quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

Aves migram cada vez mais cedo

As aves estão a migrar mais cedo a cada ano que passa e investigadores ingleses descobriram porquê: as alterações climáticas estão a impactar todas as suas acções e a introduzirem este novo padrão de migração.

O novo estudo revela que as aves individuais migram pontualmente, chegando ao mesmo tempo a cada ano. No entanto, as alterações climáticas levam a postura de ovos e chocagem a ocorrerem cada vez mais cedo, o que estará a adiantar a migração: “Sabemos que as aves estão a migrar cada vez mais cedo, particularmente aquelas que migram em distâncias mais curtas,” explicou Jenny Gill, da Faculdade de Ciências Biológicas da Universidade de East Anglia. “A razão disto intrigou ornitólogos durante anos. É uma questão particularmente importante, porque as espécies que não estão a migrar mais cedo vão declinando em números.”

Para chegar a esta conclusão, os investigadores observaram durante 20 anos uma população de fuselos de cauda negra (Limosa limosa) da Islândia. Neste período, o bando avançou a sua chegada na Primavera em duas semanas.

Estes pássaros avermelhados de pernas longas, passam os Invernos em Portugal e Espanha, voltando para os seus territórios de reprodução na Islândia entre Março e Abril, frequentemente fazendo os seus ninhos um mês após a chegada.

Para descobrir porque isto ocorre, os cientistas partiram da antiga premissa de que o tempo mais ameno pode levar aves individuais a migrarem mais cedo a cada estação. Mas examinando 14 anos de registos de 54 aves individuais, descobriram uma coisa curiosa: cada pássaro voltava, ano após ano, no mesmo dia.

O que mudou foi a data dos ovos. As fêmeas colocavam-nos antes de cada chegada, em relação ao que os seus pais haviam feito – o que significava que os seus filhotes chocavam antes.


Notícia: portal Green Savers.
Saudações florentinas!!

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

Valorizar 50% do lixo urbano em 2020

Apesar dos "contratempos" verificados no arranque das obras de alguns Centros de Processamento de resíduos nos Açores, o Governo Regional mantém a intenção de atingir uma taxa de valorização de 50% em 2020.

O objetivo foi reafirmado pelo diretor regional do Ambiente durante a apresentação dos dados relativos a 2013 do Sistema Regional de Informação sobre Resíduos (SRIR), ferramenta que gere a informação sobre os lixos urbanos produzidos nas ilhas.

"Apesar dos contratempos verificados com os Centros de Processamento de resíduos no Pico e em São Jorge, mantemos a intenção de atingir, em 2020, uma taxa de valorização de resíduos no arquipélago de 50%", garantiu Hernâni Jorge.

De acordo com o relatório do SRIR relativo a 2013, a taxa de valorização de resíduos nos Açores ficou nos 23%, devido aos atrasos na construção de novas estruturas de tratamento de lixos, cujos concursos foram alvo de processos de impugnação judicial por parte de concorrentes. De um total de 139 mil toneladas de resíduos urbanos produzidos nos Açores em 2013, apenas 30 mil toneladas foram valorizadas (reutilizadas ou recicladas). A maioria (109 mil toneladas) foi eliminada.

Em quase todas as ilhas dos Açores, a quantidade de resíduos urbanos eliminados é muito superior à quantidade de resíduos valorizados, com excepção das Flores e da Graciosa, que após a entrada em funcionamento dos Centros de Processamento, reutilizam a maioria dos lixos que produzem.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

“Genealogias das Flores”: um projeto que todos podemos ajudar a melhorar

Trabalho, há já alguns anos, naquilo que um dia hão-de ser as “Genealogias das Flores”. Nesta fase, para aquilo que interessa, está concluída a pesquisa efetuada nos livros dos registos paroquiais da ilha, os quais, embora com algumas lacunas, cobrem o período que vai de 1675 a 1911.

Se fossem publicadas como estão neste momento, as “Genealogias das Flores” já formariam um livro com cerca de 650 páginas, no qual se podem identificar – e correlacionar – vários milhares de pessoas que nasceram e/ou viveram na ilha. São muitos nomes, é certo, mas, com o contributo pessoal de cada um de nós, ainda podem ser muitos mais.

Como existe uma reserva legal de consulta dos registos de nascimento, de casamento e de óbito dos últimos 100 anos, este projeto de livro, a ser publicado como está, deixaria de fora muitos florentinos, o que é uma pena.

