quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Limpar e desobstruir os cursos de água

Está a ser realizado um levantamento exaustivo do estado dos cursos de água em todas as ilhas do arquipélago, no sentido de se apurarem eventuais situações que necessitem de intervenção, quer por parte da administração regional, quer por parte dos municípios.

As medidas de conservação e reabilitação da rede hidrográfica, nomeadamente a limpeza e desobstrução das linhas de água, são da responsabilidade dos municípios quando localizadas em aglomerados urbanos, pelo que a competência para o efeito, à luz da legislação em vigor, pertence ao respectivo município.

Atento ao ordenamento jurídico em vigor, o Governo Regional apela à sensibilização de todos para a manutenção das condições de limpeza, evitando que as ribeiras sejam meio receptor de resíduos, assim como às entidades competentes pelo cumprimento das normas legais, por forma a atingir-se um desiderato comum que passa pelas condições de salubridade e manutenção das condições de escoamento das águas, minimizando-se riscos para a saúde pública e a segurança de pessoas e bens associados à ocorrência de inundações e cheias.


Notícia: jornal [de distribuição gratuita] «Açores 9» e o inestimável "serviço informativo" do GACS [Gabinete de Apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Falta formação dos técnicos para que telemedicina funcione adequadamente

O Hospital de Ponta Delgada vai passar a fazer genética médica através da telemedicina. Pereira Duarte, director do serviço de pediatria, diz que os Açores podem tirar partido da telemedicina em especialidades como dermatologia ou pediatria. O médico acrescenta que o Hospital de Ponta Delgada é o único que, há dezoito anos, aposta na telemedicina e diz não perceber os investimentos feitos nas ilhas de Santa Maria e Flores que não estão a funcionar.

Notícia: «TeleJornal Açores».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Concurso internacional para fretamento de 2 navios inter-ilhas de passageiros

A AtlânticoLine lançou um concurso público internacional para o fretamento de dois navios para transporte de passageiros e viaturas entre as ilhas dos Açores nas operações sazonais de 2013 e 2014, com opção de prorrogação para 2015.

O concurso, publicado segunda-feira [ontem] em Diário da República, tem um valor máximo de 16,4 milhões de euros, devendo as propostas ser apresentadas no prazo de 45 dias.

As condições exigidas pelo concurso determinam que um dos navios deve ter uma velocidade mínima de 28 nós, enquanto a do outro navio deve ser de 19 nós. A lotação mínima exigida é de 600 passageiros e 120 viaturas.

Para ambos os navios é requisito obrigatório a existência de rampa de popa adequada aos portos açorianos, tendo em vista a utilização das rampas rol on/rol off (ro-ro) existentes no arquipélago.

O preço do fretamento, a idade do navio, o consumo de combustível e a qualidade dos espaços para passageiros são alguns dos critérios que serão avaliados nas propostas que forem apresentadas a concurso.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Jornal Diário».
Saudações florentinas!!

Fábrica da Baleia voltou a fumegar

Trinta anos após o seu encerramento, a Fábrica da Baleia do Boqueirão voltou a fazer fumo, foi no passado sábado, dia 4.
O futuro Museu baleeiro será inaugurado brevemente.

Saudações florentinas!!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Alfred Lewis foi pioneiro da nossa literatura em língua inglesa na América

A obra mais conhecida de Alfred Lewis, o primeiro emigrante português a conquistar a atenção do público americano de língua inglesa, foi agora reeditada. Vamberto Freitas refere a importância deste livro.

«Home is an Island», de Alfred Lewis, marcou o ponto de viragem da literatura inglesa produzida por portugueses e por luso-descendentes. A obra foi, aliás, a primeira escrita originalmente em inglês, dirigindo-se especificamente aos leitores de língua inglesa. Estas palavras de Vamberto Freitas, crítico literário, deixam transparecer a importância do primeiro livro de Alfred Lewis, nascido Alfredo Luís na ilha das Flores, em 1902.

A obra, agora reeditada pela editora Tagus Press, foi originalmente publicada em 1951 pela Random House, uma das mais prestigiadas editoras da América do Norte. O interesse do público e dos críticos literários explica-se pela coragem do seu autor, que consegue introduzir mudanças ideológicas na literatura imigrante. "Foi um livro muito recenseado pela crítica, nomeadamente pelo jornal New York Times. «Home is an Island» tem um aspecto ideológico muito importante e que às vezes não é referido, que tem que ver com a perspectiva da vida imigrante na América. Na altura o "sonho americano" era preterido por alguma intelectualidade crítica. Alfred Lewis contrapõe esse ponto de vista e a América surge novamente como a terra prometida", frisa Vamberto Freitas.

