quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Grande reportagem do Primeiro Encontro Internacional de Canyoning nos Açores


O primeiro Encontro Internacional de Canyoning nos Açores (CIMA: Canyoning International Meeting in Azores) decorreu na ilha das Flores de 28 de Setembro a 3 de Outubro passado.

Evento destinado à divulgação do potencial dos Açores para a prática do canyoning, constituiu uma oportunidade para troca de experiências com a comunidade internacional da modalidade.

Foram mais de cem os praticantes oriundos das mais variadas partes do Mundo. Segundo a organização este foi um momento alto a nível mundial nesta prática de desporto de aventura.

Costa Ocidental acompanhou de perto a descida de duas ribeiras, a do Cão e a das Casas. Aventura e muita adrenalina são, sem sombra de dúvida, os pontos fortes desta modalidade, não esquecendo o factor descoberta desta pérola do Atlântico: a ilha das Flores.

É objectivo da organização que este tipo de evento seja estendido a outras ilhas açorianas, cujas características sejam propícias à prática da modalidade.

Costa Ocidental agradece à organização pela autorização e cedência de imagens, todos os que cederam fotografias e vídeos, aos praticantes, à Gabriela Silva que incansavelmente dá o seu melhor para o projecto Costa Ocidental e a todos que de uma forma ou de outra contribuíram para que este trabalho chegasse a bom porto, ou neste caso a “boa ribeira”.

Agradecimentos à Câmara Municipal de Lajes das Flores, pela cedência do espaço onde foram realizadas as entrevistas. Agradecimento especial a João Bettencourt, director regional do Turismo, pela amabilidade e simpatia com que se prontificou a dar o seu contributo para este trabalho.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Bons tratos faz vacas darem mais leite

Afagos e “conversa” garantem melhores vacas leiteiras: boa relação humano-animal é importante elemento a ter em conta para garantir uma exploração leiteira sustentável. A ideia é defendida por professores da Universidade de São Paulo, em artigo publicado no sítio MilkPoint.

A visão é apoiada quer por Anabela Gomes, como por José Matos, professores da Universidade dos Açores. “Quando se trata da relação humano-animal, ainda muitos investigadores não a reconhecem como valiosa. Muitas vezes, os animais são encarados como máquinas e os seres humanos como ferramentas do processo produtivo”, lamentam Guilherme Franchi e Iran Silva.

Os investigadores destacam que o bem-estar dos trabalhadores das explorações leiteiras é o ponto de partida, que depois se vai refletir nos animais: “Um colaborador desanimado ou insatisfeito poderá influenciar negativamente o bem-estar animal e o andamento de uma exploração animal. Logo, é essencial compreender todos os aspectos da vida de cada indivíduo envolvido no processo de produção”, frisam.

Franchi e Silva elencam até as atitudes que os lavradores devem adoptar. São bons gestos afagar, dar “palmadinhas”, apoiar as mãos nas pernas, costas e flancos da vaca e “conversar” com o animal utilizando um tom de voz suave. Por outro lado, palmadas com força, empurrões, golpes com a mão ou com objectos e gritos dificultam o maneio.

O professor universitário José Matos destaca que os bovinos são muito sensíveis ao stress: “Quando estão num ambiente calmo e são bem tratados, produzem mais, têm maior longevidade e apresentam menos incidência de doenças”. José Matos destaca que a relação humano-animal nos Açores é centenária e acredita que a maior parte dos produtores são bons exemplos.

No entanto, Anabela Gomes, também docente da Universidade açoriana, garante que há bovinos a passar fome nos Açores: “Em ilhas como o Pico, Corvo e Flores são muitas as mortes no Inverno porque os animais estão subalimentados. Outra situação é a das vacas dos criadores de toiros, também muitas vezes mal alimentadas”, frisa, defendendo que a atribuição de subsídios deve ter o bem-estar animal em conta. Anabela Gomes sublinha também que o tratamento violento de animais nas salas de ordenha é uma realidade que persiste.