Ou seja, a generalidade das pessoas nascidas nas Flores já podem “descobrir” neste livro, tal como ele está neste momento, o nome dos seus bisavós, dos seus trisavós, dos seus tetravós, etc., mas na ausência de dados que não é possível consultar por reserva legal, muitos não conseguirão encontrar o seu nome ou o nome dos seus irmãos, dos seus pais ou até, nalguns casos, dos seus avós, pois os últimos dados consultados reportam-se a 1910-1911. É uma lacuna que importa ultrapassar, com a necessária ajuda das pessoas, já que o seu autor naturalmente não conhece, nem de perto nem de longe, o nome de toda a gente. Se não for lembrado, muitos ficarão esquecidos!

Por esse motivo, convido as pessoas interessadas em terem o seu nome e/ou o dos seus familiares mais próximos incluídos nas futuras “Genealogias das Flores” a contatarem-me (através do correio eletrónico: genealogiasdasflores@sapo.pt), porque com a vossa colaboração podemos construir um projeto que, a este nível, poucas ilhas açorianas se podem orgulhar de ter.

Da parte do autor, não há preconceitos – todos têm aqui o seu lugar, independentemente da “importância” que cada pessoa tem ou que a sociedade lhe atribui.

Antecipadamente, expresso os meus agradecimentos a todos quantos venham a participar nesta iniciativa. Obrigado!

Francisco António Nunes Pimentel Gomes

domingo, 24 de Agosto de 2014

“Museu do DOP” continuará a navegar

A investigação científica nos mares dos Açores vai continuar a ser feita com o navio Arquipélago, que "apesar de antigo e de ter algumas limitações" é uma "plataforma muito importante" para diversos projetos, afirmou o secretário regional do Mar.

Fausto Brito e Abreu visitou o navio de investigação gerido pelo Instituto do Mar (IMAR, do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores), que está atracado no porto da Horta (na ilha do Faial), e explicou que apesar das "limitações" a Região vai continuar a apostar neste meio operacional.

"É um navio antigo. Tem algumas limitações relativamente a algumas técnicas que hoje em dia estão disponíveis, como o uso de submarinos com controlo remoto. É um navio relativamente pequeno, que tem também algumas limitações operacionais", admitiu o governante.

Fausto Brito e Abreu lembrou que, no entanto, a embarcação continua a ter um papel fundamental no cumprimento de missões científicas, no que diz respeito à gestão das pescas e dos 'stocks' pesqueiros: "Também é uma plataforma de investigação científica muito importante para uma série de projetos que estão a decorrer com a Universidade dos Açores, através do DOP, e para projetos de investigadores estrangeiros que se deslocam aos Açores", recordou.

O secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia garantiu, no entanto, que o Governo Regional estará "atento" às necessidades dos investigadores açorianos, e que estará "alerta" para a possibilidade de melhorias no futuro.

O navio Arquipélago tem 25 metros de comprimento e encontra-se ao serviço Departamento de Oceanografia e Pescas desde 1993, tendo sido usado "extensivamente" em programas de investigação no Atlântico Nordeste.

Cientistas açorianos relacionados com a investigação no mar garantiram que a situação do navio Arquipélago é “muito pior do que pinta o secretário regional do Mar”. O barco é velho e “há projetos que utilizam tecnologias de ponta que pura e simplesmente não podem avançar, porque a embarcação não sustenta esse tipo de trabalho”, disseram os investigadores. “A investigação [científica] só avança [nos Açores] com um barco novo, apontado para o futuro”, afirmou um cientista.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Correio dos Açores».
Saudações florentinas!!

sábado, 23 de Agosto de 2014

Corveta João Roby de visita às Flores

A corveta NRP João Roby foi entregue à Armada Portuguesa em 18 de Março de 1975. É um escoltador oceânico ligeiro e encontra-se em missão na zona marítima dos Açores, tendo como principais missões assegurar a busca e salvamento, fiscalização e presença naval nas águas nacionais.

O comandante do navio, capitão tenente Anjinho Mourinha e sua guarnição convidam os florentinos a visitar o navio neste próximo domingo (amanhã) para conhecerem um pouco esta unidade da Marinha e as suas missões.

O horário das visitas será das 10 horas às 12 horas e das 14 horas às 17 horas, no Porto das Lajes.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 22 de Agosto de 2014

Demora dos concursos públicos leva autarquias a optarem pelos convites

Dados do portal Base, citados pelo «Jornal de Negócios», indicam que desde o início do ano os contratos celebrados por 102 autarquias foram por ajuste direto, ou seja, através de convite a uma ou várias empresas conhecidas das autarquias.

Diz o Código de Contratação Pública que contrato celebrado por ajuste direto é o “procedimento em que a entidade adjudicante [neste caso as autarquias] convida diretamente uma ou várias entidades à sua escolha a apresentar proposta”. Além disso, acrescenta a lei, pode ser usado apenas para obras com valor inferior a 150 mil euros e aquisição de bens ou serviços até 75 mil euros.

