domingo, 21 de dezembro de 2014

Lajes tem o pior "acesso" a médicos

Lajes das Flores, Oleiros (no distrito de Castelo Branco) e Pampilhosa da Serra (no distrito de Coimbra) são os únicos concelhos de Portugal que não possuem qualquer médico residente, sendo que 72 dos 308 municípios do país (23,3%) apresentam médias inferiores a um clínico por mil habitantes.

Estes dados foram revelados pelo Instituto Nacional de Estatística que divulgou os seus Anuários Estatísticos Regionais relativos a 2013, onde o indicador de médicos por mil habitantes - tendo como referência o local de residência daqueles profissionais - indica uma média nacional de 4,3 clínicos por cada milhar de habitantes.

Notícia: «Correio dos Açores» e jornal «Observador».
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sábado, 20 de dezembro de 2014

Tarifas eléctricas voltam a aumentar

Após um aumento de 3,4% neste ano, o preço da electricidade vai aumentar mais 4,2% no próximo ano.

A subida das tarifas eléctricas em 2015 para os Açores é superior à subida nacional. Os valores foram divulgados pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), a quem compete fixar as novas tarifas de venda da electricidade.

A ERSE vai já adiantando que se prevêm novos - e muito maiores - aumentos das tarifas eléctricas em 2016.

A ERSE explica que o preço da electricidade paga pelo consumidor final tem em conta o princípio da convergência do tarifário eléctrico entre Portugal continental e as Regiões autónomas, que segundo a Reguladora permite equilibrar o valor médio a pagar por cada cliente.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e RDP Antena 1 Açores.
De relembrar que, na semana passada, na Assembleia Regional se assistiu à união entre PS, PSD, CDS e PPM para recusarem a redução dos custos da electricidade nos Açores, proposta realizada pelo PCP.

Saudações florentinas!!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Incógnita com o fim das quotas leiteiras

A União Europeia vai acabar com as quotas leiteiras em Abril de 2015, colocando um grande desafio aos Açores, onde em apenas 2,5% do território nacional se produz mais de 30% do leite do país.

Metade da economia açoriana assenta na agropecuária e o leite pesa mais de 70% nesta, sendo um setor que viveu uma mudança substancial nos últimos anos, depois da União Europeia ter anunciado o fim das quotas leiteiras no espaço de uma década. A mudança é evidente e deu competitividade ao setor, dizem produtores, indústria e administração regional que, porém, não estão de acordo em relação ao cenário pós-quotas leiteiras.

Os produtores, pela voz do presidente da Federação Agrícola dos Açores, dizem que o fim das quotas pode ser "um autêntico desastre", considerando fundamental negociar com Bruxelas medidas proativas, e não apenas reativas, de apoio ao setor para a fase de transição, ao abrigo da ultraperiferia das ilhas. A Comissão Europeia assumiu o compromisso de criar um Observatório do leite, para acompanhar as oscilações do mercado e adotar medidas de resposta sempre que necessário.

"Embora se reconheça que o impacto das quotas leiteiras seja de difícil estimação, existe consenso sobre uma perda global no rendimento dos produtores de leite, no curto prazo", e uma reestruturação do setor em torno daqueles que produzirem "com menores custos", concluiu um estudo encomendado pelo Governo Regional à consultora Fundo de Maneio.

Num dos cenários para os Açores, em que se assume uma diminuição de 10% nas receitas das explorações, esse estudo diz que o impacto no rendimento dos produtores poderá ser contrabalançado com um aumento de 13,45% dos "subsídios correntes". Com os atuais [subsídios], haveria uma diminuição de 7,5 milhões de euros no Valor Acrescentado Bruto do setor. Por outro lado, estes cenários confirmar-se-ão sem "um redimensionamento das explorações, da indústria, do comércio e das políticas governamentais", refere o documento.

O Governo Regional tem tentado "desmistificar" a questão, manifestando confiança na capacidade do setor, da produção à indústria, para enfrentar o fim das quotas leiteiras após uma década de investimento público "cautelar", numa política que vai prosseguir, será reforçada e está "consensualizada" com os produtores.

Recentemente o secretário regional da Agricultura sublinhou que apesar dos "constrangimentos" os Açores têm "vantagens competitivas" que residem na forma de produção associada à alimentação das vacas em pastagens, o que é valorizado por um tipo de consumidor mais exigente.


Notícia: jornal «Açores 9» e portal «Notícias ao Minuto».
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Reabertura do acesso à Água Quente

A Câmara Municipal das Lajes tem estado a efetuar trabalhos de modo a permitir a reabertura do acesso à Água Quente, no lugar da Costa, na freguesia do Lajedo.

