sexta-feira, 24 de junho de 2016

800 quilómetros de percursos pedestres

Os Açores têm 80 trilhos pedestres com um total de 800 quilómetros de extensão, passando a contar agora na Graciosa com a primeira Grande Rota familiar.

O arquipélago dos Açores tem actualmente 80 trilhos pedestres homologados e distribuídos por todas as ilhas numa extensão superior a 800 quilómetros, constituindo um valioso cartaz turístico. É reconhecida a importância dos trilhos pedestres para o turismo na Região, contribuindo para o crescimento turístico que se tem verificado de forma mais significativa nos últimos tempos.

A Grande Rota da Graciosa tem cerca de 40 quilómetros de extensão e um nível de dificuldade fácil, pelo que é a primeira do arquipélago a ser classificada como rota familiar. Além desta, a Região tem já outras três Grandes Rotas: em São Jorge, Santa Maria e Faial; prevendo-se para ainda este ano a inauguração de uma Grande Rota na ilha das Flores.

Os trilhos pedestres, o birdwatching e o turismo subaquático constituem apostas na diversificação da oferta turística regional, em especial no turismo da natureza, destacando-se os seus contributos para a diminuição do impacto da sazonalidade.

Uma Grande Rota deverá ter no mínimo 30 quilómetros de extensão e estar devidamente homologada.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Ecos Harmónicos no Museu das Lajes

No próximo sábado (dia 25) o Museu municipal das Lajes acolherá às 21h30 o concerto Ecos Harmónicos.

Este projeto musical pretende dar continuidade a uma experiência musical iniciada na Temporada Artística 2015, visando explorar o grande repertório camerístico para clarinete, cordas e piano, alargando-se neste concerto na ilha das Flores também ao oboé, indo interpretar peças de Stamitz, Mozart e Dvořák.

Este concerto de música de câmara integra a Temporada Artística 2016. A entrada é gratuita.


Notícia: «Diário dos Açores», rádio Atlântida e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Atlantis Cup pela primeira vez nas Flores

A Regata da Autonomia - Atlantis Cup é a principal regata de vela de cruzeiro realizada no mar açoriano e uma das mais importantes de Portugal.

Na sua vigésima oitava edição, a regata Atlantis Cup vem pela primeira vez ao Grupo Ocidental, fruto do trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal de Lajes das Flores e pelo Clube Naval das Lajes.

A primeira etapa está prevista ter início nas Lajes no dia 30 de Julho e fará a ligação entre a ilha das Flores e o Corvo. A segunda etapa tem início previsto para 2 de Agosto, ligando Lajes das Flores e Velas na ilha de São Jorge.

Com a realização deste importante evento, que tem o alto patrocínio da Assembleia Legislativa Regional, o Município das Lajes consegue mais uma vez colocar a ilha das Flores na rota de mais um grande evento, com os benefícios daí decorrentes para a promoção e valorização do concelho lajense.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

terça-feira, 21 de junho de 2016

João Lourenço foi multado pelo Tribunal

O Tribunal de Contas multou o antigo presidente da Câmara das Lajes por ter apresentado tardiamente as contas da empresa municipal Ocidental Mais, à qual continua ligado mesmo contra sua vontade.

João Lourenço deixou de ser presidente da Câmara Municipal das Lajes em 2013 (após três mandatos consecutivos), mas continua ainda a figurar como presidente do conselho de administração da empresa municipal que está em fase de dissolução.

Apesar do Município das Lajes ser gerido atualmente por Luís Maciel, é João Lourenço quem continua a figurar como presidente da administração da Ocidental Mais, mesmo passados três anos desde que abandonou funções públicas.

O Tribunal de Contas vem agora dizer num relatório de auditoria que o antigo autarca não enviou as contas da empresa municipal lajense relativas a 2014 dentro dos prazos previstos na lei, e decidiu por isso multá-lo.

João Lourenço ainda tentou explicar, numa carta enviada ao Tribunal de Contas, que nada tem a ver com a empresa municipal Ocidental Mais porque já não tem responsabilidades executivas, apontando as culpas aos serviços camarários lajenses que "sem explicação plausível" continuam a mantê-lo como presidente do conselho de administração.

O caso é justificado pelo atual presidente da Câmara Municipal das Lajes com a alegada demora, por parte da Conservatória do Registo Comercial daquele concelho, na nomeação de um administrador liquidatário para o processo de extinção da empresa municipal Ocidental Mais.