Segundo dados do Base [portal dos contratos públicos], compilados pelo Portal de Transparência Municipal e citados pelo «Jornal de Negócios», deste o início deste ano, 102 Câmaras Municipais (ou seja, um terço de todas as autarquias portuguesas) celebraram contratos públicos recorrendo ao ajuste direto em detrimento do concurso público.

Desde 2012 que esta prática tem sido tendência recorrente e tem aumentado entre as Câmaras Municipais.


Notícia: jornal «Açores 9».
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 21 de Agosto de 2014

Gasóleo para carrinhas dos pescadores

Os pescadores dos Açores reclamam os mesmos benefícios que os lavradores no acesso ao gasóleo.

A Assembleia Regional aprovou recentemente legislação que permite o uso do gasóleo agrícola nas carrinhas, quando até agora esse gasóleo subsidiado era apenas destinado às máquinas agrícolas. A nova legislação nada diz sobre a extensão do gasóleo das pescas aos veículos de carga dos pescadores, o que desagradou à classe.

O Governo Regional entende que as reivindicações da Federação de Pescas não fazem qualquer sentido. O secretário regional do Mar explicou à Antena 1 Açores que a atividade dos pescadores está centrada nos portos de pesca e que a classe já beneficia de casas de aprestos, totalmente financiadas pela Região.


Notícia: RDP Antena 1 Açores e jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Cartaz do Festival de Verão do Mosteiro

A freguesia do Mosteiro recebe no próximo fim-de-semana a primeira edição do Festival de Verão do Mosteiro.

O festival conta com um programa bastante animado, apresentando entretenimento variado como artistas musicais, diversões infantis, passeios equestres, festa da espuma e animação pela noite dentro que ficará a cabo de diversos DJs.

Não faltarão os tradicionais petiscos: a linguiça, a morcela, o cabrito, o feijão com dobrada, o polvo e muito mais.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

terça-feira, 19 de Agosto de 2014

Protestos nas ilhas Reserva da Biosfera

Graciosa, Flores e Corvo - as ilhas açorianas que são Reserva da Biosfera - não se conformam com o facto do encontro mundial de Reservas da Biosfera da UNESCO ir decorrer fora do seu espaço geográfico. O encontro, agendado para Setembro, terá lugar nas ilhas do triângulo, o que é considerado imcompreensível por Carlos Brum, presidente do Núcleo Empresarial da Graciosa.

O empresário diz que se a localização da reunião não for alterada, não participa, nem envia qualquer comunicação.

A Graciosa e o Corvo são Reservas da Biosfera desde 2007, enquanto que a ilha das Flores ganhou esse estatuto da UNESCO em 2009.


Notícia: RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

Impostos reduzidos para investimentos

Nos Açores serão reduzidos os impostos a empresas que invistam na produção de bens transacionáveis que potenciem as exportações, reduzam as importações ou contribuam para a reabilitação de centros urbanos.

"O regime de benefícios fiscais ao investimento empresarial prevê deduções à matéria coletável de IRC ou isenções e reduções da taxa de IMI ou de IMT aos investimentos de valor superior a 2 milhões de euros nas ilhas de São Miguel e Terceira ou de 400 mil euros nas ilhas de Santa Maria, Graciosa, São Jorge, Pico, Faial, Flores e Corvo", frisou o vice-presidente do Governo Regional.

Este é um dos sete sistemas de incentivos inseridos no programa Competir+, que estará em funcionamento entre o segundo semestre de 2014 e o final de 2020. Para Sérgio Ávila, com estes incentivos os Açores ficam dotados de "condições singulares e extremamente atrativas para o crescimento do investimento privado", já que têm "a carga fiscal mais reduzida do país", acrescida de benefícios para quem investe.

A estes incentivos podem candidatar-se empresas, sociedades ou cooperativas que invistam na produção de bens e serviços transacionáveis, que potenciem o aumento de exportações ou a redução de importações ou que contribuam para a reabilitação dos centros urbanos de vilas ou cidades.

Segundo Sérgio Ávila, os benefícios "correspondem à dedução à coleta de IRC até ao limite de 90% da mesma, da importância de 30% das aplicações relevantes do projeto de investimento realizado, podendo esta última ser majorada em função da criação de postos de trabalho ou caso o projeto de investimento se realize em áreas geográficas específicas".

A isenção ou redução do Imposto sobre Imóveis (IMI) decorre por um período de 10 anos, relativamente aos prédios utilizados pelo promotor e a isenção ou redução do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) é no mínimo de 75% relativamente aos imóveis adquiridos destinados ao exercício da atividade do projeto de investimento.

