher imagens e fazer um documentário diferente sobre algumas ilhas.

O jornalista Dirk Schraeder quis encontrar pessoas que “nunca viu na televisão” para dar uma outra perspectiva ao documentário. A equipa, que integra também o operador de camera Ulrich Nisslex e o operador de som Marcus Siegle, já esteve nas ilhas das Flores, Corvo, Faial, Terceira e agora em São Miguel onde já recolheu algumas “estórias” que são também a identidade dos Açores.

Depois de “ver cerca de 15 reportagens do arquivo da televisão alemã”, o jornalista alemão decidiu “não ter golfinhos nem falar sobre o Peter´s Café Sport. Quis algo que não seja expectável” e por isso para o documentário de 45 minutos sobre os Açores, foi à procura de gente diferente que vive nas ilhas.

Dirk Schraeder conta que no Corvo, dada a dimensão da ilha, apenas estiveram quatro horas. No entanto, na ilha das Flores houve alguma emoção quando “ao fim de estar 25 anos à frente do escritório editorial europeu [da SWR] pude estar no ponto mais ocidental da Europa”, explica o jornalista que esclarece que nesta ilha a história “era para ser um homem que conduz uma carrinha e faz distribuição de pão, mas infelizmente ele estava a pescar num barco e o tempo piorou e ele não conseguiu chegar a tempo da reportagem”. No entanto, encontraram alguém que os levou a ver as grutas e ao ilhéu do Monchique, “e foi comovente”.

“Aventuras de pessoas no campo” [tradução livre do nome do programa] está no ar há 14 anos e passa na televisão alemã aos domingos à tarde e “é basicamente visto por professores ou por pessoas que querem alargar horizontes”, explica o jornalista. Dirk Schraeder não garante que depois do programa ser emitido, possivelmente em Setembro, “venham mais pessoas aos Açores” além dos turistas alemães que anualmente visitam o arquipélago. Mas, “sabemos pelo feedback dos telespectadores, que muitos deles visitam os países que mostramos para verem com os seus olhos o que mostramos. Por isso a probabilidade de virem mais turistas é boa”, refere.

Dirk Schraeder e a equipa mostram-se surpreendidos com os Açores. Primeiro o jornalista diz que “é tudo muito bonito” e depois confirma que a primeira impressão foi de “surpresa”. E confessa que “nunca pensei que uma paisagem verde, campestre, em parte muito parecida com a Alemanha ou até com a Suíça, tivesse a parte vulcânica” e dá o exemplo de qualquer local onde se vá ao longo da linha da costa “podemos ver pedras vulcânicas”.

Por isso o jornalista, habituado a “viajar muito nos últimos 25 anos, já fiz cerca de 600 filmes para a televisão alemã no estrangeiro”, confessa que “pelo mundo todo nunca vi um sítio onde houvesse esta mistura tão interessante. É muito bonito”, conclui Dirk Schraeder.


Notícia: jornal «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Teatro de marionetas no Museu das Lajes

No âmbito da Temporada Artística 2015, o Museu municipal das Lajes apresenta na próxima sexta-feira (dia 26), pelas 21h30, a encenação de marionetas “Novas Estórias de Dom Roberto”, que estará a cargo do agrupamento Fio D’Azeite, sob a direção de Nuno Correia Pinto.

Nuno Correia Pinto, mestre em Teatro na especialidade de ator-marionetista pela Universidade de Évora, tem a sua atividade artística no Chão de Oliva – Centro de difusão cultural em Sintra, exercendo as funções de direção de produção, gestão e administração e direção artística do Fio d’Azeite. Habitualmente cria, interpreta e encena espetáculos de teatro de marionetas e de teatro, com textos próprios ou de outros.

O projeto Fio d’Azeite encontra-se exclusivamente vocacionado para o desenvolvimento da arte da marioneta e surgiu a partir de 1989 no contexto do Chão de Oliva – Centro de Difusão Cultural de Sintra.