Notícia: «Correio dos Açores» e «Diário Insular».
De lembrar que a marca Terra Nostra irá investir 7 milhões de euros para ter leite de “vacas felizes” dos Açores, onde essas vacas pastam ao ar livre e produzem leite que pretende ser premium.

Saudações florentinas!!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

País para reformados... estrangeiros

Portugal está entre os dez melhores países para passar a reforma em 2015, considera o índice do grupo editorial americano International Living.

O índice para este ano do International Living - que edita uma revista mensal que ajuda quem quer viver bem a sua reforma a encontrar as melhores opções - coloca Portugal na nona posição dos melhores países para aposentados, uma subida de seis lugares em relação à classificação do ano passado.

O índice de 2015 é liderado pelo Equador e inclui outros dois países europeus: Espanha e Malta, na sexta e sétima posições, respetivamente. Panamá, México, Malásia e Costa Rica seguem-se ao Equador, e Colômbia e Tailândia completam os dez melhores países para reformados. A classificação, que seleciona 25 países, baseia-se em vários fatores, como o setor imobiliário, o custo de vida, o acolhimento, a qualidade dos serviços de saúde, as infraestruturas e o clima.

Um artigo sobre Portugal publicado na «International Living» aponta algumas das razões para a escolha. "Passei recentemente algum tempo em Portugal e fui conquistada pelos baixos preços. Em Portugal, pode usufruir de um custo de vida tão barato como o dos mais desenvolvidos países latino-americanos, mas com todos os benefícios da vida europeia", descreve-se. Para além disso, destacam-se o clima ameno, a qualidade das infraestruturas e a proximidade com Espanha. "O inglês é bastante compreendido, sobretudo nas maiores cidades, o que, combinado com a hospitalidade dos portugueses, facilita a integração e a sensação de estar em casa", resume a revista.


Notícia: «Açoriano Oriental», TVI 24 e «Jornal de Notícias».
Saudações florentinas!!

domingo, 25 de janeiro de 2015

Porto das Poças, que remodelação afinal?

O PSD/Açores pediu esclarecimentos sobre a intervenção anunciada para o Porto das Poças, na ilha das Flores. Para o deputado Bruno Belo, o Governo Regional “deve esclarecer os florentinos em relação ao projeto a executar, e se é o mesmo apresentado com pompa e circunstância antes das eleições regionais de 2012″, avançou.

Num requerimento enviado à Assembleia Regional, o deputado florentino lembra que, “no dia 19 de Março de 2012, o então subsecretário regional das Pescas e uma delegação de pescadores florentinos assistiram, no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), aos ensaios em modelo reduzido da solução preconizada para a ampliação do Porto das Poças”.

“O que queremos agora saber, é se a obra inscrita na Carta Regional das Obras Públicas (com início previsto para o primeiro semestre de 2015) corresponde ao projeto testado no LNEC, nomeadamente se a ampliação do porto prevê a construção de um molhe de 302 metros e de um contra-molhe de 104 metros, ficando com cerca de 15 mil metros quadrados de área molhada, 8 mil metros quadrados de terrapleno e pontões flutuantes com capacidade para 88 embarcações”, questiona Bruno Belo.

O deputado florentino realça que “nos ensaios realizados no LNEC foram aprovadas pelos profissionais das pescas as condições de entrada e saída do Porto das Poças, e as condições de abrigo proporcionadas por aquela solução em condições de mau tempo”, explica Bruno Belo.

“Agora os florentinos exigem saber se é de facto aquela obra que vai avançar, ou se há outro projeto para ser implementado. A reabilitação do Porto das Poças assume grande importância económica, pois é onde existe o maior número de barcos de pesca profissional e desportiva, sendo também o porto onde se faz o embarque e o desembarque de passageiros para o Corvo”, conclui Bruno Belo.


Notícia: "sítio" do PSD/Açores.
Na última visita estatutária à ilha das Flores, o Governo Regional deu orientações à Portos dos Açores para desencadear os procedimentos de lançamento da empreitada que visa melhorar as condições de operacionalidade do Porto das Poças, bem como iniciar procedimentos para a aquisição e instalação de uma grua naquele porto.

