segunda-feira, 2 de março de 2015

Cada saco plástico irá custar 4 cêntimos nos Açores... mas só daqui por um ano

Cada saco plástico vendido nos Açores vai passar a custar 4 cêntimos, mas esta taxa "ambiental" só entrará em vigor dentro de um ano, revelou o secretário regional da Agricultura e Ambiente.

Luis Neto Viveiros adiantou que a regulamentação desta legislação regional, destinada a reduzir o consumo de sacos de plástico nas ilhas, já está concluída e será publicada dentro de "pouco dias".

Segundo explicou, além da fixação do valor da taxa aplicada sobre cada saco de plástico, o Governo Regional determinou também a "proibição da inserção de publicidade nos sacos", e criou um período de adaptação de um ano para as grandes superfícies comerciais e dois anos para o pequeno comércio.

"Esta iniciativa dá bem nota da forma acertada e responsável como o Governo Regional abordou esta questão, contrariamente ao mau exemplo que temos assistido com a implementação de medida similar no território continental", adiantou Neto Viveiros.

No entender do governante, estes mecanismos "não podem" no entanto ser encarados como "fontes de financiamento do Estado", mas antes como "instrumentos desincentivadores" de determinadas práticas. "O sucesso da medida será, pois, aferido em função da redução da base tributária e da diminuição da receita arrecadada", sublinhou o titular da pasta do Ambiente.

É necessário continuar a apostar na redução dos impactos ambientais negativos gerados pelos resíduos ao longo do seu ciclo de vida, desde o momento em que são produzidos até à sua eliminação, passando pela reciclagem.


Notícia: jornal «Público», semanário «Sol» e jornal «i».
Saudações florentinas!!

domingo, 1 de março de 2015

O lado mais selvagem dos Açores

Duas semanas e dois fotógrafos amadores foram o suficiente para um resultado, no mínimo, cativante. As ilhas das Flores e do Corvo como (arriscamo-nos a dizer) nunca as viu.

Duas semanas nos Açores bastaram a dois italianos para criar um portefólio de imagens rico em paisagens apaixonantes. Não são fotógrafos profissionais, antes designers de comunicação, mas dizem-se viciados por tudo o que é imagem. O projecto «Açores - The Midpoint» é o resultado desse vício saudável e de uma viagem às ilhas das Flores e Corvo. De mochilas às costas e com noites dormidas numa tenda, penetraram no lado mais selvagem das ilhas açorianas e registaram o feito em lindíssimas fotografias.

Notícia: jornal «Observador».
Saudações florentinas!!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Workshop de teatro no Museu das Lajes

Na próxima segunda-feira (dia 2) realiza-se no Museu municipal das Lajes o workshop de teatro “Queres ser feliz?”, aberto a todas as mentes criativas.

Este momento formativo tem início com uma apresentação de Terry Costa, o diretor artístico da MiratecArts e fundador do festival Azores Fringe, evento cultural internacionalmente reconhecido, tendo como principal objetivo a promoção das artes performativas e do teatro no concelho das Lajes.

Este workshop de valorização das artes no geral, e do teatro em particular, surge no âmbito das comemorações dos 500 anos do concelho das Lajes, uma vez que se pretende desenvolver um trabalho com especial foco na vertente cultural do concelho.

O teatro e as artes performativas tiveram, no passado, grande importância nas Lajes e é de salientar o trabalho de continuidade que tem sido feito por algumas coletividades, como o Clube Naval das Lajes, ao fazer subir a palco peças de teatro com alguma frequência aquando da organização de eventos públicos.

A realização de atividades de formação como este workshop permitirá aprofundar conhecimentos e adquirir mais competências para que a valorização do teatro, das artes e, em última instância, da cultura, seja uma realidade nas Lajes.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Selagem e recuperação paisagística das lixeiras nas ilhas Reserva da Biosfera

O secretário regional da Agricultura e Ambiente adiantou que se iniciam no próximo mês “as empreitadas de selagem das lixeiras das Flores e da Graciosa, estando previsto começar ainda este ano a selagem dos aterros de Santa Maria e do Corvo”.