As isenções de IMI e IMT estão condicionadas à emissão de parecer pelo município da área onde o investimento se realiza e à renúncia da compensação da despesa fiscal envolvida.

Este regime de benefícios fiscais resulta da adaptação, pela primeira vez, do Sistema Fiscal Nacional aos Açores, algo que a Região tinha possibilidade de fazer desde 2002.


Notícia: «Açoriano Oriental», RDP Antena 1 Açores, «Correio dos Açores» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional].
Saudações florentinas!!

domingo, 17 de Agosto de 2014

Prioridades no Plano Regional de Saúde

A obesidade, a diabetes, os AVC, enfartes e as doenças oncológicas são as prioridades do Plano Regional de Saúde dos Açores para o período 2014-2016.

“O Plano Regional de Saúde tem como objetivo, do ponto de vista de meta global, melhorar os indicadores de saúde dos açorianos. Quando falamos de indicadores estamos a falar de situações muito concretas, ou seja, reduzir a obesidade, reduzir a incidência da diabetes, reduzir a incidência de acidentes vasculares cerebrais ou propriamente dos enfartes, também controlar e no fundo promover estratégias no sentido das doenças oncológicas”, frisou o secretário regional da Saúde.

O documento centra-se em quatro áreas de intervenção: promoção de estilos de vida saudável e prevenção de comportamentos de risco, combate às doenças crónicas, combate às doenças cérebro e cardiovasculares e combate às doenças oncológicas. “Temos a consciência de que será impossível acabar com todas as doenças, mas temos também a consciência de que 80% das doenças têm uma base muito marcada naquilo que é o estilo de vida de cada um de nós, por isso, queremos ter intervenção otimizada em todas as áreas, mas principalmente nestas doenças, de forma a que as pessoas tenham estilos de vida mais saudáveis”, frisou Luís Cabral.

Ao contrário do que tinha sido feito em anos anteriores, o Plano Regional de Saúde para 2014-2016 não foi elaborado pelos médicos, mas pela Direção Regional da Saúde, continuando os profissionais a colaborar como consultores. “Faz todo o sentido que à semelhança de outras realidades nacionais, como o Plano Nacional de Saúde, por exemplo, fosse uma equipa da Direção Regional de Saúde que estivesse mais diretamente envolvida na elaboração, indo buscar o contributo de todos os profissionais que considerassem necessários e que já vinham colaborando nesta área”, frisou o secretário regional da Saúde.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Jornal Diário».
Saudações florentinas!!

sábado, 16 de Agosto de 2014

PCP quer "novas metodologias de relacionamento" com as Cooperativas

Aníbal Pires desafiou o Governo Regional a encontrar novas metodologias de relacionamento e responsabilização com o setor cooperativo para o ajudar a ultrapassar as dificuldades que atravessa.

“O Governo Regional, que foi utilizando ao longo dos anos o setor cooperativo com fins políticos eleitorais, que agora não se fique apenas por palavras de preocupação, mas que encontre novas metodologias e responsabilização de modo a que os problemas possam ser ultrapassados”, disse Aníbal Pires, no final de uma visita à ilha das Flores.

Para o deputado regional comunista, o setor cooperativo necessita da disponibilização de apoio técnico para a gestão comercial, económica e financeira e também apoio na tentativa de reestruturação das dívidas junto da banca, quer através da descida dos spreads, quer através do prolongamento dos prazos de pagamento: "É fundamental que se tomem algumas medidas, mas não injetando dinheiro ou derramando dinheiro sobre os problemas, porque não é assim que se resolvem", disse o parlamentar.

Após dois dias na ilha das Flores, onde contactou com diversas entidades oficiais e cidadãos, Aníbal Pires considerou necessário que, nesta e noutras ilhas, a produção de leite aumente para que a capacidade instalada possa ser totalmente aproveitada.

O dirigente comunista alertou também para a falta de aproveitamento integral do matadouro das Flores, uma ilha que produz carne certificada como sendo de origem protegida: “O problema tem a ver com equipas de desmancha, que têm de ser especializadas, e a necessidade de encontrar uma forma de durante algum tempo, instalar aqui ou fazer aqui formação para que a sala de desmancha possa ser devidamente utilizada, porque o investimento está feito”, acrescentou Aníbal Pires.

O deputado comunista voltou a criticar as políticas regionais, nacionais e europeias que não conseguem contrariar o isolamento e a distâncias das ilhas, por se regerem por “critérios de aplicação uniforme e que não levam em linha de conta as especificidades das ilhas. Políticas uniformes acabam por penalizar o que é diferente”, sustentou.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!