terça-feira, 16 de Setembro de 2014

Visita estatutária do Governo Regional

Tem hoje início a anual visita estatutária à ilha das Flores, nem demorando sequer 48 horas de estadia.

Logo depois da chegada da comitiva governamental à ilha das Flores, o presidente do Governo Regional vai presidir à apresentação pública do projeto de arquitetura da requalificação e ampliação do Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz, terminando o primeiro dia da visita com a reunião do Governo Regional com o Conselho de Ilha das Flores, a que se seguirá uma reunião do Conselho do Governo.

Na quarta-feira, Vasco Cordeiro visita a empreitada de construção do sistema de abastecimento de água à pecuária, que vai beneficiar cerca de 180 hectares de pastagens, e inaugura o caminho rural dos Cedros, com cerca de dois quilómetros de extensão, que envolveu um investimento superior a meio milhão de euros.

Ainda neste segundo dia [amanhã], o presidente do Governo Regional vai presidir ao encerramento do colóquio internacional ‘Açores e as Fronteiras da Europa’, promovido pela Universidade dos Açores e que conta com o apoio do Governo Regional.

A encerrar o programa de quarta-feira, e já no concelho das Lajes, o Governo Regional estará disponível para receber a população florentina, no âmbito de uma política de proximidade com todos os açorianos de cada uma das ilhas do arquipélago e que se tem concretizado em todas as visitas estatutárias da atual legislatura.

O programa desta visita estatutária, como habitualmente, inclui ainda visitas dos membros do Governo Regional a vários investimentos e reuniões com diversas entidades, além da assinatura de protocolos com instituições locais.

A entrega dos galardões Quality Coast, que distinguem a qualidade das zonas balneares açorianas, a apresentação do Encontro Internacional de Canyoning dos Açores e uma ação de plantação de espécies raras da flora açoriana, são algumas das iniciativas integradas no programa desta visita estatutária do Governo Regional à ilha das Flores.


Notícia: rádio Atlântida, «Jornal Diário» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Tarifas promocionais e voos no Inverno

Conselho de Ilha das Flores vai pedir ao Governo Regional a disponibilização de mais passagens promocionais para a população local nos voos da SATA e mais ligações aéreas durante o Inverno.

O Governo Regional realiza, de terça a sexta-feira, uma visita ao grupo ocidental do arquipélago, em conformidade com o que determina o estatuto político-administrativo da Região Autónoma.

O Conselho de Ilha das Flores quer que, durante o horário de Inverno da SATA, os residentes na ilha tenham acesso aos aeroportos da Horta, Terceira e Ponta Delgada em todos os dias da semana, segundo o memorando enviado ao Governo Regional para preparar a reunião de amanhã.

Os conselheiros florentinos questionam ainda para quando está prevista a certificação da iluminação da pista do aeroporto da ilha, lembrando que manifestaram essa preocupação aquando da privatização da ANA e que este é um “assunto há muito falado mas nunca resolvido”.

No capítulo dos transportes marítimos, o Conselho de Ilha das Flores pede a requalificação da orla costeira e porto das Poças de Santa Cruz das Flores, defendendo uma melhoria das condições de embarque e desembarque de passageiros.

Por outro lado, os conselheiros entendem que é imperioso estender a melhoria das comunicações, através do acesso às redes digitais a algumas freguesias: “Com a extensão do anel do cabo de fibra óptica ao grupo ocidental e com a obrigatoriedade das ligações terrestes de fibra óptica chegou-se a cerca de 50 a 60 por cento da população, mas as pequenas freguesias ficam ainda assim longe do acesso a melhores comunicações”, refere o memorando.

O Conselho de Ilha quer, ainda, que o Governo Regional faça um ponto de situação dos projetos previstos na Carta Regional de Obras Públicas para a ilha das Flores, pedindo informações sobre o funcionamento do aterro para resíduos de construção e demolição e alertando que “o problema da ETAR que serve a Cooperativa Ocidental” se mantém, questionando se está prevista “alguma ação ou apoio para resolução definitiva desta situação, que se prolonga já há alguns anos”.

No setor da saúde, o documento pede mais clínicos para a ilha, para que “todos os florentinos possam usufruir de um médico de família”. A situação do laboratório de análises da Unidade de Saúde de Ilha, em especial a “fiabilidade” da utilização do sistema 'point of care', as consultas nas Lajes e as deslocações de médicos especialistas à ilha das Flores são outras das questões incluídas no memorando.

