domingo, 10 de abril de 2016

Taste in: experiências gastronómicas

O roteiro gastronómico Taste in – Experiências Gastronómicas vai alargar a sua área de abrangência, integrando este ano restaurantes da ilha das Flores.

Sob a égide da Adeliaçor (Associação para o Desenvolvimento Local de Ilhas dos Açores) o evento vai decorrer entre os dias 15 e 25 de Abril, envolvendo no total 16 restaurantes do Faial, Pico e Flores.

“À semelhança dos anos anteriores, o roteiro gastronómico Taste in oferece aos apreciadores da nossa gastronomia, ementas confecionadas de forma contemporânea com os produtos locais, mostrando inovação na confeção e apresentação dos pratos”, refere a organização.

O objetivo principal deste evento é, segundo a Adeliaçor, “promover nos restaurantes aderentes uma nova dinâmica gastronómica que cative o público para novos conceitos e para a importância da valorização dos produtos regionais numa cozinha contemporânea e da importância da harmonização dos vinhos locais e dos pratos apresentados no menu proposto”.

A ilha Flores irá receber este evento pela primeira vez, estando o Taste In disponível em cinco restaurantes florentinos: Amanhecer, Casa do Rei, Forno Transmontano, INATEL Flores e Papadiamandis.

Durante estes dez dias cada restaurante aderente terá um menu especial com base em produtos regionais. Cada menu terá um custo de 15 euros (bebidas não incluídas) e é composto por entrada, prato de peixe ou carne e sobremesa que poderão ser acompanhados por vinhos locais certificados previamente selecionados.


Notícia: jornal «Tribuna das Ilhas».
Saudações florentinas!!

sábado, 9 de abril de 2016

Jogo crucial para a subida do Fazendense

A equipa masculina de ténis de mesa do Grupo Desportivo Fazendense está a realizar uma prestação brilhante na Zona Centro Sul da Segunda Divisão.

Tendo ainda por realizar um jogo em atraso, o GDF encontra-se posicionado no terceiro lugar da classificação (com 38 pontos, 12 vitórias e duas derrotas) tendo este sábado às 19 horas um jogo de crucial importância frente à equipa de Os Ugas, a contar para a décima sexta (e antepenúltima) jornada. A equipa da vila da Ega (concelho de Condeixa-a-Nova) está na segunda posição classificativa, com mais um ponto mas mais um jogo já disputado do que os "pretos da Fazenda".

Por outro lado, a participação da equipa feminina de ténis de mesa do Fazendense foi marcada por resultados desfavoráveis nesta sua estreia na Zona Continente+Açores da Segunda Divisão nacional: apenas dois jogos ganhos... por falta de comparência de clubes que não se deslocaram à ilha das Flores.

Saudações florentinas!!

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Municípios florentinos "desdobram-se" em apoios sociais para fixar população

Os dois municípios da ilha das Flores "desdobram-se" em diversos apoios sociais à população, quer para a sua fixação, como para ajudar a amenizar a crise.

No "sítio" do Município lajense contam-se, entre outros, apoios à natalidade, aquisição de medicamentos e bolsas de estudo. “Gostamos de acreditar que o impacto é positivo, esperemos que tenha uma dimensão considerável e que realmente contribua para a melhoria das condições de vida das pessoas no concelho, que é esse o nosso objetivo”, disse o presidente da Câmara Municipal de Lajes das Flores.

Luís Maciel adiantou que nos últimos anos o Município tentou criar “um conjunto de medidas, devido também ao contexto particular” que o país tem atravessado, para "servir de almofada" pelo menos aos estratos mais desfavorecidos da população.

O autarca lajense referiu que o objetivo é também que esses apoios sejam “um incentivo ou deem as condições mínimas para [as pessoas] se fixarem cá. Se essas medidas vão [contribuir para] contrariar esse fenómeno [da diminuição da população], penso que será difícil (...) pensar que conseguimos só com essas medidas contrariar esse fenómeno, que é global”, declarou Luís Maciel, notando que estas medidas não podem “funcionar isoladamente” de outras ações.