“As opções políticas tomadas pelo Governo Regional em matéria de gestão dos resíduos apontam para que a deposição de resíduos em aterro seja reduzida ao mínimo indispensável e que os atuais locais de deposição (lixeiras e aterros) sejam objeto de intervenções de selagem e recuperação paisagística”, afirmou Luís Neto Viveiros.

Para o titular da pasta do Ambiente, “este é um momento de viragem, em que somos protagonistas de uma mudança profunda, ao implementarmos uma das mais importantes reformas estruturais alguma vez feita nos Açores, e é com esta ambição transformadora que continuaremos a trilhar o caminho da sustentabilidade”.

Este é o caminho, afirmou Neto Viveiros, “que fará com que, em 2020, os Açores preparem para a reutilização e reciclagem, pelo menos, 50% dos resíduos urbanos, incluindo papel, cartão, plástico, vidro, metal, madeira e resíduos biodegradáveis”, acrescentando que “a quantidade de resíduos urbanos biodegradáveis destinados a aterro será reduzida para 33%”.

O secretário regional referiu ainda, a título de exemplo, que os Centros de Processamentos de Resíduos das Flores e da Graciosa já encaminham para valorização mais de 85% dos resíduos urbanos recebidos.


Notícia: «Jornal Diário», rádio Atlântida e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Retiro espiritual do clero florentino

Realiza-se de 2 a 6 de Março e será orientado por Cipriano Pacheco, vigário episcopal para São Miguel.

A Diocese de Angra anunciou a realização de um turno de retiro “extraordinário” na ilha das Flores, que será orientado pelo padre Cipriano Pacheco, vigário episcopal para a ilha de São Miguel.

O retiro espiritual vai ter lugar na Aldeia da Cuada, “um sítio recatado que proporcionará o silêncio necessário à vivência própria de um retiro”, informou o porta-voz da Diocese.

Neste retiro participarão para já os três sacerdotes da ilha das Flores, os padres Davide Barcelos (ouvidor), Ruben Sousa e José Alves Trigueiro, bem como os dois diáconos, Luís Alves e Eurico Caetano. De resto, este retiro espiritual pelas suas especificidades servirá já de retiro preparatório com vista à ordenação sacerdotal de Eurico Caetano, que acontecerá no próximo mês de Abril em São Miguel.

Embora o processo ainda não esteja concluído, tudo indica que o diácono Eurico Caetano, professor de Educação Moral e Religiosa Católica na ilha das Flores, onde foi colocado depois da ordenação diaconal em Agosto passado, não esperará pela ordenação de Pedro Aguiar, diácono desde 8 de Dezembro, prevista para o Verão na ilha do Pico.

O retiro extraordinário do clero na ilha das Flores está, no entanto, aberto a outros sacerdotes.


Notícia: jornal «Correio dos Açores» e portal Igreja Açores.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Apoio à deslocação de doentes vai passar a depender do IRS do agregado familiar

Vasco Cordeiro disse que o novo modelo de apoio a doentes deslocados, dentro da Região e para fora do arquipélago, deverá ser publicado dentro de duas semanas e introduzirá "mais justiça".

“Estamos a concluir aquele que é o novo modelo de apoio à deslocação de doentes e que além de diferenças significativas na sua filosofia e metodologia, no fundo visa apoiar mais quem mais precisa”, afirmou Vasco Cordeiro.

O presidente do Governo Regional prevê que o novo modelo seja publicado dentro de duas semanas no Jornal Oficial da Região, tendo ainda revelado que será aumentado o apoio dado aos doentes e que o modelo deixa de ter por base o número de dias de deslocação para [passar a] ter em conta os rendimentos do agregado familiar.

“Por exemplo, no modelo atual, um açoriano que necessite de se deslocar da sua ilha ou para fora da nossa Região para cuidados médicos de saúde, se essa deslocação for até 30 dias, tem um apoio na ordem dos 20 euros [diários]. De acordo com o novo modelo, o primeiro escalão permitirá um apoio diário à volta de 45 euros”, disse Vasco Cordeiro, reconhecendo tratar-se de “um investimento significativo”.