O estatuto político-administrativo dos Açores estabelece que o Governo Regional tem de visitar uma vez por ano todas as nove ilhas do arquipélago, convocar o Conselho do Governo e reunir-se com o Conselho de Ilha durante a estadia. Os Conselhos de Ilha integram autoridades políticas locais e representantes dos sindicatos e associações empresariais de cada uma das ilhas.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

domingo, 14 de Setembro de 2014

Câmaras Municipais nunca mostraram interesse nos Centros de Resíduos

O director regional do Ambiente afirmou que a política de gestão de resíduos constitui “uma das mais importantes reformas estruturais alguma vez feita nos Açores”, frisando que a política desenvolvida nesta área pelo Governo Regional “fará dos Açores um espaço de referência, nos contextos nacional e europeu”.

Hernâni Jorge recordou que, no ano passado, os Açores procederam à valorização de 21,4% dos seus resíduos urbanos, contra 13,1% em 2012, o que se traduziu numa “consequente diminuição da deposição em aterro de 86,9% para 78,6%”. Para o director regional do Ambiente, foi possível chegar a estes bons resultados apesar das dificuldades acrescidas que resultam das especificidades dos sistemas insulares.

O governante açoriano salientou ainda que, ao longo dos processos de construção dos Centros de Processamento de Resíduos, o Governo Regional “manteve um diálogo permanente com todos os municípios das ilhas do Corvo, Flores, Graciosa, São Jorge, Pico, Faial e Santa Maria, e estes – com excepção da Câmara Municipal da Horta – nunca mostraram interesse em assumir a exploração” daquelas infraestruturas.

Hernâni Jorge revelou também que, à medida que têm sido concluídas as obras nos Centros de Processamento de Resíduos, a Direcção Regional do Ambiente “tem reunido com os municípios ou respectivas associações, tendo-se disponibilizado para apoiar, inclusivamente com meios financeiros, acções de sensibilização para a recolha selectiva dos resíduos urbanos”.

Cada açoriano produz quilo e meio de resíduos urbanos por dia, muito acima da média nacional. Em 2012 a média regional de produção de resíduos urbanos foi de 1,53 quilos por habitante/dia, quando a nível nacional a média é de 1,26 quilos.

Ao longo dos últimos cinco anos tem vindo a aumentar a valorização dos resíduos urbanos nos Açores, passando de 17% em 2009 para 21% em 2013, enquanto a eliminação de resíduos diminuiu na mesma proporção.

O Governo Regional estima que a taxa de reciclagem de resíduos urbanos nos Açores passe de 23% em 2013 para 50% em 2020.


Notícia: jornal «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

sábado, 13 de Setembro de 2014

Perigo de uso excessivo de adubos

Vários especialistas da Universidade dos Açores defendem que há sinais indicando existir abusivo e inadequado uso de adubos, nomeadamente os azotados.

De acordo com Jorge Pinheiro, professor da Universidade dos Açores, a situação atual no que se refere à utilização de adubos pela lavoura representa uma verdadeira "caixa secreta", não havendo "noção da quantidade de adubos que são importados pela Região e que quantidades são utilizadas".

A situação poderá estar a trazer custos elevados a nível do rendimento das explorações, do bem-estar animal e também da vertente ambiental, com perigo no que se refere à água, visto que o azoto se movimenta no solo. Jorge Pinheiro sublinha que, se há três décadas atrás existiam alguns números sobre a matéria, hoje encara-se o vazio de conhecimento: "Estamos a pagar o preço da ignorância real dos factos. Os juízos que se fazem podem pecar por excesso ou defeito", resume.

Também Anabela Gomes, da Universidade dos Açores, sublinha que não há estatísticas sobre a matéria no arquipélago. Os custos de uma utilização que se adivinha excessiva de adubos azotados podem estar a verificar-se nas explorações: "A aplicação excessiva [de adubos] pode traduzir-se na morte de animais e em abortos espontâneos. As vacas consomem pastagem com demasiados nitratos e o leite regista elevados índices de ureia, também. Há muitas consequências possíveis".

O grande risco para a saúde humana poderá ser a contaminação das águas. Anabela Gomes sublinha que, no caso da ilha Terceira, as águas para consumo veem sobretudo das terras altas, onde não se pratica agricultura, pelo que o risco está minimizado.

O professor universitário Alfredo Borba afirma existirem análises a forragens que indicam a presença excessiva de adubos, mas não se consegue ir além destes sinais preocupantes: "Não há estatísticas", sublinha, "embora tudo indique no sentido de um uso inadequado dos adubos". Alfredo Borba defende que a situação tem um custo para as explorações e também ambiental.