Saudações florentinas!!

sábado, 24 de janeiro de 2015

Sétima edição da Geração Depositrão

Açores participam na 7ª edição da Geração Depositrão com 31 escolas e mais de 20 mil alunos.

Mais uma vez, esta iniciativa apela à recolha e ao correto tratamento de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos e também de resíduos de pilhas e acumuladores, envolvendo as escolas e a comunidade local nesta missão.

Nesta acção participam cerca de 600 escolas de todo o país, o que corresponde a mais de 320 mil alunos e 30 mil professores. Com esta iniciativa, integrante do programa Eco-Escolas, pretende-se introduzir o tema da gestão destes resíduos junto dos mais novos, tendo as escolas como agentes importantes na divulgação e introdução de boas práticas.

No final do ano letivo as escolas da Geração Depositrão serão premiadas de acordo com o peso total de resíduos recolhidos, segundo dois critérios: peso absoluto e peso por aluno.

Para além da atividade de recolha, as escolas respondem a desafios criativos, segmentados por grau de escolaridade (ensino básico, secundário e superior), que promovam o contacto com os principais conceitos a ter em conta nesta matéria.


Notícia: «Correio dos Açores» e «Diário da Lagoa».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Apenas 2 médicos especialistas em 2014

Nos últimos dois anos houve redução superior a 80% nas deslocações de médicos especialistas às ilhas sem hospital, com particular incidência nas Flores e Pico.

Relativamente à ilha das Flores, de 2012 para 2014 o Governo Regional acabou com as deslocações de médicos especialistas nas áreas da cirurgia vascular, cardiologia, endocrinologia, psiquiatria, oftalmologia, otorrinolaringologia e pneumologia.

O número de consultas de especialidade diminuiu drasticamente na ilha das Flores: em 2012 houve 2.301 consultas; em 2013 reduziu para 1.221 consultas; em 2014 baixou 95%, para apenas 109 consultas de especialidade. No que se refere ao número de deslocações de médicos especialistas à ilha das Flores regista-se uma redução também dramática: em 2012 efectuaram-se 20 visitas; em 2013, 18 visitas; em 2014, apenas 2 visitas. Entre 2012 e 2014, a redução do número de consultas de especialidade na ilha das Flores foi de 95,3%.

Mais grave do que os cortes nas deslocações dos médicos especialistas, o deputado Félix Rodrigues aponta que “o cenário é tão mais violento quando se verifica que nem os especialistas se deslocaram às ilhas sem hospital, nem esses doentes foram deslocados às ilhas com hospital para realização das consultas”.

“Este brutal corte na saúde dos açorianos representa um acto de verdadeira violência praticado sobre milhares de doentes que foram remetidos para o sofrimento”, afirma o deputado do CDS, apelando “que se ponha cobro imediato a este colossal ataque que está a ser desferido ao Serviço Regional de Saúde, com particular incidência nas ilhas sem hospital”, caso contrário continuaremos a assistir “a um autêntico retrocesso civilizacional nos Açores e um ataque ao sofrimento dos doentes”.


Notícia: Antena 1 Açores, «Correio dos Açores» e rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Monitorização regular das águas-vivas

Docente do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores defende a criação de programa que permita a monitorização regular das águas-vivas para "estudar o fenómeno e tentar mitigar o problema".

No último Verão, banhistas de várias zonas dos Açores alertaram para uma maior concentração de águas-vivas (alforrecas) em zonas balneares açorianas. Também na última quinzena de 2014 surgiram testemunhos de banhistas sobre a presença de águas-vivas particularmente na ilha de São Miguel, algo que é pouco frequente durante os meses de Inverno.

“Não há nenhum sistema geral de monitorização para este tipo de organismos. A investigação científica funciona com base em projetos de curto prazo, no máximo de três anos, e virado para questões que envolvam novas tecnologias”, disse o professor universitário João Gonçalves.