Indiferente a estas questões, o Tribunal de Contas manteve a coima a João Lourenço, que poderá vir a pagar uma multa que varia entre o mínimo de 510 euros (se for liquidada voluntariamente) e o máximo de 4.080 euros (caso o processo se arraste no tempo).


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Diário de Notícias da Madeira».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Parque de lazer no topo Sul do Aeroporto

O projeto de requalificação paisagística da área envolvente ao topo sul do Aeroporto (onde se situava o Observatório Meteorológico e o campo do Boavista Sport Clube) vai permitir criar um espaço verde e de lazer com cerca de nove mil metros quadrados, composto por zona de desporto, parque infantil, instalações de apoio e sanitários, estacionamento, zonas de estadia e miradouros.

Com este projeto haverá melhor aproveitamento das vistas (costa sudeste da ilha, a vila de Santa Cruz e a ilha do Corvo), ocorrendo uma organização do terreno em patamares para melhor controlo do declive natural naquela zona e criação de espaços com diferentes valências (lazer, merendas, desporto, crianças) com a requalificação das estruturas existentes.

Este investimento será superior a 300 mil euros, sendo uma parceria entre o Governo Regional e a Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.
Saudações florentinas!!

domingo, 19 de junho de 2016

A apanha de sargaço na ilha das Flores

A par da caça à baleia, a apanha de sargaço foi durante muitos anos uma das labutas mais arriscadas e árduas por estas paragens e em muitas outras ilhas dos Açores. Foi graças a esta actividade que algumas famílias “tiraram a barriga da miséria”, tendo feito melhoramentos nas suas habitações, melhor alimentação e até melhores estudos aos mais jovens da altura.

Com recursos artesanais estes homens agarravam-se de unhas e dentes a esta “faina” e assim foi durante muitos anos. Dizem os mais conhecedores que alguns apanhadores de sargaço nem sabiam nadar mas a necessidade e a vontade era de tal ordem que mesmo assim fizeram vida na apanha de sargaço.

Por motivos vários, esta actividade acabou na ilha das Flores mas as recordações ficaram. Foi neste âmbito que, a 29 de Novembro do ano passado, o Município das Lajes promoveu uma palestra sobre esta temática, versando os diferentes aspectos desta actividade. Com os conhecimentos do conferencista José Maria Silva ficamos todos nós mais conhecedores da apanha de sargaço na ilha das Flores. Costa Ocidental esteve presente e registou o momento.

Obrigado ao presidente da Câmara Municipal das Lajes, ao conferencista José Maria Silva, ao Museu das Lajes (onde foram captadas estas imagens), a todos os presentes na palestra e a todos os que de uma forma ou de outra tornaram possíveis as imagens para este vídeo.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

sábado, 18 de junho de 2016

Parques de merendas em todo o lado

Há mais de meio século que os Açores constroem parques de merendas de utilização gratuita, contabilizando atualmente 91 espaços em oito das nove ilhas do arquipélago.

A propósito do Dia Internacional do Piquenique, que hoje (18 de Junho) se assinala, o diretor regional das Obras Públicas e Comunicações explicou que apenas a ilha do Corvo não tem nenhum parque de merendas.

Bruno Pacheco disse que os parques de merendas nos Açores estão localizados em reservas florestais ou nas proximidades das estradas regionais, caracterizando-se por terem zonas próprias para piqueniques, churrasqueiras, parques de estacionamento, zona infantil de recreio, miradouros, sanitários ou equipamentos de ginásio ao ar livre.

“Mais do que zonas de merendas, são zonas de lazer”, considerou o diretor regional, acrescentando que estes equipamentos são utilizados gratuitamente durante “todo o ano por residentes e, cada vez mais, por turistas”.

São Miguel é a ilha com maior número de parques de merendas - 47 no total. A ilha de Santa Maria tem 12 parques de merendas, o Faial dez, a Terceira e São Jorge têm ambas sete, Pico quatro e Flores tem três. A Graciosa tem um parque de merendas e vai ter um segundo a partir da próxima semana.

Bruno Pacheco explicou que os parques de merendas inseridos em reservas florestais têm horários de funcionamento definidos, sendo no Verão mais alargados, e os que ficam nas proximidades de estradas regionais “não têm horário de utilização, por se tratar de zonas abertas”.