Notícia: «Jornal Diário», rádio Atlântida e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

terça-feira, 23 de junho de 2015

Homem de 70 anos está desaparecido

O septuagenário estava a pescar na costa leste da ilha das Flores, no calhau na zona da Fazenda das Lajes, encontrando-se desaparecido desde domingo, disse fonte da Capitania do Porto da ilha das Flores.

De acordo com o tenente Abrantes, adjunto da Capitania, as autoridades marítimas foram alertadas do desaparecimento às 18 horas de domingo pelos familiares do idoso, tendo de imediato a Polícia Marítima desenvolvido buscas, que continuaram durante o dia de ontem com recurso a uma embarcação e equipas em terra dos Bombeiros e da PSP.

As buscas foram entretanto interrompidas com o cair da noite e vão ser retomadas na madrugada de hoje [terça-feira], ainda de acordo com o tenente Abrantes, que afirma terem sido encontrados no local pertences do idoso, nomeadamente a sua roupa.


Notícia: SIC Notícias e jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Ter cautela na exploração de minérios

O cientista Phillip Dearden aconselha “muito cuidado” na concessão de exploração de minérios nas águas dos Açores pelos danos colaterais que poderá provocar nos ecossistemas existentes na Região.

“O velho modelo ainda reina. Eles vão querer conseguir os maiores retornos económicos possíveis sem se preocuparem com danos colaterais. Não estão preocupados com as pescas a não ser que os façamos preocuparem-se. É uma questão de regulamentação. Diria que os Açores têm de ter muito cuidado”, disse o professor da Universidade de Victória, no Canadá.

Nos últimos 25 anos, o cientista britânico Phillip Dearden desenvolveu programas de pesquisa na área da preservação ambiental em espaço marinho na Tailândia e trabalhou em outros países na mesma região, particularmente no Cambodja. Tem uma vasta experiência desenvolvida no Sri Lanka e atualmente trabalha na China.

Phillip Dearden considera que os Açores constituem um local com “muitos espaços abundantes” e onde “ainda existem escolhas” que em muitos outros locais do planeta já não podem ser feitas. Esta “situação de exceção” do arquipélago deve ser gerida a longo prazo, não devendo a Região “entusiasmar-se com esquemas e situações de curto prazo” visando extrair recursos, segundo o cientista.

O professor da Universidade de Victoria, que não é contra a exploração de minérios, alerta que quando se desenvolvem novas tecnologias, como no caso da exploração mineira subaquática, se avança “muito rapidamente, sem estudar os impactos. Os benefícios económicos parecem ser tão vastos que nos atiramos de cabeça. Depois descobrimos, no espaço de 10 anos, que foi um erro. A minha experiência não me diz para não o fazermos, mas temos de olhar as formas seguras de o fazer”, aconselha Phillip Dearden.

No que toca ao ordenamento do espaço marítimo, defende que a regulação não resulta com base em leis e decretos e que é imperioso desenvolver um sistema baseado em incentivos: “Uma abordagem mais efetiva passa por criar incentivos para que sejam as pessoas a proteger as suas áreas marinhas e os seus ‘stocks’ de peixe. Muitos desses pescadores sabem que as suas pescarias estão a entrar em declínio e que, a longo prazo, não são sustentáveis. Os que eles precisam é de ajuda para tornar as pescas mais sustentáveis no futuro”, defende o cientista.

O investigador britânico considera que a indústria do turismo relacionada com as atividades marinhas é uma boa aposta, uma vez que os Açores possuem várias características que não se encontram em outros locais do mundo. O cientista exemplifica que na Tailândia e no sudoeste asiático os alemães pagam milhares de dólares para observarem recifes tropicais mortos pela sua vulnerabilidade às alterações climáticas, quando nos Açores apenas se depende da quantidade de peixe existente, do número de baleias, dos tubarões, dos cenários subaquáticos.