No concelho de Santa Cruz das Flores, a população paga um euro mensal independentemente da quantidade de água consumida e a recolha dos resíduos sólidos urbanos é gratuita, somando-se outros benefícios para a população, como pequenas reparações em habitações de pessoas carenciadas ou inválidas.

“Estes apoios, especialmente nesta altura de crise, têm sido muito importantes”, afiançou José Carlos Mendes, considerando que “esta é também uma forma de contribuir para fixar as pessoas e criar melhores condições de vida”.

Sobre o impacto destas medidas no concelho de Santa Cruz, o autarca sustentou que “não se pode medir o seu resultado no imediato, mas antes a longo prazo. Estamos a dar um contributo, embora pequeno e à nossa dimensão, para tentar fixar as pessoas e também criar melhores condições de vida”, apontou o autarca, convicto de que o dinheiro que “fica no bolso dos munícipes vai ser rentabilizado” na economia local.

“Nós entendemos que quanto menos impostos e menos taxas municipais cobrarmos aos munícipes, mais vamos dinamizar e revitalizar a nossa economia”, acrescentou José Carlos Mendes.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

CDEF no Regional de Iniciados em volei

No passado fim-de-semana, a equipa de iniciados masculinos do Clube Desportivo Escolar das Flores (CDEF) classificou-se na segunda posição da Série 1 do Campeonato Regional de voleibol naquele escalão etário.

Os jovens do CDEF tiveram mais uma prestação que orgulha a ilha das Flores, só "caindo" perante a equipa dos Antigos Alunos (de São Miguel), que irá defrontar o Calheta (de São Jorge) na finalíssima de apuramento do campeão regional.

De hoje até domingo (dia 10) a equipa feminina do Clube Desportivo Escolar das Flores vai disputar o Campeonato Regional de voleibol no escalão de iniciados femininos.

Saudações florentinas!!

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Menos avisos meteorológicos a Ocidente

Entre 2013 e 2015, as ilhas do grupo ocidental dos Açores foram as que registaram menos avisos meteorológicos emitidos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

“Por incrível que pareça, o grupo ocidental é aquele que tem menos avisos”, afirmou o diretor da delegação regional dos Açores do IPMA. Diamantino Henriques informou que “o grupo central é o que tem normalmente mais avisos por ano”. O responsável explicou que a razão desta situação se deve ao facto da “área abrangida pelo grupo central” ser maior, pelo que “quando uma perturbação se aproxima, demora mais tempo a passar naquele trajeto que nos outros”.

Diamantino Henriques salientou que o grupo ocidental “é mais pequeno, ou seja, ocupa uma menor área”, mas apontou que, “em determinados avisos meteorológicos, supera os outros. Por exemplo, na questão da agitação marítima e do vento, o grupo ocidental supera os outros em média”, explicando que a maior parte dos avisos emitimos pelo IPMA para os Açores relaciona-se com a precipitação.

O diretor da delegação do IPMA nos Açores esclareceu que “quando se aproxima uma perturbação”, normalmente desloca-se de oeste para leste e, portanto, o grupo ocidental é o primeiro a ser atingido. “Quando aparece um aviso é sempre o aviso para o grupo ocidental, ou para o grupo ocidental e central, mas é sempre o grupo ocidental que aparece em primeiro lugar”, referiu ainda o meteorologista.

Segundo dados da delegação regional dos Açores do IPMA, entre 2013 e 2015, dos 433 avisos meteorológicos emitidos para os Açores 58% incluíam as ilhas das Flores e do Corvo, 78% o grupo central e 65% o grupo oriental (Santa Maria e São Miguel). Nos avisos meteorológicos para chuva, as ilhas das Flores e do Corvo têm 46% dos 362 avisos emitidos. Aumenta substancialmente a presença do grupo ocidental nos 120 avisos de agitação marítima (83%) e nos 131 avisos relativos ao vento as ilhas da Flores e Corvo estão presentes em 73%.

