Sic Transit Gloria Flores... (IX)
Saudações florentinas!!
... por aqui se juntam @s florentin@s e outr@s demais amantes da ilha mais ocidental da Europa... para debater, discutir e trocar ideias, argumentos e opiniões sobre a "sua" ilha das Flores, com maior ou menor controvérsia mas sempre com o intuito de aumentar a consciência cívica e cidadã de tod@s e pelo melhor futuro da "nossa" ilha das Flores (nos Açores)!!!
Publicado por Fórum ilha das Flores às 23:53
17 comentários Etiquetas: Denúncia, Fotografia
O presidente executivo da Portugal Telecom (PT), Henrique Granadeiro anunciou ontem que a ligação do cabo de fibra óptica às ilhas das Flores e Corvo ficará concluída em Outubro.
“Já atracou ontem em Ponta Delgada o navio que vai lançar o último troço do cabo que vai ligar as ilhas das Flores e Corvo e que completará o anel de cabos submarinos dos Açores”, afirmou Henrique Granadeiro aos jornalistas, após uma audiência com o presidente do Governo Regional.Publicado por Fórum ilha das Flores às 00:07
15 comentários Etiquetas: Notícia
O núcleo regional da Quercus anunciou hoje que apresentou junto do Ministério Público uma denúncia criminal contra a Câmara Municipal das Lajes das Flores e o seu presidente João Lourenço, por destruição e abate de espécies protegidas da fauna e flora locais.
Publicado por Fórum ilha das Flores às 16:38
22 comentários Etiquetas: Ambiente, Denúncia, Fotografia, Notícia
Formado em cozinha/pastelaria, Joel Vieira está estagiar no Langham Hotel, ao abrigo de um acordo estabelecido entre aquela unidade e a Escola de Formação Turística e Hoteleira.
Publicado por Fórum ilha das Flores às 22:19
1 comentários Etiquetas: Notícia
Vídeo: programa «Atlântida» (transmitido ontem, 7 de Setembro).
Em 24 de Agosto a RTP Açores transmitiu «Atlântida» sobre as Lajes.
Saudações florentinas!!
Publicado por Fórum ilha das Flores às 22:08
2 comentários Etiquetas: Vídeo
AtlânticoLine reclama a última tranche do acordo de rescisão do contrato, que está por liquidar há 2 anos.
Publicado por Fórum ilha das Flores às 23:45
0 comentários Etiquetas: Notícia, Vídeo
Como todos sabemos, o Espírito Santo e as suas festas são para os açorianos um ponto de referência na sua crença e devoção.
Com séculos de história e muitas adaptações, por vezes novas criações, todas as freguesias da Região tem um ou mesmo mais Impérios ou Casas do Espírito Santo onde são celebradas as festas ao Divino.
De ilha para ilha os usos e costumes variam mas tendo sempre em comum a coroa, símbolo máximo do Espírito Santo e da sua crença/devoção. Em algumas ilhas ao longo dos tempos foram adoptadas práticas diferentes; como as touradas, discotecas improvisadas, para os financeiramente mais arrojados grandes concertos com artistas de renome. Enfim, uma panóplia de variantes que fogem ao inicialmente projectado e idealizado há muitos séculos. Na base desta devoção estava a partilha, o dar do que se tinha em abundância para aqueles que mais precisavam... princípios que actualmente muita gente nem sabe do que se trata.
Este trabalho [vídeo acima] foi feito com o grupo de foliões da freguesia da Fajãzinha que, numa manifestação de devoção e grande entrega, tocaram e cantaram uma alvorada de acordo com o que herdaram dos seus antepassados, para que fique registado para todos aqueles que no futuro tiverem interesse em saber como era. Muito obrigado aos foliões da Fajãzinha, ao Império da Aldeia da Cuada (onde foram gravadas estas imagens) e todos os que de uma forma ou de outra tornaram possíveis estas imagens. Obrigado especial à Luísa Silveira pela fotografia e ajuda à produção.
Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Alvorada, assim é designada esta interpretação dedicada ao Espírito Santo. Por toda a ilha das Flores existem em cada freguesia um (ou mais) grupos de foliões que por altura das festas em louvor ao Espírito Santo levam a cabo interpretações de canções/cantorias, algumas com séculos outras mais recentes, que têm diferentes ritmos e letras consoante o momento em que estão inseridas.
Neste trabalho trata-se do grupo de foliões da vila das Lajes, por altura das Sopas de Espírito Santo do Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia das Lajes.
Assim, estas imagens passam a fazer parte da nossa memória colectiva e um grande enriquecimento para o nosso património cultural e imaterial. Um bem-haja a todos estes foliões: José António, António Rosanina, Roberto Sousa, José Ramiro Peixoto, José Ramiro Sousa e Paulo Almeida.
