segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Testes de banda larga no mar dos Açores

Equipa do INESC TEC concluiu com sucesso um conjunto de testes com banda larga no alto mar.

A operação BlueCom+ é um projeto que visa tornar possível aceder à Internet em zonas remotas do oceano a mais de 100 quilómetros da costa, em banda larga e com baixo custo, utilizando tecnologias como o wi-fi e o 4G.

"Foi um sucesso. Conseguimos demonstrar capacidade de banda larga verdadeiramente, com uma vídeo-chamada por Skype entre uma pessoa na embarcação e uma pessoa que estava em terra", sublinhou Rui Campos durante uma saída para o mar junto à costa sul da ilha do Faial.

Segundo explicou o investigador do INESC TEC, o conceito utilizado nestes testes é semelhante ao dos routers sem fios que existem na maioria das nossas habitações para acesso ao wi-fi, que neste caso permite a ligação entre um hotspot instalado numa embarcação, por exemplo, e a ligação de banda larga existente em terra.

Segundo Rui Campos, o desafio agora reside em "evoluir para a banda larga ainda superior" à que atualmente é disponibilizada por estes equipamentos, reconhecendo que o ambiente marinho ainda coloca algumas dificuldades na evolução das novas tecnologias.

O conceito deste projeto baseia-se na utilização de balões de hélio ancorados, por exemplo, em bóias, embarcações ou parques eólicos, permitindo formar uma rede voadora emalhada de banda larga a operar nas bandas de frequência libertadas pela televisão analógica.

O projeto BlueCom+ pretende facilitar as tarefas de monitorização ambiental, pescas, investigação científica, náutica de recreio e o transporte marítimo. O projeto será implementado a longo prazo, prevendo-se que só dentro de aproximadamente cinco anos é que todo o arquipélago tenha uma cobertura integral em banda larga no mar dos Açores.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental», rádio Atlântida e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

domingo, 9 de outubro de 2016

Jornadas de pastoral familiar nas Flores

Encontro serviu para escolher o casal de ligação entre a Ouvidoria e o Serviço Diocesano da pastoral familiar.

Terminaram no fim-de-semana passado, as jornadas de pastoral familiar na Ouvidoria da ilha das Flores que tiveram como tema base “Em Cristo com Maria vamos construir famílias solidárias”, partindo do tema do programa diocesano de pastoral familiar para 2016 e 2017.

Estas jornadas contaram com a participação do cónego José Constância (responsável diocesano da pastoral familiar), tendo permitido também a escolha de Eduardo e Paula Freitas como casal de ligação da Ouvidoria, bem como dos diversos casais responsáveis em cada uma das paróquias da ilha das Flores.

No dia inicial das jornadas realizou-se um encontro nas Lajes com a recentemente nomeada equipa de pastoral familiar da ilha das Flores, constituída por um casal de cada paróquia da Ouvidoria, à exceção da paróquia dos Cedros, contando com um total de 21 elementos, sendo coordenada pelo padre Rúben Medeiros Sousa, ouvidor eclesiástico da ilha das Flores.

Este primeiro dia serviu para constituir uma equipa de pastoral familiar na Ouvidoria que nos próximos anos tenha a função de ajudar a pensar e acompanhar este sector da Pastoral, programando e executando algumas actividades e iniciativas ao longo do ano.

Neste encontro o cónego José Constância explicou a função do casal responsável da pastoral familiar na paróquia e da recém criada equipa de pastoral familiar de Ouvidoria, “encorajando a equipa a ter um olhar sobre a realidade das famílias florentinas, ajudando a encontrar soluções para os problemas do nosso tempo”.

Atualmente a ilha das Flores está servida por quatro sacerdotes e um diácono.


