sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Lançamento do livro «Contributo para melhor conhecimento da ilha das Flores», hoje na Biblioteca Municipal

Hoje pelas 19 horas, na Biblioteca Municipal será realizado o lançamento do livro «Contributo para melhor conhecimento da ilha das Flores», da autoria de António de Sousa Almeida. Esta obra pretende ser um retrato da nossa ilha, indo buscar ao passado informação para melhor compreender o presente.

«Contributo para melhor conhecimento da ilha das Flores» é um livro essencial na biblioteca de cada florentino, pois é um testemunho do que fomos e do que trabalhamos para ser neste momento. Para o efeito a Biblioteca Municipal de Santa Cruz das Flores convida toda a população a assistir a este evento e a conhecer um pouco melhor a nossa História.


Notícia: sítio da Câmara Municipal de Santa Cruz.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Falta licenciar + bagacineiras nas ilhas

As actuais bagacineiras ilegais que existem na região resultam não só da actuação indevida de privados, mas de uma carência de legislação sobre estes espaços. O secretário regional do Ambiente reconhece responsabilidades do executivo regional nesta matéria e fala na criação de um Plano Director de Extracção de Inertes que vai licenciar, pelo menos, uma bagacineira em cada uma das ilha para evitar os atentados ambientais que se verificam em muitos concelhos.

Falta licenciar mais bagacineiras nos Açores para evitar os atentados ambientais que acontecem um pouco por todas as ilhas. O reconhecimento é feito pelo próprio secretário regional do Ambiente. Álamo Meneses, refere que a paisagem natural serve de prova para esses delitos na extracção de inertes: “quando nós olhamos para a nossa paisagem vemos pequenas extracções em múltiplos lugares. Portanto, continua a ser um problema que é um pouco parecido com a questão dos resíduos, ou seja, nalguns casos trata-se de alguém que foi buscar duas ou três camioneta de inertes que é suficiente para deixar uma grande mancha na paisagem”.

Trata-se, segundo apontou, de um problema de “difícil” solução dada a insuficiência de bagacineiras licenciadas: “esta é uma área que é mais difícil de resolver porque também é verdade que na maior parte das nossas ilhas não existem exploração licenciadas em número suficiente”. Álamo Meneses fala na criação de um plano de licenciamento, assumindo responsabilidades pela falta dele a par das práticas incorrectas da responsabilidade dos particulares: “o governo está a elaborar, nesta altura, um plano que visa licenciar, pelo menos, uma exploração em cada uma das ilhas no sentido de acabar com estas explorações ilegais”.


Culpa repartida por privados e Governo
“É verdade é que, em muitos casos, não há explorações legais porque não há nenhuma licenciada ou há muito poucas licenciadas”, disse o secretário do Ambiente que reconheceu o seguinte: “esta é uma daquelas áreas em que culpa se distribui entre as entidades públicas e os privados. É óbvio que os privados não deviam fazer extracção ilegal, mas também é verdade que é obrigação das entidades públicas licenciar os sítios adequados para que os materiais que são necessários estejam disponíveis”.

Uma situação, acresceu, que acontece na generalidade das ilhas, com excepção de São Miguel e a Terceira: “todas as ilhas têm múltiplas explorações não licenciadas, ou seja, existem imensas explorações mas, nalguns casos, não há nenhuma licenciada. Claro que, por exemplo, no caso da Terceira ou de São Miguel, existem explorações licenciadas, mas nas ilhas menos populosas, nalguns casos, não há nenhuma licenciada, apesar de haver dúzias de pequenas explorações que estão a ser ilegalmente utilizadas”.


Coimas com acção preventiva
A fiscalização e as coimas neste campo têm tido uma atitude “preventiva”, referiu o responsável pelo Ambiente, isto porque ainda não está concluído o Plano Director de Extracção de Inertes na região, previsto para 2011.

“Temos vindo a actuar. Têm sido aplicadas coimas naqueles casos em que as pessoas estão avisadas e mesmo assim persistem. Temos tido uma atitude relativamente pedagógica porque também se entende que, da nossa parte, ainda não cumprimos todas as nossas obrigações. Mas estamos a caminhar rapidamente para as cumprir e está ser feito um plano director de extracção de inertes”. A partir de 2011, alertou, a tolerância tenderá a “desaparecer”.