Segundo explicou Vasco Cordeiro, o novo modelo procura introduzir “mais justiça” e passa o apoio a ser dado em função dos rendimentos dos doentes e do seu agregado familiar.

Questionado sobre o apoio dado aos acompanhantes, o presidente do Governo Regional afirmou que no caso do primeiro escalão, o apoio mantém-se “mais ou menos como é atualmente”.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Pequenas filarmónicas estão em risco

O Governo Regional aprovou (em Novembro) o Programa regional de apoio às Sociedades Recreativas e Filarmónicas dos Açores, que conta este ano com um montante de 150 mil euros. Em 2016 esse valor será de 200 mil euros.

As entidades candidatas a estes apoios devem, conforme estipula o despacho da Secretaria regional da Educação e Cultura, cumprir cumulativamente os requisitos de possuir sede nos Açores e ter a situação contributiva regularizada perante a Segurança Social e a Administração Fiscal, bem como junto da entidade que atribui o subsídio.

Com 102 filarmónicas, os Açores são a região do país com mais bandas per capita, que mantêm viva uma tradição que remonta ao século XIX e que, com as suas escolas de música, desempenham uma função cultural e social de importância unanimemente reconhecida.

As filarmónicas dos Açores têm até 16 de Março para se candidatarem aos apoios públicos regionais relativos a 2015.


Notícia: «Açoriano Oriental», rádio Atlântida e «Jornal Diário».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Nova peça d' A Jangada: «A Promessa»

A partir do texto de Bernardo Santareno, A Jangada - Grupo de Teatro apresenta nos próximos dias 27 e 28 de Fevereiro, 6 e 7 de Março, a peça "A Promessa" no auditório do Museu Municipal de Santa Cruz das Flores.

Um espetáculo com direção artística de Joaquim Salvador e actuações principais de Sónia Silva, Domingos Fontoura e Lília Silva, esta nova peça do Grupo de Teatro A Jangada conta ainda com as participações de Alexandre Sousa, António Lopes, Bruno Grilo, Cristina Carvalho, Cristina Ribeiro, Daniela Nóia, Dora Valadão, Eduardo Russo, João Quaresma, José Gabriel, Luísa Borges, Lurdes Caldeira, Mário Ferreira, Nídia Mendonça, Sílvia Nobre e William Braga.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.
Saudações florentinas!!

domingo, 22 de fevereiro de 2015

«Brumas e Escarpas» #85

Os estaleiros da Fajã Grande

Nos anos cinquenta, a Fajã Grande era terra de produção de muito milho, uma vez que este era praticamente o único cereal cultivado em todos os campos da freguesia e estava na base da alimentação de pessoas e animais. Semeava-se milho em todas as terras de cultivo que rodeavam as casas, quer nas que ficavam junto ao mar quer nas do interior e ainda em muitas outras, junto das relvas ou encravadas entre as terras de mato, algumas já bastante distantes das casas. Houve inclusivamente, em anos anteriores, quem semeasse milho no Mato, substituindo a erva das pastagens pela cultura deste cereal. Era pois enorme a quantidade de milho produzido em toda a freguesia. A sua guarda e arrumo, de maneira que se conservasse e mantivesse em excelente qualidade ao longo do ano, afastado dos ratos e protegido do gorgulho, era um problema que urgia solucionar da forma mais prática e eficiente.

Na Fajã nunca foi costume secar o milho no forno, depois de o apanhar para de seguida o debulhar e, então, guardá-lo em recipiente adequado, dentro de casa. Este costume, vulgar em muitas outras localidades açorianas, na Fajã Grande era praticado muito raramente e apenas quando faltava o milho armazenado do ano anterior e o do ano em curso ainda estava verde e, consequentemente, incapaz de ser moído. Assim a maior parte do milho produzido em toda a freguesia era guardado ao ar livre e com a casca, para o que se construíam os estaleiros, onde se penduravam as maçarocas, presas e amarradas em cambulhões de forma organizada. Os cambulhões eram conjuntos de maçarocas revestidas com a casca, presas umas às outras por uma fita retirada de uma das folhas, devidamente torcidas e amarradas conjuntamente nas extremidades com um fio de espadana.