Notícia: portal «Igreja Açores».
Saudações florentinas!!

sábado, 8 de outubro de 2016

Festa de Nossa Senhora do Pilar e São Roque, na freguesia dos Cedros

A freguesia dos Cedros realizou as suas festas maiores, juntando São Roque e Nossa Senhora do Pilar, sendo esta a sua padroeira.

O dia trouxe uma tarde maravilhosa, o que convidou à comparência de muitas pessoas de diversas partes da ilha. A presidir às cerimónias esteve o ouvidor da ilha das Flores, o padre Rúben Sousa. Houve missa cantada seguida de procissão abrilhantada pela Banda Filarmónica de Nossa Senhora dos Remédios.

Costa Ocidental esteve presente na captura de imagens e sons, deixando para o futuro mais este registo da nossa cultura.

Obrigado à Ouvidoria da ilha das Flores, aos padres Rúben Sousa, Eurico Caetano e Pedro Aguiar, bem como ao diácono Luís Alves. Obrigado a todos os presentes. Obrigado especial à Luísa Silveira pela imprescindível e incansável ajuda à produção e captação de imagens. Obrigado a todos.


Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Mosteiro é apenas procurado nas eleições

Mosteiro é a freguesia com menos população do país, habitada por apenas 30 pessoas e é procurada, politicamente falando, 15 dias antes das eleições.

“Nós vivemos 365 dias por ano nesta terra, temos as nossas dificuldades, temos os nossos problemas, mas infelizmente só somos procurados 15 dias antes das eleições. É a realidade nua e crua”, disse a presidente da Junta de Freguesia do Mosteiro. Ressalvando que esta atitude não é de “todos aqueles que concorrem”, Isabel Tenente declarou, em conversa telefónica, que há outros candidatos porém que “pelo caminho se lembram que existe gente nesta terra 15 dias antes das eleições”.

Além de 30 habitantes, quatro dos quais em idade escolar, o Mosteiro tem também recenseados 30 eleitores, 26 deles moram na freguesia. “A diferença entre o número de habitantes e eleitores é devido a alguns eleitores estarem a viver noutras freguesias da ilha das Flores, mas continuarem a manter cá a sua residência”, explicou a autarca de 35 anos e empresária no setor agrícola.

Na opinião de Isabel Tenente, “dado o trabalho que tem sido feito pelos deputados” na Assembleia Regional há “muita gente desinteressada e muita gente a comentar que nem irá votar”, sendo que neste caso “muita” deve ser medida na mesma proporção do número de eleitores. “Acho que o trabalho desenvolvido [no parlamento] não foi o melhor. Há coisas bem simples que podiam ser resolvidas e ser feitas e podia haver uma voz pela nossa ilha, pelo nosso concelho, pelas nossas freguesias que muitas vezes não existe”, considerou a autarca.

Distando cerca de 11 quilómetros da sede de concelho, o Mosteiro fica longe para uma “população envelhecida”, como distantes ficam algumas das reivindicações de uma freguesia que não tem um café ou uma mercearia e apenas 11 casas são habitadas. Isabel Tenente contou que a freguesia, de seis quilómetros quadrados, “tem igreja, sede da Junta, Império do Espírito Santo” e garantida “a distribuição de pão todos os dias e autocarro nos dias úteis”.

“A freguesia do Mosteiro tem muitas necessidades como qualquer outra, o que eu tenho batalhado e finalmente parece que vai acontecer, é o acesso do ramal à freguesia que tem estado num estado lastimável e já se vem a arrastar há muitos anos”, apontou a autarca, acreditando que, como “estão a iniciar obras”, estas deverão ser concluídas ainda este ano.

Isabel Tenente referiu que “a maior dificuldade é ao nível de comunicações”, assinalando que no início do ano um temporal partiu uma antena e, apesar das diligências junto da operadora e da ANACOM, o problema persiste. “Quem estiver dentro de casa não tem rede da Vodafone”, criticando igualmente a lentidão da Internet, que faz parecer que a freguesia está “na pré-História”, mas recebeu agora a informação de que este problema “poderá estar resolvido até ao final do mês”. Para Isabel Tenente, “se a freguesia tivesse comunicações em condições estava mais perto do mundo”.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Travar envelhecimento e desertificação

O coordenador da CDU/Açores alertou para a necessidade de “travar um ciclo de envelhecimento e desertificação” verificado em algumas ilhas açorianas.