Graciosa, Flores e Corvo
Questionado, o secretário regional do Ambiente refere que os casos mais dramáticos acontecem nas ilhas Graciosa, Flores e Corvo: “os casos mais dramáticos são nas ilhas que são reserva de biosfera em que o governo assumiu uma responsabilidade perante as Nações Unidas em termos de gestão do ambiente”.

Nestas ilhas, explicou, foi dada “prioridade” na construção dos centros de processamento de resíduos: “no Corvo a obra está começada e nas outras duas, está já em fase final. Esperamos, ao longo de 2011, pôr cobro às situações de lixeira que ainda existem”.

Lixeiras que, segundo o responsável, só acontecem em “zonas de baixa densidade populacional” e com áreas disponíveis onde as pessoas “não se importam” com os delitos ambientais.

Álamo reconhece que existiu “falta de investimento” na gestão de resíduos nestas ilhas mais pequenas onde, disse: “os resíduos continuam a ser geridos hoje como eram geridos há um século atrás, só que há um século atrás não havia plásticos, era tudo orgânico e tudo apodrecia. Hoje não é bem assim”.


Notícia: jornal «A União».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Hoje é dia de GREVE GERAL... mesmo!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Parlamento Regional inicia hoje a discussão do Plano e Orçamento 2011

A Assembleia Legislativa Regional dos Açores inicia [hoje] terça-feira a discussão das propostas de Plano e Orçamento para 2011 apresentadas pelo Executivo regional, que deverão ser aprovadas apenas com os votos da bancada socialista.

Os partidos da oposição parlamentar ainda não revelaram o sentido do seu voto, todos devem apresentar propostas, nomeadamente no que se refere ao Plano da Região para o próximo ano, mas o mais provável é que nenhum [grupo parlamentar da oposição] vote favoravelmente os documentos no plenário.

O Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2011 proposto pelo Governo Regional ascende a 1.354,3 milhões de euros (M€). Nas despesas, o funcionamento dos serviços e organismos da administração regional ascende a 610,6 M€, enquanto 506,7 M€ serão afectos ao Plano Anual de Investimentos e 237 M€ às denominadas operações extra-orçamentais.

Em 2011, o executivo [regional] açoriano estima ainda que as transferências do Estado ascendam a 352,2 milhões de euros e que as verbas provenientes da União Europeia atinjam 169,4 milhões.

Por seu lado, a proposta de plano regional para 2011 prevê que o investimento público ascenda a 801,3 M€, dos quais 506,6 milhões garantidos por verbas próprias. O plano inclui 22 programas, mas apenas quatro totalizam uma intenção de investimento público de 353,2 milhões de euros, ou seja, 44 por cento do total.

Os quatro maiores programas em termos de investimento previsto para 2011 são os denominados ‘Aumento da competitividade dos sectores agrícola e florestal’ (132 M€), ‘Qualificação profissional e defesa do consumidor’ (90,3 M€), ‘Desenvolvimento dos transportes aéreos’ (66,3 M€) e ‘Consolidação e modernização dos transportes marítimos’ (64,6 M€).

Por ilhas, os maiores investimentos públicos estão previstos para São Miguel (238,6 M€), seguindo-se a Terceira (158,7 M€), Faial (67,9 M€) e Pico (66,2 M€). Depois seguem-se as ilhas de São Jorge (53 M€), Santa Maria (34 M€), Graciosa (33 M€), Flores (32 M€) e o Corvo (6 milhões de euros).


Notícia: «Açoriano Oriental», rádio Atlântida e Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"Semana dos Resíduos"... nos Açores

Numa iniciativa inédita, em que estão agendadas por todo o arquipélago mais de três dezenas de acções, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar promove de 22 a 26 de Novembro, a primeira Semana dos Resíduos dos Açores.

Com um conjunto de acções organizadas em todas as ilhas e em parceria com diversas entidades, esta iniciativa pretende envolver a sociedade civil e a comunidade escolar em torno da problemática dos resíduos e da necessidade premente da sua redução e correcta gestão.