Alfred Lewis é ainda considerado o "mentor" dos escritores luso-descendentes que surgem depois, nomeadamente Sam Pereira, Frank X. Gaspar, David Oliveira, Art Coelho, Lara Gularte e Millicent Borges Accardi. "A partir da década de 1990 surgem vários autores luso-descendentes na literatura inglesa e que têm os Açores como referencial. Até aí Lewis estava só nessa categoria e foi um caso extraordinário que permitiu que se desse continuidade a esse regresso à pátria em língua inglesa", sustenta o especialista.

Para Vamberto Freitas, Alfred Lewis soube transmitir a sua "visão extraordinária" sobre as vivências e o mundo rural açoriano no Vale de San Joaquin, na Califórnia. "É uma história ficcionada maravilhosa que reflete todo o conflito cultural da vida emigrante nos anos 1940, o aconchego e a rejeição do ancestral", sublinha.


Notícia: «Diário Insular».
Saudações florentinas!!

domingo, 5 de agosto de 2012

Avião da SATA “pernoita” nas Flores

Uma avaria [ocorrida ontem] num avião na ilha das Flores obrigou a SATA Air Açores a reorganizar toda a operação prevista para hoje e para segunda-feira, de forma a assegurar o transporte de todos os passageiros com viagens previstas entre as ilhas do arquipélago.

No quadro desta reorganização da operação da SATA Air Açores está previsto o cancelamento de alguns voos entre as ilhas dos Açores, mas também a realização de ligações que não estavam inicialmente programadas, de forma a “garantir que todos os passageiros com viagens para hoje e para amanhã façam as suas ligações entre as ilhas dos Açores”.

O avião, um Dash Q400 NextGen, ficou imobilizado no sábado [ontem] na pista do Aeroporto da ilha das Flores e apenas deverá ser reparado na segunda-feira [amanhã], altura em que chega a esta ilha do Grupo Ocidental dos Açores o material necessário. A SATA prevê que, ainda na segunda-feira, o aparelho volte a ficar “disponível para integrar a programação normal" da transportadora aérea regional.

Esta avaria afectou 145 passageiros no sábado, dos quais 61 deveriam viajar das Flores para Ponta Delgada, 31 tinham como destino a Horta e outros 53 deveriam fazer a ligação entre a Horta e a ilha das Flores.


Notícia: «Açoriano Oriental» e RTP/Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

sábado, 4 de agosto de 2012

«Brumas e Escarpas» #45

A promessa

A casa do Cambado explodiu de alegria e contentamento quando, através duma carta vinda da América, recebeu a notícia de que o mano Augusto, no próximo Verão, vinha de visita à Fajã, com a intenção de pagar uma promessa feita há muitos anos: um jantar de pão e carne, a toda a freguesia, em louvor do Senhor Espírito Santo. Apalavrasse o mano, quanto antes, duas reses ou que ele próprio as criasse que depois, quando chegasse, lhas havia de pagar. Queria-as de boa raça, bem gordas e anafadas. E mais não dizia!

Ufanou-se o Cambado, regozijou-se a mulher e exultaram de contentamento os filhos. Mas quem mais se inebriou de regozijo foi a filha mais velha, a Verónica que a partir desse dia não deixou de sonhar com a promessa do tio Augusto. É verdade que mal se lembrava dele, que a carta ocultava todos os outros pormenores, relativos quer à festa, quer à estadia deles e a tudo o mais. Mas, caramba!, ele não tinha filhas, apenas dois rapazes que, ao que se sabia ainda não namoravam e, do lado do pai, o parente mais chegado, não havia nenhuma outra rapariga com idade apropriada para levar a coroa no cortejo. Havia de ser ela. Olaré, se havia!

Todos os anos, pelas festas do Espírito Santo, eram as meninas mais ricas da freguesia, as filhas dos senhores mais importantes, que levavam a coroa, durante os cortejos. Ela desfazia-se em tristezas e acabrunhava-se em mágoas. Tantas vezes sonhara que um dia a haviam de a convidar. Mas nada! Chegava-se ao dia da festa e lá ia a mesma do ano anterior ou uma outra das meninas mais finas e chiques da freguesia, trajando vestido de tule branco, em tudo semelhante ao das noivas, capa de veludo avermelhado, diademas de prata e brilhantes na cabeça, transportando, entre o quadro das varas, ao som dulcificante da Filarmónica, intercalado com o solene cantar dos foliões e o repicar dos sinos, o símbolo do Paráclito nas ilhas – a coroa. Desfilavam como princesas, ostentavam-se como rainhas e sorriam como fadas, numa sobranceria vaidosa, arrogante e presumida. E ela, ali postada na beira do caminho, a vê-las passar, acabrunhada, triste, sentindo-se até como que vilipendiada mas cuidando, em sonhos, que um dia havia de ser ela a pisar aquela passadeira de encanto, de fascínio e de glória. Agora era a promessa do tio a espevitar-lhe a flama da esperança. Ela postava-se como candidata primeira, única e natural para transportar a coroa e o ceptro da glorificação.