Na Fajã Grande construíam-se três tipos de estaleiros, cada qual deles no entanto com mais do que uma variante.

Os estaleiros mais pequenos e mais fáceis de construir eram uma espécie de grade, feita com dois, três ou quatro paus de lenha com várias tiras de madeira pregadas. A sua construção era simples. Os paus eram colocados paralelos uns aos outros e equidistantes e de seguida neles se pregavam as ripas ou tiras de madeira - às vezes até eram utilizadas canas, porque eram mais fáceis de obter - formando uma espécie de grade, deixando, no entanto, numa das extremidades um espaço de cerca de um metro livre de tiras, sendo esta a parte que assentava no chão e servia de pés. Estes estaleiros eram encostados às empenas das casas e neles se iam pendurando os cambulhões. Para que os ratos não subissem pelos paus até às maçarocas, em cada um deles, logo abaixo das tiras, era enfiada um pedaço de lata velha, devidamente furada e presa de modo a não cair. Se fosse necessário, podia aumentar-se a capacidade destes estaleiros, juntando-se-lhes conjuntos de dois, três ou mais paus e que eram encostados ao lado dos primeiros.

Uma segunda modalidade era o estaleiro chamado de “pé de cabra”. A sua construção também era simples, mas com maior grau de dificuldade do que os anteriores. Para a sua construção eram precisos quatro paus do mesmo tamanho e taliscas de madeira. Os paus eram amarrados conjuntamente na extremidade mais delgada, sendo depois abertos de forma a afastar as extremidades opostas, simulando uma espécie de pirâmide, em que estas partes serviriam de pés e que seriam enterrados profundamente na terra, de forma ao estaleiro resistir a ventos e temporais. Depois eram pregadas as taliscas de madeira nas diversas faces da pirâmide, a fim de nelas se pendurarem os cambulhões. Para proteger o milho dos ratos utilizava-se uma estratégia igual às dos estaleiros anteriores. Uma variante deste estaleiro era a construção de um igual em tudo, mas apenas com três pés, o que reduzia, significativamente, a capacidade de armazenar o milho.

Finalmente havia um terceiro tipo de estaleiro mais utilizado, com maior capacidade e de mais difícil construção. Era o estaleiro tradicional, constituído por uma estrutura de madeira assente sobre quatro ou seis pegões de cimento, muito lisos e cimentados, para evitar a subida dos ratos. Por sua vez a estrutura de madeira que se encastoava em cima dos pegões tinha a forma do telhado duma casa, mas muito mais inclinada. Um conjunto de barrotes eram ligados a uma trolha pela parte superior e pregadas numa base rectangular. Apenas nas faces laterais eram pregadas as tiras onde se penduravam os cambulhões, sendo que as faces das extremidades ficavam livres para a circulação do ar. No interior do estaleiro e paralelas à trolha superior, geralmente eram pregados barrotes com tiras ou taliscas onde eram pendurados os cambulhões com as maçarocas descascadas, que eram em pequena quantidade, uma vez que resultavam apenas das maçarocas cuja casca era menos resistente ou que menos protegia os grãos. Uma segunda variante deste estaleiro, embora menos utilizada, era diferenciada apenas na estrutura de madeira e na disposição dos pés que eram apenas quatro e dispondo-se sempre em forma de quadrado. A estrutura de madeira que assentava sobre eles tinha a forma de um cubo, aberto na base e na face superior, sendo as ripas pregadas nas quatro faces restantes. Esta variante de estaleiros era de mais simples e fácil construção e julgando-se, por isso mesmo, que representariam um modelo mais ancestral e primitivo do verdadeiro e tradicional estaleiro fajãgrandense.


Carlos Fagundes

Este artigo foi (originalmente) publicado no «Pico da Vigia».

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Fundos €uropeus modernizam agricultura

O Programa de Desenvolvimento Rural dos Açores até 2020 (ProRural+) foi já aprovado pela Comissão Europeia e tem como principal objetivo aumentar a sustentabilidade do setor agroflorestal no arquipélago.