Sobre a agitação marítima, Diamantino Henriques explicou que nestas duas ilhas “as ondas são maiores, porque estão mais a norte e são, de alguma forma, afetadas pelas depressões da frente polar no Inverno, que propagam a ondulação com ondas maiores e que, muitas vezes, tornam impraticável a navegação para determinadas embarcações naquela área. As duas ilhas são as mais afetadas pela proximidade da frente polar”, referindo que a mesma explicação se aplica ao vento que gera a agitação marítima.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 5 de abril de 2016

Visita estatutária do Governo Regional

Inicia-se ao final da manhã de hoje a visita estatutária do Governo Regional à ilha das Flores, durante a qual Vasco Cordeiro irá presidir, entre outras cerimónias, à apresentação da campanha regional de prevenção e combate à violência doméstica e à assinatura de um protocolo com a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Santa Cruz das Flores para a remodelação e ampliação do quartel.

Nesta visita estatutária, a primeira realizada em 2016, o Governo Regional como é habitual vai reunir com o Conselho de Ilha das Flores e receber a população desta ilha do Grupo Ocidental que pretenda colocar as suas questões diretamente aos membros do Executivo, numa iniciativa que se tem realizado em todas as visitas desta legislatura, no âmbito de uma política de reforço de proximidade com os açorianos.

Na ilha das Flores, o presidente do Governo Regional tem reuniões agendadas com as associações representativas da agricultura e das pescas, nas quais participarão também agricultores e pescadores. Além destas iniciativas, Vasco Cordeiro preside à apresentação do projeto de requalificação da área envolvente ao topo sul do Aeródromo e visita a obra de requalificação da Fajãzinha, assinalando o início da repavimentação de um troço do ramal desta freguesia.

O programa desta visita estatutária inclui, como habitualmente, visitas dos membros do Governo Regional a vários investimentos em curso na ilha das Flores, assim como diversas reuniões com entidades privadas.


Notícia: «Açoriano Oriental», rádio Atlântida, «Jornal Diário» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Conselho de Ilha quer saber quando será construída a Estação Geodésica das FLW

O Conselho de Ilha das Flores quer saber como está o processo da estação geodésica, segundo o memorando enviado ao Governo Regional a propósito da visita estatuária que amanhã se inicia.

O documento elenca 35 pontos, que vão desde a saúde aos transportes, das comunicações móveis ao acesso à medicina no trabalho, entre outros, repetindo várias propostas de memorandos elaborados por ocasião de anteriores visitas estatutárias do Governo Regional à ilha das Flores.

No memorando, o Conselho de Ilha das Flores, entidade consultiva que integra autarcas e representantes dos sindicatos e associações empresariais, além de outros organismos ligados ao ambiente, pescas ou agricultura, pede ao Governo Regional para “ter em conta a atual situação financeira da Cooperativa Ocidental, mantendo o apoio técnico à gestão e produção de leite e, em conjunto com a sua direção, assegurar a viabilidade da unidade fabril”.

Na área da saúde, os conselheiros florentinos querem saber o ponto de situação da instalação do Posto de saúde das Lajes, da rentabilização da câmara hiperbárica e da unidade de hidroterapia (encerrada por razões de segurança), e sobre a possibilidade de deslocar mais médicos especialistas à ilha, abrangendo maior número de especialidades.

Na educação, o Conselho de Ilha das Flores reclama “uma intervenção mais profunda” na Escola padre Maurício de Freitas, em Santa Cruz, e, ainda em matéria de obras públicas pretende saber se se mantém a calendarização das obras de proteção da orla costeira ou da requalificação do porto das Poças para aumento da capacidade de transporte marítimo de passageiros.

No memorando, os conselheiros florentinos retomam uma reivindicação bastante antiga, perguntando para quando a certificação da iluminação da pista do aeroporto.