“É preciso encontrar soluções para travar o envelhecimento de ilhas com as características das Flores e isso tem de passar, forçosamente, por um plano que envolva os agentes económicos, as autarquias, o Governo Regional, de modo a apoiar a diversificação da atividade económica, as atividades tradicionais mas também com a introdução de outras atividades”, como a produção biológica, disse Aníbal Pires.

Na ilha das Flores, onde esteve em campanha eleitoral, o cabeça de lista da CDU pelo círculo regional de compensação frisou que “sem investimento público será sempre muito difícil fixar população e travar um ciclo de envelhecimento e de desertificação” de ilhas como aquela que esteve a visitar no grupo Ocidental do arquipélago.

Para inverter a situação, o candidato da CDU preconizou, também, a aposta nas produções locais num arquipélago que “se apresenta com uma elevada qualidade ambiental”, de modo a fixar jovens, mas também atrair mais população, salientando que “a coesão e a ocupação territorial têm de ser devidamente atendidas”.

Aníbal Pires defendeu, também, serviços públicos de proximidade, designadamente escolas do primeiro ciclo nas freguesias, considerando ainda que é preciso melhorar os cuidados primários de saúde.

O candidato da CDU responsabilizou o PSD e o CDS-PP por terem “aprofundado as medidas mais gravosas da intervenção da troika”, o que “contribuiu para que a situação da ilha das Flores, da região e do país fossem agravadas. A alternativa na ilha das Flores, face ao descontentamento que existe relativamente ao PS e PSD, não é o CDS porque este partido tem graves responsabilidades, designadamente no aumento da idade das reformas, nos cortes das pensões e no empobrecimento generalizado que sofreram os Açores, o nosso país e as populações”, sustentou Aníbal Pires.

O coordenador regional da CDU afirmou, ainda, haver na ilha das Flores “um claro descontentamento” relativamente ao trabalho feito ao longo da última legislatura pelos deputados do PS e do PSD: “Há a necessidade de esta ilha e de outras ilhas serem devidamente representadas por deputados que, efetivamente, coloquem a sua ilha à frente de outros interesses. Julgamos que a ilha das Flores está a necessitar de uma voz que efetivamente represente os florentinos. E essa voz pode, como já aconteceu no passado, ser a voz de um deputado da CDU”.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Necessários mais médicos especialistas

A coordenadora do Bloco de Esquerda nos Açores considera que existe um “desfasamento entre a avaliação” que a Unidade de Saúde de Ilha das Flores (USIF) faz das respostas dadas à população e o que os próprios utentes referem.

“Há investimento por fazer no Serviço Regional de Saúde, uma vez que o que é feito não corresponde às necessidades das pessoas”, declarou Zuraida Soares, que se reuniu no Centro de Saúde de Santa Cruz das Flores com a administração da USIF, no âmbito da campanha eleitoral.

A cabeça de lista do BE pelo círculo regional de compensação afirmou que os números do Governo Regional “não contam” em termos de prestação de serviço de saúde, mas sim “o que as pessoas sentem no seu dia-a-dia”.

A dirigente bloquista referiu que em ilhas sem hospital, como as Flores, a população “sente que não tem uma resposta atempada às suas necessidades”, exemplificando com consultas, tratamentos, especialistas, fisioterapia, entre outros. “Chegámos ao ponto em que é a Secretaria da Saúde que determina quantas sessões de fisioterapia um paciente tem direito, e não o médico, o que seria lógico”, declarou Zuraida Soares.