Este acesso é de grande importância, quer por motivos turísticos, quer para permitir o acesso ao Porto da Costa e a terrenos agrícolas circundantes, e encontrava-se interrompido há bastante tempo devido à interrupção dos trabalhos e aos deslizamentos de terrenos que ocorreram naquela zona, pelo que a Câmara Municipal das Lajes solicitou à Direção Regional do Ambiente o restabelecimento de um acesso pedonal com condições mínimas de segurança e circulação.

Sendo esta uma zona vulnerável inserida em áreas de proteção da orla costeira e do Parque Natural da ilha das Flores, foi autorizada pela Direção Regional do Ambiente a abertura de um acesso pedonal que permita restabelecer o acesso de locais e visitantes a este importante ponto turístico.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Faróis abertos ao público às 4ªs-feiras

Os 29 faróis espalhados por Portugal passam a estar abertos ao público todas as quartas-feiras. As visitas gratuitas e sem necessidade de marcação prévia serão guiadas pelos respetivos faroleiros.

Dezassete faróis no Continente, onze nos Açores e um na Madeira poderão a partir de agora ser visitados também às quartas-feiras, informa a Marinha em comunicado.

As visitas gratuitas e sem necessidade de marcação prévia serão guiadas pelos respetivos faroleiros, que levarão o público até à mítica torre do farol, oferecendo uma perspetiva única sobre o mar. No Inverno, as visitas decorrem entre as 13h30 e as 16h30; no Verão entre as 14 horas e as 17.

Esta iniciativa, que se iniciou em 2011, destina-se a dar a conhecer a missão dos faróis e as funções dos faroleiros.

Na ilha das Flores podem ser visitados o Farol da Ponta do Albarnaz (em Ponta Delgada) e o Farol das Lajes.

As visitas aos faróis, tal como ocorria anteriormente, podem continuar a ter lugar fora das datas e horários acima definidos, carecendo no entanto de autorização prévia.


Notícia: semanário «Expresso».
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Low cost ameaçam nossa maior riqueza

Os Açores são destino platina reconhecido internacionalmente pelo cumprimento de critérios de sustentabilidade ambiental e social. Os destinos das companhias de aviação low cost beneficiam de um aumento de turistas, mas se forem demasiados podem só vir "estragar": o destino turístico mais verde do Mundo aguentará uma enchente de turistas?

A entrada de companhias aéreas low cost num destino distinguido pela sustentabilidade ambiental, como é o caso dos Açores, tem de ser gerida com cautelas, explicou Nikki White no Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo.

A especialista em Destinos e Sustentabilidade da ABTA (associação britânica de agentes de viagens) alertou os congressistas para o crescente nível de preocupação dos turistas europeus, entre outros temas, com questões relacionadas com direitos humanos e bem estar animal, remetendo indirectamente para a recente questão do abaixo-assinado que correu na internet apelando aos turistas para boicotarem o Algarve devido ao cavalo que morreu de maus tratos junto à EN 125 sem que as autoridades portuguesas tenham intervido.

“Tudo o que tem a ver com sustentabilidade ambiental não tem retorno imediato, mas constrói confiança no futuro das empresas, nos clientes que reservam viagens e na sustentabilidade da indústria”, adiantou a especialista. “Quando uma companhia aérea low cost entra num destino, temos de pensar muito bem se queremos os produtos turísticos que podem vir associados, como as festas de despedida de solteiro”, brincou Nikki White. Sem dúvida, uma questão pertinente no caso dos Açores, onde a EasyJet e a RyanAir começam a operar a partir do próximo Verão IATA.

Os Açores são o primeiro destino platina da Quality Coast, um sistema de verificação do cumprimento de metas de sustentabilidade turística utilizado pelos maiores operadores do sector. Pode a maior vantagem dos Açores estar em risco?

Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, admite que “em relação à entrada das companhias de aviação low cost nos Açores, gostava de conhecer melhor os acordos feitos para depois me manifestar, mas em princípio qualquer aumento de concorrência não é má notícia”. A sua maior preocupação, neste momento, é relativamente “aos acordos celebrados” e que “a tutela dê apoios equilibrados às companhias e que não beneficie mais uma do que outra”.


Notícia: jornal «Correio dos Açores» e portal «Dinheiro Vivo».
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Deputados que não falam na Assembleia

Manuel Pereira, Iasalde Nunes e Bruno Belo fazem parte do grupo de dez deputados que nunca fizeram qualquer intervenção política na tribuna da Assembleia Regional, decorrida já mais de metade do mandato.

A meio da presente legislaturadeputados na Assembleia Regional que nunca fizeram uma única intervenção de fundo. Só na bancada do PS são oito: André Bradford, Bárbara Chaves, Benilde Oliveira, Cecília Pavão, Cláudia Cardoso, Iasalde Nunes, Manuel Pereira e Rogério Veiros. Na bancada do PSD existem outros dois: Bruno Belo e Paulo Parece.