Para Jorge Pinheiro, o cenário é incompreensível: "Qualquer país ou região agrícola que se preze faz questão de ter estes dados, é essencial", sustenta o investigador universitário.

Um passo para reduzir a utilização de adubos azotados seria a introdução de espécies que naturalmente fixam nas terras o azoto presente na atmosfera. Em causa estão as leguminosas, como o trevo branco e amarelo ou a luzerna. Anabela Gomes defende a necessidade de a Região dar passos neste campo já há vários anos, mas até agora nada tem sido feito: "Trata-se de ver que espécies se dão melhor em determinadas explorações, onde devem ser utilizadas e avançar para isso. Era isto que os antigos, que não tinham acesso a adubos, faziam".

Uma fonte contactada pelo «Diário Insular» expressou convicção de que o uso excessivo de adubos nas explorações pode estar a levar a quebras de rendimento na ordem dos 25 por cento. Um estudo publicado na «Science For Enviroment Policy» aponta que a presença de biodiversidade nas pastagens leva naturalmente a solos férteis.

Os especialistas defendem que diferentes lavouras terão diversos caminhos e que é tempo de uma ação conjunta entre Governo Regional, associações agrícolas e Universidade dos Açores.


Notícia: jornal «Diário Insular».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 12 de Setembro de 2014

À conversa com Pierluigi Bragaglia

Pierluigi Bragaglia, natural de Bolonha, é um imigrante italiano radicado nesta ilha há várias décadas e que tem desenvolvido actividades no ramo da hotelaria, turismo e literatura.

Licenciado em Ciências Políticas e com uma tese de História Moderna sobre os Açores e Madeira, Pierluigi Bragaglia conta com vários livros já editados, uma parte dedicados à ilha de acolhimento e aos Açores em geral. Sem sombra de dúvida que o seu amor por esta terra é inquestionável, bem como a sua dedicação e empenho que coloca em tudo o que faz e a personalizada atenção para com os milhares de turistas que passam pela sua “mão”.

Pierluigi tem o seu nome gravado na história florentina e na vida de muitas pessoas, quer sejam de cá ou de outras longínquas paragens. Sempre em grande azáfama, teve a amabilidade em aceitar o convite de Costa Ocidental para gravar este trabalho para memória futura. Para ficar a saber quase tudo, nada melhor que ver e ouvir esta entrevista conduzida por Gabriela Silva, aliás a quem se agradece profundamente pela disponibilidade e grande profissionalismo que tem colocado em prol desta iniciativa.

Obrigado a Pierluigi Bragaglia, à Câmara Municipal das Lajes pela cedência do espaço para fazer esta gravação.

Obrigado à Luísa Silveira pela ajuda na produção.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

Recolha de receitas antigas florentinas: para que não se percam nossas tradições

A Associação Amigos da ilha das Flores (AAiF) promove no próximo dia 20 de Setembro um ‘workshop de compotas e bolachas caseiras’.

Esta iniciativa da AAiF tem por objectivo recuperar e divulgar algumas receitas tradicionais da ilha das Flores em particular e dos Açores em geral, quer de compotas quer de bolachas, partilhando saberes e experiências entre todos os participantes.

Entretanto, a direcção da AAiF desafia também os seus sócios, familiares e amigos a partilharem receitas antigas da ilha das Flores que tenham - sejam compotas, bolachas ou outras receitas tradicionais florentinas - para uma recolha e compilação que está a ser efectuada para memória futura.


Notícia: jornal «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

Grupo de Teatro A Jangada levou à cena «Super-Tuga e os heróis da revista»

“Super-Tuga” foi mais uma peça de revista à portuguesa levada à cena na ilha das Flores pelo Grupo de Teatro A Jangada, que entre os dias 5 a 9 de Julho fez as delícias de todos aqueles que se deslocaram ao salão d' Os Minhocas, bem como os que espalhados pelo Mundo virem estas imagens.

Amadores mas com desempenho ao nível profissional, estes atores florentinos e não só, formam um grupo coeso e de alta performance, com a qualidade que já nos habituam há muitos anos a esta parte de se poderem apresentar em qualquer palco onde o teatro possa ser visto.

Desta feita a encenação do “Super-Tuga” contou com um elenco de cerca de duas dezenas de atores, para além de todo um suporte técnico que para o efeito é exigível, bem como um enorme guarda-roupa. O encenador Joaquim Salvador tem nesta revista à portuguesa mais um ponto de orgulho na sua carreia profissional, aliás durante o espectáculo era visível e até audível os momentos de grande satisfação que dele se apoderaram.