O reforço da produção de gelo, a operacionalidade do posto de pescas da freguesia de Ponta Delgada, a selagem das lixeiras, a repavimentação de estradas e os transportes escolares são outras questões que o Conselho de Ilha das Flores vai suscitar ao Governo Regional, que incluem ainda a criação de um horário de Verão pela AtlânticoLine no qual seja contemplado a ligação entre as Lajes e o Corvo pela embarcação Ariel.


Notícia: «Açoriano Oriental», «Diário Insular» e «Diário Digital».
Saudações florentinas!!

domingo, 3 de abril de 2016

«Brumas e Escarpas» #103

Maldita cana-roca

A cana-roca na década de 1950 na Fajã Grande era uma espécie de planta maldita ou, pelo menos, mal amada. Uma monda ou uma praga que urgia devastar, a fim de que não alastrasse e se sobrepusesse às outras plantas e às árvores que cresciam ao redor e que eram de grande utilidade. Assim, uma das tarefas de cada agricultor era cortá-la e por vezes até lhe arrancar as potentes e grossas raízes nos terrenos onde florescia desalmadamente. O seu aproveitamento era muito reduzido, servindo apenas, uma vez picada, para secar as cercas ou currais dos porcos e, quando verde, as suas folhas de melhor qualidade eram selecionadas e utilizadas para colocar debaixo do pão de milho quando saído do forno ainda quente, assim como debaixo da carne fresca, por alturas de jantares e festas do Espírito Santo ou em matanças de porco. As crianças, assim como as abelhas famintas aproveitavam o suco adocicado das suas flores para se deliciar, uma vez que nesses tempos o açúcar e os doces rareavam.

No entanto a cana roca, uma planta invasora muito comum nas ilhas dos Açores, florescia em catadupa nas terras de mato da Fajã Grande, nomeadamente no Delgado, Cabaceira, Cuada, Espigão, Cancelinha, Lombega, Moledo Grosso, Pocestinho, Pico Agudo, Lavadouros, Vale Fundo, Curralinhos e de muitos outros e até no sopé da Rocha e em muitas relvas sobretudo nas mais próximas das terras de mato. Nesses tempos recuados e de grandes trabalhos e canseiras, os donos das terras de foice em riste haviam de se livrar de toda ela, ceifando-a e cortando-a durante horas e dias, por vezes até arrancando as suas carnudas raízes, simplesmente para deitar fora, pois não servia para nada.

A cana roca, considerada também como planta ornamental, dada a beleza das suas flores é originária do Himalaia. Tem um caule herbáceo e as suas folhas são de um verde brilhante e as flores amarelas e alaranjadas, de rara beleza e adocicado aroma, crescendo em botões em forma de espigas. Pode atingir os dois metros de altura. As raízes são carnudas, assemelham-se a tubérculos e são muito parecidas, no aspeto e no sabor, às do gengibre, uma das plantas medicinais mais antigas e populares do mundo, de cuja família a cana roca açoriana é uma espécie.

O seu nome científico é Hedychium Gardnerianum, sendo conhecida popularmente pelos nomes comuns de conteira, jarroca, roca, cana roca e gengibre-selvagem e, em muitas regiões assim como nas ilhas açorianas, é considerada espécie invasora. Nos Açores, na verdade, tem vindo a tornar-se um problema crescente para as espécies nativas. Recorde-se que são consideradas plantas invasoras as espécies que, a nível geral, apresentam alta capacidade reprodutiva, alta capacidade de dispersão, alta resistência e versatilidade adaptativa face a mudanças ambientais, ausência de competição importante por parte de espécies nativas e escassez ou ausência de inimigos naturais no novo ambiente.

A cana roca está incluída na lista das 100 espécies exóticas invasoras mais perigosas do mundo publicada pela União Internacional para a Conservação da Natureza.


Carlos Fagundes

Este artigo foi (originalmente) publicado no «Pico da Vigia».

sábado, 2 de abril de 2016

Apenas um navio e um avião para efetuar a fiscalização de 1 milhão de km² de mar

“Violações grosseiras da lei e crimes ambientais”: os deputados regionais açorianos acusam o Estado central de falhar na fiscalização do mar açoriano.