Alguns destes nomes não estão, no entanto, na Assembleia Regional desde o início desta legislatura (em 2012).

Em dois anos de mandato houve mais de trezentas intervenções em Plenário, a maioria das quais realizadas pela bancada do PSD. José Andrade (do PSD) é o deputado regional com mais intervenções na tribuna (32).

Mas são os partidos mais pequenos que mais se destacam em matéria de intervenções na Assembleia Regional: Aníbal Pires (PCP, 29), Paulo Estêvão (PPM, 21) e Zuraida Soares (Bloco de Esquerda, com 19 intervenções).


Notícia: RDP Antena 1 Açores.
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domingo, 14 de dezembro de 2014

Açores vão ter cuidados paliativos

Governo Regional avança em 2015 com a criação das primeiras equipas e camas hospitalares para cuidados paliativos, anunciou o secretário regional da Saúde.

Um estudo da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos tinha já concluído que os Açores não têm cuidados paliativos e que metade dos doentes referenciados morre sem acesso a este tipo de assistência.

Falando no debate do Plano e Orçamento para 2015, Luís Cabral disse que vão ser criadas dez "equipas comunitárias de suporte em cuidados paliativos nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Faial e Pico". Além disso, "os internamentos de cuidados paliativos serão criados nos três hospitais da Região" (São Miguel, Terceira e Faial), acrescentou.

Na mesma intervenção, o secretário regional da Saúde reiterou a intenção do Governo Regional de alargar os cuidados continuados atualmente prestados nas ilhas. O Orçamento regional para 2015 prevê 2,4 milhões de euros para serem "disponibilizadas mais de duas centenas de camas de cuidados continuados integrados" e criadas 16 equipas "domiciliárias de apoio integrado". Essas equipas trabalharão em Santa Maria (uma), São Miguel (cinco), Terceira (duas), Faial (uma), Pico (três), São Jorge (duas), Graciosa (uma) e Flores (uma).

Além disso, o Governo Regional prevê "dar início" em 2015 "à rede regional de cuidados continuados de saúde mental", para dar "melhor resposta e maior autonomia a estes doentes".


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
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sábado, 13 de dezembro de 2014

Resíduos plásticos flutuam nos oceanos

Cerca de 269 mil toneladas de resíduos plásticos flutuam atualmente na superfície dos oceanos de todo o planeta Terra, indica um estudo internacional.

A poluição por microplásticos foi observada, em diferentes concentrações, em todos os oceanos do nosso planeta, mas os dados são insuficientes para avaliar com precisão o peso total destes detritos micro e macroplásticos a flutuar à superfície, explicaram os cientistas cujo trabalho foi publicado na revista norte-americana «PLOS One».

Para tentar obter um valor mais preciso, estes peritos utilizaram dados reunidos ao longo de 24 expedições realizadas entre 2007 e 2013 nos cinco grandes giros subtropicais (turbilhões de confluência das principais correntes oceânicas), na costa australiana, na baía de Bengala (Índico) e no Mediterrâneo.

Os grandes blocos de plástico parecem ser mais abundantes junto às costas e transformam-se em microplásticos nos cinco grandes giros, explicaram os autores. Os estudos constataram que os microplásticos mais pequenos estão presentes nas regiões mais afastadas das zonas habitadas, como as zonas subpolares, um resultado que surpreendeu os cientistas. Esta repartição dos microplásticos em zonas afastadas poderá sugerir que os grandes giros atuam como trituradores de grandes bocados de plástico. Posteriormente, os microplásticos são lançados pelas correntes em todos os oceanos.

"Os cinco giros subtropicais nos quais se acumulam os detritos plásticos não são o destino final, mas os microplásticos resultantes interagem com todo o ecosistema oceânico", explicou Marcus Eriksen, diretor de investigação no Instituto Cinco Correntes, na Califórnia (costa oeste dos Estados Unidos da América), um dos responsáveis desta pesquisa.

Uma garrafa de plástico enterrada na areia da praia, que surge na maré baixa, pode servir como uma imagem simbólica do lixo esquecido nos oceanos. Mas não mostra a verdadeira dimensão deste problema ambiental. A equipa de investigadores serviu-se de centenas de medições nos oceanos e de um modelo de distribuição marinha do plástico, e calculou que existem 5,25 milhões de milhões de pedaços de plástico de diferentes dimensões a boiar na Terra.

Os plásticos acumulados nos oceanos têm várias consequências ambientais. Os peixes, os mamíferos e outros animais marinhos podem confundir pedaços de plástico com alimentos e acabam sufocados ao tentarem comê-los. As redes de pesca podem prender e ameaçar a vida de mamíferos, aves e tartarugas, assim como de animais que vivem no leito do oceano.