Phillip Dearden está convicto de que o mergulho subaquático nos trópicos vai tornar-se ainda mais problemático devido à solidificação e aumento da temperatura e que, nesse contexto, mais mergulhadores europeus procurarão os Açores, logo que se mantenha a qualidade existente.


Notícia: jornal «Açores 9» e «Jornal Incentivo».
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domingo, 21 de junho de 2015

Melhores destinos turísticos em 2015

Definitivamente na moda, os Açores foram eleitos, mais uma vez, um dos melhores destinos turísticos europeus. Desta vez foi a maior editora de guias de viagem, a Lonely Planet, que colocou estas nove ilhas portuguesas na terceira posição dos dez destinos em alta para incluir nos seus planos de viagem em 2015.

"Ficam longe de tudo, o que ajuda a explicar porque são um dos segredos mais bem guardados das viagens na Europa, aqui a natureza reina, as paisagens esmeralda do arquipélago, a abundante vida marinha e o tipo de aventuras amigas do ambiente que já levaram os Açores a serem declarados o destino mais sustentável do mundo", descrevem os autores da editora, adiantando que, com o início dos voos low-cost para São Miguel, "o segredo foi por fim revelado".

Além do arquipélago dos Açores, também a cidade do Porto foi distinguida, surgindo em décimo lugar por ser "uma pechincha" que está "a viver um renascimento criativo".

O top 10 dos melhores destinos na Europa em 2015 é liderado por Akureyri (na Islândia), "uma região de verdes pastagens, vilas piscatórias, cascatas e baías cheias de baleias". Em segundo lugar destaque para Leipzig (na Alemanha), por ser considerada a "nova Berlim". No top 10 também estão Málaga (em Espanha), Belgrado (na Sérvia), Piemonte (em Itália), Baku (no Azerbaijão), Amesterdão (na Holanda) e Tromsø (na Noruega).


Notícia: jornal «Correio da Manhã» e «P3».
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sábado, 20 de junho de 2015

Preocupação com plásticos no mar

O movimento de cidadania "No More Plastics for the Azores" está preocupado com a quantidade de plásticos no mar dos Açores e as suas consequências ambientais, sobretudo no meio marinho.

“Este movimento cívico surgiu [na ilha do Faial] em torno da questão da utilização dos sacos plásticos e da necessidade de reduzir o seu número por causa do efeito destrutivo no ambiente e, especialmente, no meio marinho”, explicou Tiago Redondo.

Por os Açores serem ilhas, o movimento considera que os residentes “têm uma responsabilidade acrescida de evitar que os resíduos acabem no oceano, onde têm um efeito terrível”.

O objetivo é pressionar os poderes públicos em relação a esta questão, mas também envolver os cidadãos e levá-los a agir, reduzindo a expressão do plástico em cada ilha, recolhendo-o e diminuindo a poluição no mar dos Açores.

Tiago Redondo lamenta que não haja um estudo nos Açores sobre estes resíduos, o que seria “muito importante”, uma vez que permitiria apurar como se movimentam os plásticos no oceano e se depositam nas ilhas açorianas.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Ilhas ocidentais sem património baleeiro que deva ser restaurado e conservado?

Governo Regional concedeu mais de 143 mil euros de subsídio destinado a apoiar a conservação e restauro de embarcações baleeiras, bem como projetos de investigação e salvaguarda da memória do património ligado à atividade da caça à baleia.

O despacho do secretário regional da Educação e Cultura, já publicado em Jornal Oficial, além do cumprimento da legislação e regulamentação regional sobre esta matéria, salienta a "relevância” que o património ligado à caça à baleia tem para a identidade cultural açoriana.

O subsídio agora atribuído destina-se a apoiar mais de seis dezenas de projetos apresentados por 26 entidades das ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial.

Apenas as ilhas das Flores e Corvo não apresentaram qualquer projeto nesta área.


Notícia: «Jornal Diário», «NO Revista» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!