Os meses seguintes, que mediaram a chegada do tio, foram de um sonhar permanente e de um arquitectar constante de projectos, de imagens e de fantasias. O vestido, a capa, o diadema, tudo havia de ser trazido da América e haviam de ultrapassar em brilho, em grandiosidade, em fascinação e em riqueza todos os que ao longo dos anos haviam desfilado pela rua Direita, tanto no cortejo da Casa de Cima como, sobretudo, no da de Baixo. Ela seria, incontestavelmente a mais bela “rainha” de sempre e as outras, sobretudo as que outrora haviam ocupado o trono da sublimidade, agora haviam de ser elas a postarem-se ao lado do caminho, roídas de inveja, apoucadas com a sua sumptuosidade, desfeitas com a sua fascinação, humilhadas com a imponência dos seus trajes e a renderem-se à indiscutível opulência da sua beleza.

Os meses deslizaram vagarosos e os dias decorreram lentos. Parecia que o tempo não passava e aquele dia nunca mais chegava. O pai, a mãe, ela e os irmãos haviam-se envolvido no arranjo e preparação da chegada de tão desejados visitantes. Os americanos haviam de ser muito bem recebidos. Para além das duas reses destinadas ao cumprimento da promessa, o Cambado comprou um bácoro e colocou-o à engorda, a mulher, a Júlia, pôs uma galinha de choco e criou uma ninhada de pintos e os filhos fartaram-se de sachar e cobrir inhames na Cabaceira e no Moledo Grosso. Mais perto da chegada, caiou-se a casa, deu-se um arranjo na retrete, compraram-se pratos e tijelas novos, uma celha de madeira para os banhos e uma cadeira de vimes, para a sala, onde o mano havia de gostar de se sentar, talvez a fumar o seu charuto. Na véspera da chegada, matou-se um carneiro, cozeu-se pão de trigo, deu-se uma barrela à casa duma ponta à outra e colocaram-se os melhores lençóis e as mais belas colchas nas camas em que os americanos haviam de dormir.

Finalmente chegou o dia do Carvalho. O Cambado e os dois filhos mais velhos, alta madrugada abalaram, a pé, para Santa Cruz. No regresso, a partir dos Terreiros, carregaram, malas e malotes e toda a bagagem que os americanos traziam. A Verónica e os mais novos foram esperá-los à Eira da Cuada enquanto a mãe ficou em casa a guisar o carneiro, a fritar a linguiça e os torremos e a cozer os inhames.

Ao chegar à Fajã, no entanto, o mano Augusto, alegando que não queria dar trabalho à cunhada, nem incómodos à família do irmão que muito prezava, informou que decidira hospedar-se, juntamente com a mulher e os filhos, em casa do compadre Honório. Que ali ficava mais à larga, que a casa era bem maior, que incomodava menos o irmão e a família e que há muito que o compadre os havia convidado para lá ficarem. Que o mano não lhe levasse a mal, mas não lhe passava pela cabeça fazer uma desfeita daquelas ao seu compadre e amigo, a quem já devia muitos favores.

E no dia do pagamento da promessa, durante o cortejo do Espírito Santo, foi a filha do compadre Honório que, a abarrotar de vaidade e arrogância, trajando um vestido de tule branco, capa de veludo vermelho e diadema de prata na cabeça, tudo trazido da América nas malas que o Cambado e os filhos haviam acarretado dos Terreiros até à Fajã, entre o quadro de varas e acompanhada do som da Filarmónica, do cantar dos foliões e do repicar dos sinos, transportou os inequívocos símbolos do Paráclito nas ilhas – a coroa e o ceptro.


Carlos Fagundes

Este artigo foi (originalmente) publicado no «Pico da Vigia».

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Prazos da empreitada de extensão do cabo de fibra óptica às Flores e ao Corvo estão a ser cumpridos, acredita o director regional das Comunicações

O Governo Regional "acredita que os prazos" de extensão do cabo de fibra óptica às ilhas das Flores e do Corvo "estão a ser cumpridos", mas remeteu todas as responsabilidades para a empresa e para o Governo da República, afirmou fonte da tutela regional.

“Não faz sentido levantar problemas por não estar à vista determinada obra, porque este é um processo complexo que exige aprovação de diversas entidades, nomeadamente municipais, e ainda em termos da negociação com os fornecedores dos diversos equipamentos. E isto está em curso”, afirmou o director regional da Ciência, Tecnologia e Comunicações.