Embora sem dados científicos que permitam garantir que as águas-vivas apareceram em maior quantidade em 2014, o docente do DOP admitiu que essa maior concentração tenha ocorrido em função de alguns fatores naturais, desde logo o regime de ventos que geralmente originam "a acumulação na costa de todo o tipo de resíduos e águas-vivas". Além disso, "em anos mais quentes existe uma tendência para a formação de mais águas-vivas", acrescentou João Gonçalves, para quem "as entidades governamentais deveriam criar um programa comum" para monitorizar aqueles organismos e os resíduos que dão à costa.

No seu entender, esta monitorização permitiria disponibilizar informação interessante aos banhistas e indicadores científicos que poderiam surgir cinco anos após a implementação do projeto: "Permitiria, por exemplo, saber se na realidade aqueles fenómenos estão ou não a aumentar. Se estão a ocorrer alterações do ecossistema. É que depois acontecem estes fenómenos e as pessoas ficam alarmadas e não sabem o porquê", considerou João Gonçalves, lembrando que a Região tem, na área das pescas, um projeto deste género, o POPA (projeto de observação das pescas dos Açores), que tem permitido "uma recolha de informação vastíssima".

Para o docente do DOP, está na altura de pensar na concretização de um projeto de "observação, de longo prazo, das águas-vivas e resíduos, envolvendo várias ilhas e várias organizações" com uma metodologia comum para estudar o fenómeno: "São questões que deveriam merecer projetos de longo prazo, até porque, nas diretivas comunitárias, a estratégia marinha obriga a uma atenção dos países sobre estes assuntos. E é uma pena não haver uma entidade que dinamize um estudo de longo prazo sobre estes fenómenos", considerou João Gonçalves.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «TeleJornal» da RTP Açores.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Confirmado surto viral no coelho-bravo

Análises laboratoriais confirmaram que há um surto de doença hemorrágica viral entre os coelhos-bravos das ilhas das Flores, Terceira e São Jorge, onde já foram recolhidos mais de quatro mil animais mortos.

As análises foram realizadas pelo Laboratório Regional de Veterinária e pelo CIBIO da Universidade do Porto às amostras de coelhos-bravos mortos recolhidos nas ilhas das Flores, São Jorge e Terceira, tendo-se confirmado “a presença da nova estirpe da doença hemorrágica viral nas populações de coelho-bravo” daquelas três ilhas, segundo comunicado do Governo Regional.

Entre dia 2 e 19 de Janeiro foram recolhidos 2.780 coelhos mortos na ilha das Flores, 1.333 em São Jorge e 80 na Terceira. Na ilha das Flores, os Serviços Florestais têm contado com a colaboração da população, da Câmara Municipal das Lajes, das Juntas de freguesia de Ponta Delgada e Caveira e dos Serviços operativos do Desenvolvimento Agrário, das Obras Públicas e do Ambiente.

O Governo Regional vai manter a proibição de qualquer ato venatório, decidida preventivamente no início deste ano para as ilhas das Flores e São Jorge devido ao surgimento de um significativo número de coelhos-bravos mortos.

Os caçadores dos Açores já reagiram ao que consideram ser “uma tragédia de proporções incalculáveis”.


Notícia: RTP.Notícias, rádio Atlântida e jornal «Correio da Manhã».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Lavoura volta a não receber pelo leite

Os produtores de leite da ilha das Flores têm seis meses por receber.

A Cooperativa Ocidental não paga o leite entregue na fábrica e deixou de fornecer rações, assim obrigando os lavradores a comprarem o alimento para o gado a pronto pagamento na Associação Agrícola.

Recorde-se que no ano passado foi escolhida uma nova direção para a Cooperativa Ocidental precisamente para resolver os problemas com a lavoura florentina.

A actual direcção do Cooperativa (presidida por Francisco Xavier) não fala com os lavradores: "Nem sequer fazem uma reunião para a gente saber como é que está, como é que não está! A explicar porque é que não têm ração, explicar por isto... não explicam nada, quer dizer... agora ficou parado! Antes dizia-se mal do antigo presidente [Vitorino Azevedo] mas ele sempre chamava a gente e dizia como é que estava. Agora ninguém diz nada a ninguém!", afirma o produtor José Freitas.