A Assembleia Regional fala em “violações grosseiras de regimes de proteção ambiental” no mar do arquipélago em resultado da falta de fiscalização marítima que tem insuficiências de meios navais, aéreos e humanos. O alerta foi aprovado por todos os partidos com assento no Parlamento açoriano e agora publicado em Diário da República.

Os deputados regionais dizem que a “ausência ou ineficácia da fiscalização marítima permite um conjunto de abusos, violações grosseiras da lei e crimes ambientais, muitas vezes conhecidos e documentados, com total impunidade”, nomeadamente “em áreas marinhas protegidas, pondo em causa ecossistemas únicos e frágeis”. A resolução açoriana fala em “relatos e vestígios de violações grosseiras de regimes de proteção ambiental, pesca ilegal, entre outras atividades ilícitas de séria gravidade”.

O mar da Região tem um milhão de quilómetros quadrados (perto de 10 vezes o tamanho do Continente) e representa cerca de 60% da Zona Económica Exclusiva (ZEE) portuguesa, mas (apesar de existirem outros meios mais pequenos) para chegar às zonas mais longe da costa há apenas um navio da Marinha e um avião da Força Aérea que faz missões de vigilância.

Existem outros meios eletrónicos de fiscalização, mas Fausto Brito e Abreu admite que estão longe de ser suficientes e é preciso reforçar os meios aéreos e navais de grande porte. O responsável conta que “por vezes é complicado enviar um meio naval porque o arquipélago é grande e esse meio naval não existe ou está noutra zona longe, pelo que as embarcações estão à vontade pois sabem que não pode aparecer da manhã para a tarde um navio a fiscalizá-los”.

O secretário regional do Mar admite que sem fiscalização é difícil perceber os atentados ambientais que acontecem nos Açores. Contudo há indicações de que existem violações das regras na pesca, nomeadamente em áreas protegidas que são fundamentais para a 'produção' de animais marinhos.


Notícia: TSF - Rádio Notícias.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Flores declarada ilha de download livre

Açores, Madeira e Algarve vão ser declaradas regiões de download livre. As novas salas vão permitir descarregar cópias piratas a velocidades de 12 Mbps por wi-fi. Quem quiser velocidades mais rápidas poderá usar cabos ethernet.

O Governo da República anunciou hoje o lançamento de um programa que prevê a instalação de 300 salas que poderão ser usadas para o download e streamig de filmes, músicas, fotos, software, jornais ou qualquer outro ficheiro multimédia sem qualquer limitação do ponto de vista dos direitos de autor. A nova rede de salas de download pirata, que pretende garantir a cobertura integral do território nacional, deverá estar concluída até ao final de 2016.

Prevê-se ainda a criação de três regiões de download livre. Este ponto implicou negociações imbricadas com a Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira (FLAMA) e com a Frente de Libertação dos Açores (FLA), apurou a revista «Exame Informática». O Governo de António Costa acedeu em tornar as ilhas do Corvo e das Flores totalmente livres no que toca ao download; tendo também aprovado a criação de espaços de download e upload livres para a Madeira e Porto Santo (as ilhas Desertas não foram incluídas devido à preservação do ecossistema local). A terceira região de download livre ficará confinada ao Algarve, e deverá durar apenas o «período das férias de Verão, passagem de ano, Páscoa e Carnaval se o Governo instituir tolerância de ponto».

A rede de salas de download livre tem vindo a ser trabalhada pelo círculo mais restrito do staff do Primeiro-Ministro, em articulação com especialistas designados pelo Ministério da Cultura e pela Secretaria de Estado da Modernização Administrativa. «Desde as negociações dos descontos de IRS para animais de companhia com o deputado do PAN, que não sentia tanta adrenalina a negociar uma iniciativa legislativa», explicou fonte governamental, que pediu o anonimato, mas solicitou que fosse apresentada de uma forma que dê a ideia de que a frase possa ter sido proferida por António Costa, Santos Silva ou João Soares.


Notícia: revista «Exame Informática».
Saudações florentinas!!