Por outro lado, os plásticos que se vão acumulando no mar são uma fonte de substâncias químicas tóxicas que podem matar a fauna marinha. As substâncias que compõem o plástico acumulam-se ainda nos tecidos dos animais que os consomem e são assim transferidas na cadeia trófica, de predador em predador, até chegarem aos humanos.


Notícia: «Açoriano Oriental» e jornal «Público».
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Falta gestão profissional às Cooperativas

As pequenas Cooperativas de lacticínios dos Açores necessitam de serviços de gestão financeira profissional e devem apostar em novos mercados para assegurarem a sua sustentabilidade, concluiu um relatório apresentado na Assembleia Regional.

O relatório foi elaborado por um grupo de trabalho composto por deputados regionais e analisa a situação e as perspetivas das Cooperativas açorianas, algumas das quais atravessam dificuldades financeiras. Além de uma gestão profissional, o relatório aponta que "eventuais apoios futuros" que venham a ser atribuídos às Cooperativas, no âmbito de programas regionais ou comunitários, devem "depender" da existência ou não desses serviços de gestão profissional.

Os deputados que compõem o grupo de trabalho reuniram com dez Cooperativas de diferentes ilhas da Região e concluíram ainda serem necessárias mais iniciativas governamentais de sensibilização para a produção e mais formação e acompanhamento técnico dos produtores. Estas medidas de apoio à produção são fundamentais no entender dos deputados, sobretudo "nas ilhas mais pequenas e com maiores problemas em termos de quantidade de leite produzido, de modo a melhor orientá-las no contexto geral em que se movem".

"Devem ser promovidas políticas públicas que visem a concertação de estratégias comerciais por parte das Cooperativas, assim dando maior eficácia no 'marketing' dos seus produtos e aumentando o poder negocial face às exigências dos mercados", pode ainda ler-se entre as onze recomendações do relatório.

O grupo de trabalho concluiu também que as Cooperativas de lacticínios dos Açores devem ter como prioridade a utilização dos novos sistemas de incentivos no âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio, no sentido da diminuição dos seus custos energéticos e de transportes.

No debate parlamentar que se seguiu à apresentação do relatório, o secretário regional da Agricultura reconheceu que "as Cooperativas têm passado por algumas dificuldades", mas manifestou confiança que as soluções agora propostas possam contribuir para o equilíbrio financeiro daquelas pequenas unidades fabris.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e RDP Antena 1 Açores.
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Açores considerados como o destino turístico europeu mais sustentável

Açores, Cascais, Sintra, Lagos, zona Oeste e a Serra do Socorro e Archeira (em Torres Vedras) estão no Top 100 dos destinos sustentáveis do Mundo.

A lista dos 100 destinos mais sustentáveis para passar férias foi revelada pelo ‘sítio’ GreenDestinations.info e segundo o seu diretor, Albert Salman, o objetivo é "reconhecer os destinos turísticos que levaram a sustentabilidade a sério e se esforçaram para fazer a diferença". Aquele responsável admitiu ainda que "medir a sustentabilidade não é simples, nem se pode cortar a direito. Esta lista reconhece os destinos que estão no caminho certo, tendo em conta as avaliações de peritos independentes com recurso a critérios objetivos".

Portugal colocou seis destinos no Top 100 e, além disso, esses locais são dos que na Europa conseguiram melhor cotação da Crítica de Turismo Sustentável Global. Os Açores foram considerados o destino turístico mais sustentável da Europa, ao conseguir uma cotação de 8,9 em 10 pontos possíveis. Cascais e Lagos foram também dos melhores, com 8 pontos.

Segundo a organização, esta cotação é calculada a partir de 40 a 60 indicadores, como a qualidade da natureza (paisagens e experiência de vida selvagem), qualidade e cuidados ambientais (ar, água e águas balneares), herança cultural (identidade local e tradições), questões sociais (hospitalidade do povo e o respeito pelos direitos humanos), economia verde (desenvolvimento económico sustentável, energia verde, adaptação ao clima e questões relacionadas com o desperdício e gestão de consumo de água) e políticas de turismo verde.

Criado para premiar os esforços de gestão destes destinos, o Top 100 dos destinos mais sustentáveis do Mundo resulta do convite lançado nas redes sociais, a que se seguiu uma seleção por trinta peritos de turismo sustentável a nível internacional.


Notícia: «Açoriano Oriental» e jornal «Observador».
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Abertura do novo Centro Comercial

Na ilha das Flores, um casal de empresários, com mais de 25 anos de atividade, decidiu investir cerca de 4 milhões de euros na construção de um centro comercial. O espaço deverá criar mais de 20 postos de trabalho. Os donos do FlorAtlântico admitem que os tempos são difíceis, mas dizem-se apostados em ultrapassar as dificuldades.

Notícia: «TeleJornal» da RTP Açores.
Saudações florentinas!!