Alexandra Manes, cabeça de lista do Bloco de Esquerda na ilha das Flores, aponta o acesso aos médicos de especialidade como a grande lacuna da Saúde nas ilhas sem hospital: “Vêm poucos especialistas às Flores, os médicos que vêm, ficam pouco tempo e não dão respostas às necessidades dos utentes, além disso, a espera pela marcação de exames é enorme”.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Ratos deixam população apreensiva

A praga de ratos que assola a ilha das Flores constitui uma ameaça à saúde pública. Segundo apurou a Antena 1 Açores, não há raticida na ilha e as duas toneladas encomendadas só deverão chegar esta semana.

A saúde pública na ilha das Flores pode estar ameaçada, reconhece o presidente da Câmara Municipal das Lajes. Desde há praticamente um mês e de uma ponta à outra da ilha, uma praga de ratos tem deixado a população florentina apreensiva. Luís Maciel assume que esta praga de ratos oferece perigo e diz que a autarquia está a tratar do assunto: "Nós sabemos que os ratos oferecem sempre algum perigo, daí a importância de tentar controlar a sua população e diminui-la o mais possível, e é isso que estamos a fazer".

O certo é que não há veneno na ilha das Flores e as duas toneladas de raticida encomendadas só devem chegar esta semana. "Penso que deverá chegar já no próximo barco", informou o autarca socialista.

Helena Pinela deu o alerta há mais de um mês quando começaram a desaparecer galináceos do seu quintal e rapidamente apercebeu-se da presença de ratos. Diz que são maiores que uma pá do lixo; os seus cães recusam-se a caçar os roedores devido ao tamanho. Assume que está verdadeiramente apreensiva.

Outros relatos e fotografias chegados à redação da Antena 1 Açores dão conta de ratazanas a subirem paredes. Dizem os florentinos que é assustador sair de casa e ver tanto rato por todo o lado.

Mário Freitas é especialista em saúde pública e alerta para os perigos desta praga de ratos: "Essencialmente transmitem muitas doenças, como a leptospirose, como algum tipo de febres transmitidas pela própria mordedura do rato, a própria raiva pode ser transmitida. O que a população tem que ter algum cuidado é evitar ao máximo o contato com este tipo de roedores, sendo que deve defender as suas casas, os seus pertences, os locais onde tem guardados outros animais".

À reportagem da RDP Antena 1 Açores os florentinos explicam que este ano não foi feita qualquer desratização na ilha das Flores e que o uso de venenos e ratoeiras por cada pessoa não fazem qualquer diferença, pois os ratos passam-lhes ao lado.


Notícia: RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Apoios da CMLF à secção de bombeiros

A Câmara Municipal das Lajes procedeu recentemente à substituição da telha (fornecida pela Associação Humanitária de Bombeiros) de um edifício que está a ser utilizado pela Secção Destacada dos bombeiros nas Lajes.

Sendo este edifício utilizado pelos voluntários que prestam serviço nesta secção de bombeiros, desta forma ficam melhoradas as condições de habitabilidade do edifício, cuja cobertura estava bastante danificada, originando infiltrações frequentes.

A Câmara Municipal das Lajes aprovou também recentemente um conjunto de medidas que visam o incentivo ao voluntariado no concelho lajense, nomeadamente isenções de taxas e tarifas, atribuição de bolsas de estudo, dispensa a funcionários que trabalhem na Câmara Municipal e oferta de refeições.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

domingo, 2 de outubro de 2016

Para aproveitar o melhor dos Açores

Da mesma maneira que os Açores se tornaram um santuário de observação de cetáceos, o arquipélago corre agora o risco de se tornar um posto privilegiado para observação de viajantes felizes. Não é preciso binóculos para o constatar: eles andam aí.

É verdade que os turistas, portugueses e estrangeiros, descobriram há muito que estes pedaços de terra firme no meio do oceano Atlântico podem ser mágicos, mas desde que em 2015 as companhias aéreas low-cost começaram a voar para os Açores, o fenómeno tem sido avistado com maior frequência.