A viabilidade da Cooperativa Ocidental passa por um aumento de produção, mas não está fácil: em vez de entrarem novos produtores, nos últimos meses saíram mais dois.


Notícia: RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

domingo, 18 de janeiro de 2015

Não há nenhum município açoriano no mapa das autarquias livres de pesticidas

Grupo de cidadãos lançou petição a defender o fim do uso de herbicidas em espaços públicos nos Açores.

A petição “Não ao uso de herbicidas em espaços públicos nos Açores” é endereçada à Associação de Municípios dos Açores, às Assembleias e Câmaras Municipais açorianas e às Assembleias e Juntas de Freguesia açorianas. Em poucos dias esta petição já conseguiu angariar mais de 200 assinaturas.

O texto refere que “o uso de herbicidas (nomeadamente daqueles em que a substância ativa é o glifosato) é uma prática generalizada em diversas autarquias locais” e alerta para se tomar em consideração “os riscos de vários herbicidas e em particular daqueles cuja substância ativa é o glifosato que atua nos animais como desregulador hormonal e cancerígeno, mesmo em doses muito baixas”, informando também “que há outros meios para o controlo das ervas espontâneas, como os mecânicos e térmicos” e que “a nova legislação sobre o uso de pesticidas aponta para que só haja aplicação de herbicidas quando não existam outras alternativas viáveis, nomeadamente meios de combate mecânicos e biológicos”.

Os cidadãos peticionantes apelam a todas as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia açorianas para que adiram ao manifesto “Autarquia sem Glifosato”, a qual significa evitar o uso de herbicidas e recusar a utilização de glifosato, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida de todos os que residem ou visitem os Açores.

Já no ano passado, a Quercus e a Plataforma Transgénicos Fora tinham iniciado a nível nacional uma campanha alertando para os riscos ambientais e de saúde da aplicação de herbicidas em espaços urbanos.

A associação ambientalista Quercus recebe inúmeras queixas e denúncias que reportam a abusiva e inadequada aplicação de herbicidas, ou simplesmente um receio dos cidadãos face aos impactes dos químicos no ambiente e na saúde.


Notícia: «Diário dos Açores» e «Diário de Notícias da Madeira».
Saudações florentinas!!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Alteração do calendário venatório

Após a identificação da doença hemorrágica viral que está a afetar os coelhos-bravos da ilha das Flores, a Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente alterou o calendário venatório para a época 2014/2015.

Desta forma, até 30 de Junho fica proibido o exercício da caça na ilha das Flores bem como a libertação de cães de caça em qualquer tipo de terrenos onde ocorra ou exista fauna cinegética.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Museu das Flores recebe nova exposição

Hoje pelas 17 horas ocorrerá a apresentação da exposição "Natália Correia - A Feiticeira Cotovia".

A sessão apresentará ao público florentino uma interessante abordagem à vida e obra da escritora Natália Correia, incluindo peças emblemáticas do seu universo literário e artístico, nomeadamente a pintura Auto-retrato (realizada por Natália Correia em 1965), o seu busto em gesso (da autoria de Júlio de Sousa), um prato da Irmandade da Segunda-Feira do Espírito Santo das Ribeiras e a sua máquina de escrever.

Consagrada a esta figura incontornável das áreas cultural e política nacionais da segunda metade do século XX, a exposição "Natália Correia - A Feiticeira Cotovia" dá ênfase à ação cívica no empenhamento de Natália Correia em várias causas humanitárias, entre as quais, a defesa da liberdade, a denúncia dos regimes autoritários, a causa feminina, a defesa do património nacional e da paz universal. A exposição reúne vários documentos inéditos, onde o destaque incide nos relatórios dos censores às obras proscritas durante o regime do Estado Novo.

A exposição “Natália Correia – A Feiticeira Cotovia” estará patente no Museu das Flores até 13 de Março e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9 horas às 12h e das 14h às 17h.


Notícia: «Açoriano Oriental», «Jornal Diário» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!