"O principal objetivo é melhorar a sustentabilidade do setor agroflorestal através do aumento da competitividade da produção agrícola local, reforçando ao mesmo tempo a preservação e recuperação ambiental e das paisagens tradicionais", afirma a Comissão Europeia.

Através do ProRural+, os Açores pretendem apoiar a modernização e reestruturação de cerca de mil explorações agrícolas (7% do total que existe na Região), proporcionar formação a 1.700 pessoas e promover a renovação geracional dos produtores através do apoio a 187 jovens agricultores.

Por outro lado, e no âmbito da gestão de recursos naturais, a Região quer melhorar a utilização dos solos e/ou prevenir a sua erosão, pretendendo o ProRural+ abranger 70 mil hectares com esse objetivo.

A promoção da competitividade do setor agrícola absorve 44% dos fundos do ProRural+, enquanto outros 44% estão destinados à recuperação, preservação e melhoria dos ecossistemas relacionados com a agricultura e as florestas.

Neste último caso, os fundos comunitários serão preferencialmente destinados a compensar os agricultores açorianos dos custos adicionais associados à produção regional, por causa das especificidades naturais da Região, assim como a apoiar investimentos florestais considerados amigos do ambiente. Assim, o ProRural+ pretende abranger 23% da área agrícola dos Açores com apoios à biodiversidade, 23% com ajudas à gestão da água e 58% com apoios à gestão de solos.

O ProRural+, relativo ao período de programação orçamental europeu até ao ano 2020, soma 295 milhões de euros do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e mais 45 milhões de verbas nacionais e regionais, ou seja, uma dotação global de 340 milhões de euros.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e RDP Antena 1 Açores.
De referir, ainda, que a Segurança Social trava negócios na lavoura dos Açores, pois os elevados descontos que os lavradores são obrigados a fazer para a Segurança Social estão a levar os jovens a não quererem seguir a profissão. Consequência disso, nos Açores o mercado de transação de lavouras está paralisado.

Saudações florentinas!!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

À conversa com Carlos Toste Mendes

Existem certas pessoas que falar sobre elas é muito difícil, pelas mais variadas razões... Existem outras, que pelo seu trabalho e vida pública, está tudo dito/conhecido.

Na ilha das Flores existem algumas pessoas que se encaixam em qualquer um dos perfis acima referidos. Costa Ocidental apresenta este trabalho sobre um jovem florentino que escolheu o Mundo para viver. Mas, como dizia antes, é difícil falar sobre ele, por isso não arrisco qualquer afirmação ou definição, podendo cometer algum erro ou omitir algo de fantástica grandeza.

Assim, e para ficar a saber quase tudo, nada melhor que ver e ouvir esta entrevista conduzida por Gabriela Silva, aliás a quem agradeço profundamente pela disponibilidade e grande profissionalismo que tem colocado em prol desta iniciativa.

Obrigado ao Carlos Mendes pela partilha pública de um pouco da sua vida.

Obrigado à Luísa Silveira pela imprescindível ajuda/colaboração.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Quinhentos anos de concelho nas Lajes

Em 2015 o concelho de Lajes das Flores comemora cinco séculos da sua fundação. A Câmara Municipal das Lajes realiza no próximo sábado (dia 21), pelas 20 horas no Museu Municipal, uma sessão solene que assinala o início das comemorações desta efeméride. Estão a decorrer igualmente este ano as comemorações dos 500 anos da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, pelo que as celebrações destas importantes datas serão efetuadas em conjunto.

A sessão de abertura iniciar-se-á com a saudação de boas vindas pelo presidente da Câmara Municipal, seguindo-se a intervenção do Ouvidor da ilha das Flores, padre Davide Barcelos. À cerimónia seguir-se-á um concerto com a atuação de Carla Seixas, José Corvelo e Larissa Savchenko.

As comemorações estendem-se ao longo do ano com um conjunto de eventos a serem realizados envolvendo diversas entidades, organizações e coletividades do concelho das Lajes, dignos desta importante efeméride e que permitam prestigiar o Município, estando toda a população convidada a participar nos diferentes momentos que aconteçam nesta celebração.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!