A "culpa" de tantas caras felizes é das paisagens naturais, com muitas tonalidades de verdes e castanhos, em contraste com o azul do mar. Mas há mais: o bife à regional de São Miguel; os queijos (e as amêijoas) de São Jorge; o gin tónico do Peter Café Sport, no Faial; a imponência da montanha do Pico; a flora da ilha das Flores; as belas e pitorescas ilhas Graciosa e Santa Maria; a manta de retalhos (campos divididos por muros de pedra vulcânica) da Terceira; e, já agora, a pequena ilha do Corvo, com os seus 430 habitantes.

Onde dormir na ilha das Flores: uma aldeia que é um hotel

A Aldeia da Cuada funciona como um hotel, só que, em vez de quartos, os hóspedes dormem em casas reconstruídas a partir das ruínas de uma aldeia abandonada - como que a pedir uma nova categoria de turismo rural só para si. A aldeia, que nos anos 60 ficou deserta quando os últimos dos seus habitantes emigraram, é hoje formada por sete casas do tipo T1, sete T2, um T4 e um T6.

Sendo um hotel, não prescinde de restaurante e bar, oferece serviços de transfer e orgulha-se das suas casas de pedra, que mantêm a traça original. A aldeia é tão convidativa que apetece lá ficar o tempo todo, mas resista a essa vontade, porque vale a pena passear a pé pela ilha das Flores. Não faltam fajãs, lagoas, cascatas que caem de 300 metros, museus e igrejas para ver.

Onde comer na ilha das Flores: restaurante Pôr do Sol

Só para contrariar o que se diz de restaurantes com vista, este, por ficar no topo de uma arriba, combina um belíssimo pôr-do-sol (se chegar a tempo) com deliciosos pratos tradicionais da ilha.

A não perder: volta à ilha de barco

"Terra à vista!" é algo que garantidamente não irá gritar. É que a ideia deste passeio é precisamente ver a ilha a partir do mar - possivelmente na companhia de golfinhos. Seis é o número mínimo de pessoas para que o barco zarpe, com ponto de encontro no Hotel Ocidental.


Notícia: revista «Sábado».
Saudações florentinas!!

sábado, 1 de outubro de 2016

40% das pessoas avaliam como péssimo o "trabalho" de Manuel Pereira, Bruno Belo e Arlinda Nunes na Assembleia

Durante 31 dias o Fórum ilha das Flores disponibilizou aos seus leitores um espaço para atribuírem a sua avaliação sobre a prestação dos deputados "florentinos" na X legislatura açoriana.

Os resultados revelam uma curiosa semelhança entre os três deputados "florentinos" (conferir o quadro ao lado): 40% das pessoas avaliaram como péssimo o "trabalho" de Manuel Pereira (PS), Bruno Belo (PSD) e Arlinda Nunes (PS) nestes quatro anos das suas presenças na Assembleia Regional.

As diferenças na avaliação dos três deputados "florentinos" surgem quando se procura o segundo maior conjunto de votações avaliativas: Manuel Pereira tem 39% a darem-lhe Boa avaliação, Arlinda Nunes tem 35% a atribuírem-lhe Bom desempenho, enquanto Bruno Belo tem 27% a avaliarem-no com uma Má prestação.

Se juntassemos as avaliações em apenas dois conjuntos, um Positivo (agregando as avaliações Óptima e Boa) e outro Negativo (agregando as avaliações Má e Péssima), teríamos que Manuel Pereira averbaria 53% de avaliações globalmente positivas contra 47% de avaliações globalmente negativas; Bruno Belo contaria com 32% de avaliações globalmente positivas face a 68% globalmente negativas e Arlinda Nunes repete o mesmo resultado de Manuel Pereira (53-47).

Saudações florentinas!!