Paulo Menezes reagia a críticas do CDS/PP e do PPM que na quarta-feira [dia 1 de Julho] acusaram o Governo Regional de "incumprimento" na extensão do cabo de fibra óptica ao Grupo Ocidental, recordando que o Executivo açoriano tinha feito o compromisso público de iniciar em Julho as obras.

O director regional explicou que o Governo Regional "não tem responsabilidades pelo andamento da obra", mas "está a acompanhar de perto o desenrolar dos trabalhos, mantendo contacto com a empresa a quem foi adjudicado o serviço (a Viatel), pelo que acredita que os prazos estão a ser cumpridos".

"Temos conhecimento que decorrem negociações com os fornecedores dos diversos equipamentos e dos cabos e que este é um processo que está praticamente em fase final", explicou Paulo Menezes, frisando que "há um conjunto de requisitos a cumprir, em particular questões técnicas e legais" para instalar uma infra-estrutura do género.

"Para o Governo Regional o processo está em curso. Mais importante do que estar a ser executado fisicamente alguma coisa é que o prazo de execução do projecto seja cumprido até ao Verão de 2013", sublinhou, lembrando que "foi graças ao empenho do Governo Regional que foi encontrado financiamento no âmbito dos fundos comunitários afectos à Região" que permita a extensão do cabo de fibra óptica às Flores e ao Corvo.

Paulo Menezes acrescentou ainda que "o responsável pelo acompanhamento da execução do contrato é o Governo da República, a quem compete verificar se o processo está a ser desenvolvido em todas as suas fases de acordo com os prazos previstos no processo do concurso. Acreditamos que mais uma vez o Governo da República deverá estar a acompanhar o processo tal como lhe compete", sustentou o director regional.


Notícia: «Açoriano Oriental» e rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Sessão pública de apresentação da proposta do POBH das nossas lagoas

Será realizada hoje às 18h30, no Centro de Interpretação Ambiental do Boqueirão, uma sessão pública, aberta a todos os interessados e ao público em geral, que tem como objectivo a apresentação da proposta de Plano de Ordenamento das Bacias Hidrográficas (POBH) das Lagoas Branca, Negra, Funda, Comprida, Rasa, da Lomba e das Patas (na ilha das Flores), que ontem entrou em período de discussão pública que irá decorrer até 11 de Setembro.

O POBH das lagoas da ilha das Flores visa a concretização de um conjunto de objectivos estratégicos que promovam a valorização e qualificação ambiental das bacias hidrográficas, nomeadamente ao nível da qualidade da água.

Os planos de ordenamento de bacias hidrográficas de lagoas são planos especiais de ordenamento do território e, como tal, estabelecem regimes de salvaguarda de recursos e valores naturais, fixando os usos e o regime de gestão preferenciais, compatíveis com a utilização sustentável do território.


Notícia: "sítio" da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Concurso para transporte marítimo de mercadorias entre as Flores e o Corvo

O concurso para o transporte marítimo regular de mercadorias entre as ilhas das Flores e do Corvo prevê a prestação de duas ligações semanais de ida e volta entre aquelas duas ilhas durante todo o ano.

Segundo uma nota da Secretaria Regional da Economia, divulgada através do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS) do Executivo açoriano, o aviso do concurso público para a prestação de serviços de transporte marítimo regular de mercadorias na rota Flores-Corvo-Flores, foi publicado segunda-feira [dia 30 de Julho] no Diário da República.

"Entre as obrigações de serviço público a prestar estão, pelo menos, duas ligações semanais de ida e volta entre as Flores e o Corvo durante todo o ano, bem como a realização de viagens extraordinárias sempre que ocorram situações de rutura de bens essenciais na ilha do Corvo, nomeadamente produtos alimentares e de higiene, rações, gás e os combustíveis", acrescenta.

De acordo com o Governo Regional, "o concurso, com respeito pelas obrigações de serviço público publicadas no Jornal Oficial da União Europeia, prevê a concessão daquele transporte por três anos, prorrogável por mais um ano, tendo como preço base 1,4 milhões de euros e um prazo de entrega das propostas de 60 dias".

Para a secretária regional da Economia, Luísa Schanderl, “esta é mais uma etapa da revolução tranquila que o Governo Regional tem vindo a concretizar no sistema de transportes marítimos da Região, o que, neste caso, se traduz na ambição de melhoria da qualidade do serviço que é prestado à população corvina”.


Notícia: «Açoriano Oriental», rádio Atlântida e «Jornal Diário».
Relembrar que este concurso para o transporte marítimo de mercadorias entre as ilhas das Flores e do Corvo já havia sido mencionado no «Fórum ilha das Flores» nos passados meses de Janeiro e Abril.

Saudações florentinas!!