Muito obrigado ao Grupo de Teatro A Jangada e a todo o seu elenco, ao encenador Joaquim Salvador, à direcção do Grupo Desportivo Os Minhocas (onde foram captadas as imagens), bem como a todos aqueles que de uma forma ou de outra tornaram possíveis mais estre trabalho, que certamente servirá como testemunho para as gerações e memórias futuras, contribuindo assim para uma mais-valia no património intangível da ilha das Flores, dos Açores e até da Humanidade.

Obrigado especial à Luísa Silveira pela ajuda incansável e imprescindível, pois está sempre pronta a dar o seu melhor, quer na ajuda à produção quer na fotografia.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

terça-feira, 9 de Setembro de 2014

Ilhas que são Reservas da Biosfera foram arredadas de Encontro internacional

Os deputados Manuel Pereira e Arlinda Nunes (eleitos pela ilha das Flores), Iasalde Nunes (eleito pelo Corvo) e José Ávila (eleito pela Graciosa), pertencentes ao grupo parlamentar do PS, chumbaram hoje na Assembleia Regional um voto de protesto sobre o Encontro internacional de Reservas da Biosfera ir realizar-se fora das ilhas açorianas que são Reserva da Biosfera.

Os partidos da oposição no Parlamento açoriano acusam o Governo Regional socialista de querer "esconder o lixo" e ter "vergonha" de mostrar à UNESCO as ilhas classificadas como Reserva da Biosfera.

Em causa está o 12º Encontro Internacional da REDBIOS (Rede das Reservas da Biosfera do Atlântico) que decorrerá nos Açores este mês, em ilhas não classificadas como Reserva da Biosfera e sem incluir aquelas a quem está reconhecido esse estatuto (ou seja, as ilhas da Graciosa, Flores e Corvo).

"Temos motivos para suspeitar que a Direção Regional do Ambiente e a Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente pretendem esconder, por exemplo, as lixeiras a céu aberto que se mantêm nas ilhas que são Reserva da Biosfera", disse a deputada Zuraida Soares (do Bloco de Esquerda), que levou o assunto ao plenário da Assembleia através de um "voto de protesto".

O assunto está a gerar contestação na Graciosa, Flores e Corvo, as ilhas que são Reserva da Biosfera, e hoje, numa entrevista ao programa Inter-ilhas, da RDP Antena 1 Açores, Carlos Brum, presidente do Núcleo empresarial da Graciosa, manifestou-se "estupefacto" com a decisão. Também o presidente da Câmara Municipal do Corvo, José Silva classificou de "estranha" a decisão de realizar este Encontro nas ilhas do triângulo.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 8 de Setembro de 2014

Concerto do Grupo de Violas Açorianas

Um grupo de pessoas com muito amor à música e à Viola da Terra tem vindo a realizar concertos em várias ilhas deste arquipélago, com o objectivo de mostrar e divulgar um pouco da nossa cultura musical, mas em especial demonstrar o quanto é valiosa para os Açores e suas gentes a nossa Viola da Terra (que também dá pelos nomes de Viola de Arame, Viola de dois Corações e Viola dos Açores).

Esta relíquia da cultura açoriana tem uma longa e fantástica história que teve início no século XIII, passando pelos Descobrimentos e pela realidade de se ser ilhéu. Por vezes toda esta História está simbolizada no tampo de cada instrumento, quando o seu construtor tem esse capricho e conhecimento.

Como esclarecimento deve ser dito que este instrumento só não foi "adoptado" pelas populações/cultura da ilha Terceira, sendo uma relíquia comum em todas as restantes oito ilhas açorianas. O primeiro exemplar, que se tenha conhecimento, data do século XV e desde então a Viola da Terra tem feito parte da nossa vida, tendo sido durante séculos um objecto obrigatório nos bailes, festas, em alguns casos sendo mesmo o único instrumento na festa. Até no dote de casamento, pelo menos em algumas ilhas, a Viola da Terra era objecto obrigatório.

É nesse contexto que o Grupo de Violas Açorianas realizou mais um concerto, desta feita no auditório do Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico. Este concerto teve sabor especial: ser o primeiro grupo musical a desfrutar deste espaço, sendo escolhido para o acto de inauguração daquele auditório e poder degustar a magnífica qualidade acústica conseguida através da monumental arquitectura que esteve a cargo do arquitecto Rui Pinto.