Quanto à limpeza diária destes espaços de lazer, o diretor regional das Obras Públicas referiu que estão a cargo de equipas de funcionários regionais que “a partir de Maio garantem a limpeza dos parques de merendas mais do que uma vez por dia”, bem como a colocação de madeira nas churrasqueiras.

Além dos 91 parques de merendas da responsabilidade do Governo Regional, também existem nos Açores equipamentos do mesmo tipo que são responsabilidade municipal.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e «Diário Digital».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Editores açorianos vivem dificuldades temendo pela continuação da atividade

Os editores açorianos admitem estar a viver momentos difíceis e alguns consideram mesmo que a atividade está em risco na Região, um receio partilhado pelo crítico literário Vamberto Freitas.

Atualmente existem no mercado açoriano as editoras Letras Lavadas, VerAçor, Blu, Edições Macaronésia e Companhia das Ilhas, concentradas nas ilhas de São Miguel e Terceira, a par das edições de autor.

José Ernesto Resendes, da editora Letras Lavadas, admitiu que o futuro das editoras açorianas “está posto em causa” pela crise económica e financeira, que também afetou o setor, e pelas alterações introduzidas no mercado livreiro, em termos digitais.

Carlos Alberto Machado, da Companhia das Ilhas, declarou que “há realmente o risco, senão de desaparecimento, de redução drástica da atividade” das editoras nos Açores. O editor salvaguardou que há falta de hábitos de leitura e que a Direção Regional da Cultura está a desenvolver uma “política extremamente errada” na promoção de novos leitores.

Fernando Ranha, editor da VerAçor, afirmou que não vê grande futuro para as editoras da Região e referiu que a sua empresa irá ter uma atividade “extremamente limitada” centrada em publicações relacionadas com o turismo, apostando-se em termos literários em três ou quatro autores. Na sua opinião, os “tempos são extremamente difíceis” e o Governo Regional deveria criar uma agência de promoção de autores açorianos.

“As nossas editoras correm o risco sério de desaparecerem por completo e ficamos, uma vez mais, dependentes, como no passado, das edições de autor nas gráficas que nos restarem”, afirmou o escritor e crítico literário Vamberto Freitas.

O professor universitário considerou que a “precariedade” que existe no mercado na Região condiciona o surgimento de novos valores, uma vez que é “extremamente difícil” para as editoras do arquipélago, que “têm um mercado limitadíssimo”, sobreviver sem um apoio institucional. O escritor explicou que esse apoio institucional deveria traduzir-se não em subsídios, mas na compra de alguns exemplares dos livros que “ajudem a pagar uma primeira edição”.

“Os novos autores têm graves problemas nessa perspetiva, a não ser que concorram a um concurso literário a nível regional ou local. As nossas editoras estão a passar uma crise muito grande e é raro apostarem num autor sem haver dinheiro envolvido. Tem que haver uma certa garantia de compra de exemplares de um determinado novo autor”, frisou Vamberto.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Ligação pedonal do jardim da Avenida Diogo de Teive com o Porto das Poças

No intuito de requalificar o espaço público, melhorar a mobilidade pedonal e criar zonas de lazer e recreio para usufruto da população, a autarquia de Santa Cruz pretende criar um acesso pedonal entre o jardim/miradouro da Avenida Diogo de Teive e o Porto das Poças.

Com esta intervenção procura-se reforçar as ligações entre dois pontos históricos da vila de Santa Cruz: o Porto Velho e o Porto das Poças; permitindo a plena fruição da frente mar urbana, valorizando o património cultural e natural e a qualidade ambiental, de forma a permitir maior interação com o mar.

Procura-se também criar mais uma ligação entre a vila de Santa Cruz e o Porto das Poças, considerando que naquele local se realizam as festas municipais Cais das Poças.

A Câmara Municipal de Santa Cruz prevê iniciar as obras durante o mês de Junho, devendo estar concluídas no início de Agosto.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Rota das Eco-escolas percorreu as 9 ilhas

A Rota dos 20 assinalou as duas décadas da implementação do programa Eco-Escolas em Portugal. Ao longo dos últimos cinco meses envolveu cerca de sete dezenas de estabelecimentos de ensino açorianos e todos os municípios da Região.

As eco-escolas foram desafiadas a identificar problemas e a apresentar junto dos respetivos municípios as suas propostas de melhoria para a mobilidade sustentável nos perímetros dos estabelecimentos de ensino. A criação de ciclovias e de parques para bicicletas, o melhoramento dos passeios, a instalação de abrigos para peões nas paragens de autocarro e a criação de passeios marítimos foram algumas das sugestões apresentadas.