Também agradecer à Santa Casa das Lajes e ao Lar de Idosos, a todos os intervenientes em especial os foliões e a todos os que tornaram possíveis estas imagens. Especial agradecimento à Luísa Silveira pela captação de imagem e ajuda à produção.
Vídeo: YouTube de José Agostinho Serpa.
Saudações florentinas!!
Publicado por Fórum ilha das Flores às 23:52
5 comentários Etiquetas: JAS, Vídeo
A sustentabilidade das Misericórdias e os problemas sociais emergentes estão em debate num congresso de Misericórdias que começou hoje na ilha das Flores.
Participam nesta reunião cento e dez congressistas, representando Misericórdias das Regiões autónomas e do Continente. De acordo com Dora Valadão, da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz das Flores, a iniciativa serve também para promover a ilha.
A reunião termina no dia 8 [próximo domingo].
Notícia: RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!
Publicado por Fórum ilha das Flores às 22:40
4 comentários Etiquetas: Notícia, Turismo
O lugar do Alagoeiro
O lugar do Alagoeiro ficava para além da Fontinha, um pouco longe do povoado, já quase debaixo da Rocha e era o único lugar da Fajã, para além da Ponta e da Cuada, onde havia casas. No início dos anos 1950, porém, morava lá apenas uma família, a do Luís Fraga, embora existissem ali mais uma outra casa de habitação já abandonada e descaída a servir de casa de arrumos, um palheiro e, um pouco mais abaixo, os três edifícios da Cooperativa de Lacticínios da Fajã Grande, onde se fabricava, enlatava e encaixotava a manteiga e que constituíam uma espécie de minúscula zona industrial da freguesia. O Alagoeiro era, no entanto, um lugar de terras muito férteis e produtivas, onde se cultivava o milho, a batata-doce, o trevo, a erva-da-casta e até o alcacel. A sul, o Alagoeiro confrontava com a Bandeja e a Fontecima, a oeste com a Fontinha, a norte com o Mimoio e a leste com a Caravela e a Ribeira e mais além com a Rocha.
O Alagoeiro era, no entanto, uma espécie de lugar mítico, pois era lá que os homens quando regressavam dos campos se sentavam, ao redor de um enorme largo que ali havia, a descansar, a fumar, a falquejar, a conversar, a discutir, a negociar trocas, a partilhar sonhos, a esperar uns pelos outros em amena cavaqueira e até a imaginar e a sonhar com a Califórnia, com “farms” e com dólares. Vinham em bandos do Pocestinho, do Pico Agudo, da Lagoinha, dos Paus Brancos, das Águas, da Silveirinha e até do Mato, enchendo as paredes e marouços circundantes ao largo, com molhos de erva santa, de fetos, de incensos, de lenha ou com cestos a abarrotar de batatas ou de inhames. Era também o sítio onde o gado, no seu cirandar quotidiano palheiro/relvas/palheiro, parava para saciar a sua sede, pois havia ali um enorme poço com uma bica, por onde jorrava dia e noite água muito fresquinha. O Alagoeiro era pois um lugar de encontros e combinações de cruzamento de caminhos, de conciliar de destinos, de tomadas de decisões, de debates, de sonhos, de zangas e discussões e até um lugar onde se faziam negócios. O Alagoeiro era assim uma espécie de “Mileto” da Fajã Grande.
Mas o que mais distinguia o Alagoeiro era o facto de ser lá que ficava uma enorme nascente de água que abastecia toda a freguesia. Fazendo jus ao seu nome, o Alagoeiro era de facto um lugar produtor de água e a abarrotar da mesma. Quando se decidiu que o abastecimento de água à Fajã Grande deveria ser feito, foi lá na fronteira com a Fontecima que se construiu, sobre uma nascente ali existente, um enorme tanque vulgarmente conhecido por “Casa da Água”. Além desta, uma outra nascente ali perto, com uma bica a verter continuamente para um enorme poço, matava a sede às pessoas e animais que por ali passavam diariamente.
Carlos Fagundes
Este artigo foi (originalmente) publicado no «Pico da Vigia».
Publicado por Fórum ilha das Flores às 23:56
1 comentários Etiquetas: CarFa, Opinião
“Na estação baixa era o mercado nacional que pela sua proximidade atenuava bastante a sazonalidade”, explica Gilberto Vieira, que destaca terem sido agora os estrangeiros a “ocupar este espaço”.
Publicado por Fórum ilha das Flores às 23:10
2 comentários Etiquetas: Notícia, Turismo