Este Grupo de Violas Açorianas tem representantes de cinco das nove ilhas, no entanto um dos seus objectivos é ter representantes do maior número possível de ilhas dos Açores. Actualmente o Grupo é formado por Rafael Carvalho (ilha de São Miguel), Orlando Martins (ilha do Pico), Lázaro Silva (ilha Terceira), António Reis (ilha Graciosa) e José Agostinho Serpa (ilha das Flores).

Obrigado a todos.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

domingo, 7 de Setembro de 2014

Emigrantes querem votar nas Regionais

Os açorianos que vivem nos Estados Unidos da América querem participar nas eleições legislativas regionais, afirmaram os responsáveis das duas principais organizações de luso-americanos.

Tanto o presidente da Organização Nacional de Luso-Americanos, Francisco Semião, como o presidente da Portuguese American Leadership Council of the US, Fernando Rosa, referiram que são contactados por pessoas com esta reivindicação: "Há pessoas que nos contactam, queixando-se, mas a iniciativa deve partir do Estado português que deve facilitar o processo eleitoral".

Os açorianos da diáspora podem votar nas eleições legislativas nacionais, mas estão impedidos pela Constituição da República de participar no escrutínio que determina a composição da Assembleia Legislativa Regional dos Açores.

Calcula-se existirem três vezes mais açorianos a viver fora da Região do que os atuais cerca de 250 mil habitantes. A grande maioria desta diáspora reside nos Estados Unidos da América, sobretudo nos estados de Massachusetts e Califórnia.

"Acredito que todo o cidadão deve ter o direito de votar e participar nas escolhas do seu país. Pertence ao país encontrar uma maneira de incluir esses cidadãos, mesmo quando estão longe do seu território natal", disse Francisco Semião. Na sua opinião, "os políticos têm uma obrigação para com os cidadãos da diáspora" e "o direito de votar é vital para as comunidades, dando-lhes um sentido mais forte de identidade e poder, e, ao mesmo tempo, responsabiliza os políticos."


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

sábado, 6 de Setembro de 2014

Paraíso para reformados estrangeiros

A isenção de impostos sobre as pensões que o Governo português oferece durante dez anos aos reformados estrangeiros, está a fazer com que muitos cidadãos de diferentes nacionalidades se mudem para Portugal. De acordo com o Governo português, 949 pessoas com mais de 65 anos mudaram-se para Portugal em 2012. Em 2013 foram 1.189.

O regime fiscal para os residentes não habituais foi criado em 2009, mas só quatro anos depois começou a funcionar melhor, devido a uma alteração legislativa e às instruções que a Administração deu aos seus funcionários.

As agências imobiliárias têm cada vez mais reformados estrangeiros como clientes, que são atraídos pela isenção de impostos, mas também pelos preços do mercado imobiliário português, pelo Sol e pela segurança do país.

Apresentamos-lhe os casos de três reformados estrangeiros, dois franceses e um sueco, que decidiram mudar-se para Portugal quando tiveram conhecimento do regime fiscal para residentes não habituais.

Confrontámos também o secretário de Estado adjunto do ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional com o facto de os reformados estrangeiros não pagarem impostos sobre os rendimentos, numa altura em que os portugueses sofrem com os cortes nas pensões e a subida de impostos.


Notícia: programa «Repórter» da EuroNews.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

Green Dream Festival, na Fajã Grande

Na próxima semana (de dia 8 a 14) realiza-se o primeiro Green Dream Festival, onde o principal objetivo é realizar convívio com forte componente ecológica.

O Festival vai ter lugar junto à Zona Balnear da Fajã Grande e decorrerá durante as manhãs, tardes e noites, com diversas atividades, nomeadamente sessões de jamming, aulas de yoga, massagens, tatuagens e concertos que estão a cargo de artistas locais e oriundos de vários países, procurando assim criar um ambiente propício ao intercâmbio de culturas.

A preocupação da organização é criar um evento em que a boa disposição impere e que todos contribuam para a redução da utilização de materiais descartáveis (por exemplo: copos de plástico) procurando consciencializar do impacto ambiental que a utilização dos mesmos têm para o planeta.

O município de Lajes das Flores apoia este evento, que além da dinamização da nossa economia local através daqueles que nos visitam, vem reforçar a nossa imagem de destino de ambiente e natureza de excelência, onde são adoptadas boas práticas ambientais, de acordo com a nossa classificação de Reserva da Biosfera da UNESCO.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!