O programa Eco-Escolas é uma iniciativa internacional da Associação Bandeira Azul da Europa que pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, sendo o mais antigo programa de educação ambiental e para o desenvolvimento sustentável implementado nos Açores.


Notícia: «Diário da Lagoa», rádio Atlântida e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

terça-feira, 14 de junho de 2016

Limpeza efetuada à Rocha dos Bordões

De 22 de Outubro a 4 de Novembro do ano passado, a associação “Os Montanheiros”, com sede na ilha Terceira, fez deslocar à ilha das Flores uma equipa de profissionais numa missão de limpeza da Rocha dos Bordões, um dos monumentos de interesse geológico mais impressionantes dos Açores e quase único no Mundo.

Formada por 8 pessoas esta equipa d' Os Montanheiros teve como objectivo limpar a vegetação que alastra na base e nas faces expostas dos bordões, acabando por cobrir uma das paisagens mais procuradas pelos turistas na ilha das Flores.

Deve ser dito que os bordões são formações geológicas, também conhecidas como disjunções prismáticas, que ocorrem quando há um arrefecimento muito particular da lava. Na Rocha dos Bordões tem mais de 100 metros de extensão com mais de 200 bordões, tendo alguns mais de 30 metros de altura, ali encostados quase na vertical.

A logística envolvida e a dificuldade da missão não permite que seja feita uma limpeza da vegetação todos os anos, por isso em 2015 perfaziam já dezanove anos desde a anterior limpeza efectuada na Rocha dos Bordões, precisamente também pelos Montanheiros. Segundo Paulo Barcelos, presidente da associação e responsável/supervisor da operação, esta missão exigiu muito conhecimento e preparação.

Assim, a Rocha dos Bordões ficou de "cara lavada" para receber as milhares de pessoas que se deslumbram com tamanha raridade e imponência. Costa Ocidental esteve no local a recolher imagens que fazem parte deste documentário sobre a operação de limpeza, bem como a entrevista a Paulo Barcelos e a outros elementos da equipa, que deram o seu testemunho mesmo dependurados a alguns metros de altura.

Obrigado a José Gabriel Eduardo (director dos Serviços de Ambiente da ilha das Flores), a Paulo Barcelos e aos elementos do grupo e todos os que tornaram possíveis estas imagens.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Quebra brutal no turismo para Ocidente

Câmara do Comércio e Indústria da Horta (CCIH) lamenta que as estatísticas do turismo nos Açores cresçam apenas para algumas ilhas da Região e defendeu melhores acessibilidades aéreas.

O presidente da CCIH afirmou que os dados do Instituto Nacional de Estatística revelam que o crescimento do turismo “se verifica em apenas quatro ilhas”: São Miguel, Terceira, Santa Maria e Graciosa. “A verdade é bem pior nas restantes cinco ilhas da Região, que veem as suas dormidas com taxas de crescimento negativas, designadamente as Flores, a cair 33,8%; o Corvo, a cair 11,4%; o Faial, a cair 9,4%; o Pico, que cai 8,9% e São Jorge 5,6%”, referiu Carlos Morais.

No seu entender, estes números, além de preocupantes, mostram uma realidade que a restante Região procura “branquear e esquecer” e demonstra que a tão desejada liberalização dos transportes aéreos “não chegou a todas as ilhas. As cinco ilhas mais a ocidente merecem melhores acessibilidades, não só por forma a quebrar o seu maior isolamento, como para beneficiarem também desta nova realidade de serviço público, com preços mais baixos, ligações mais frequentes, diversificação de rotas e taxas de crescimento mais atrativas”, defendeu o empresário.

Para Carlos Morais, “os empresários destas cinco ilhas não podem continuar a gerir a sua atividade sem lucro, já que os dividendos do Verão são para tapar os buracos do Inverno”. Por isso, reclama do Governo Regional “a mesma atenção a todas as ilhas, para que possam crescer ao mesmo ritmo”.

“Também temos camas, carros e mesas para ocupar e que continuam à espera de um futuro com melhores dias”, insistiu o presidente da CCIH, que assegurou já ter apresentado estas propostas junto do Governo Regional, da administração da SATA e de alguns operadores turísticos nacionais.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e rádio Faial.
Saudações florentinas!!