Depois do arranque, marcado pela realização no [passado] dia 18 da reunião da Comissão de Acompanhamento do Plano de Gestão de Resíduos produzidos em Serviços da Administração Regional Autónoma (Plager.Gov) e da visita técnica à central de triagem de resíduos de embalagens da Horta, desde hoje e um pouco por todas as ilhas açorianas irá decorrer um programa diversificado de acções, que inclui a realização de sessões de divulgação do Plager.ov; a distribuição de materiais promocionais e informativos; a realização de visitas a operadores e centros de processamento e gestão de resíduos; a exibição de filmes/documentários sobre a temática; a realização de actividades didácticas de sensibilização dirigidas ao público escolar, de sessões de sensibilização sobre gestão de resíduos e de reuniões institucionais; a distribuição de pilhões e contentores e a sensibilização através dos media locais.

Destaca-se a apresentação pública da proposta do website de resíduos, que se pretende seja portal de referência nos Açores.

O programa detalhado da Semana dos Resíduos dos Açores poderá ser consultado em www.residuos-azores.org.


Notícia: rádio Atlântida, «Jornal Diário» e o sempre inestimável "serviço informativo" do GACS [Gabinete de Apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

sábado, 20 de novembro de 2010

«Brumas e Escarpas» #13

O ciclo do milho na Fajã Grande, nos anos 50

Parte V – Sachar, desbastar, mondar e correr

Uma vez semeado, não tardava muito e era um regalo ver o milho a crescer, a crescer, muito verdinho e espevitado. Em Abril, Maio ou Junho começava a primeira das várias e pesadas tarefas que a produção do milho exigia - sachar. Quando o milho ainda estava miudinho mas já muito bem-nascido, por vezes debaixo de um calor tórrido, homens mulheres e crianças dirigiam-se para as terras descalços, chapéu na cabeça e sacho às costas. Sachavam e mondavam todos os campos onde havia milho, de lés a lés, retirando as ervas daninhas e as mondas para que o milho crescesse melhor e dispusesse de toda a riqueza e força do terreno. Antes porém um ou dois homens mais experientes iam à frente com o intuito de desbastar o milho, isto é, de arrancar os pés aparentemente inúteis bem como os das zonas em que estavam mais bastos para que os outros crescessem mais à vontade. Era um trabalho difícil, uma espécie de arte que só os mais velhos e experientes sabiam e podiam fazer. Se o milho ainda era miudinho esses pés excedentes ficavam a apodrecer sobre a terra, juntamente com a monda que também era arrancada. Mais tarde haviam de se transformar em estrume. Se pelo contrário o milho já era maior, os pezinhos arrancados eram atados em gavelas que depois se amarravam formando molhos que eram trazidas para casa, para alimento dos animais bovinos. Os que iam atrás, curvados, com uma mão no sacho outra na monda ou na terra, arrancavam todas as ervas daninhas existentes, sacudiam-lhes as raízes e reviravam toda a terra com o sacho, amontoando-a junto dos pezinhos do milho, sobretudo dos mais frágeis, para que estes crescessem fortes e se protegessem das ventanias e temporais que viriam algum tempo depois.

Uma vez sachado, mondado e desbastado, o milho crescia a olhos vistos e nos dias seguintes os campos transformavam-se em enormes tapetes de folhas verdes, caneladas e pontiagudas, ladeadas pelos canteiros onde floresciam couves repolhudas e, às vezes até as ervilhas, os feijoeiros, as caseiras e os tomateiros também entrelaçados pelo meio, que embora semeados em pequena quantidade, começavam já a trepar pelas estacas de cana que eram espetadas aqui e além ou pelos próprios milheirais.

Algum tempo depois, era necessário “correr” o milho e desbastá-lo novamente. A tarefa de “correr” era bem mais rápida e menos cansativa do que o sachar, pois nessa altura já tinham sido arrancadas quase todas as mondas e ervas daninhas. Agora bastava apenas passar novamente toda a terra a terra com o sacho ou com o lado de uma enxada, revirá-la e ajeitá-la ainda mais para junto de cada pé de milho para que este, agora já bem mais alto e esguio, ficasse bem “calçado” e resistisse corajosamente à força do vento. Nessa altura o milho era desbastado pela última vez. Aos pés agora arrancados era cortada a raiz e eram trazidos para casa para alimento dos animais. Nas terras longe do mar, quando o milho já estava espigado, era semeado o trevo e a erva da casta, devendo todo o terreno ser novamente passado ou seja revirado de lés a lés com um sacho ou ancinho a fim de que as sementes lançadas à terra se misturem com esta para nascerem as respectivas forrageiras.

Na Fajã Grande, contrariamente a outras localidades das Flores e dos Açores, os homens sempre sacharam e correram o milho curvados ou de cócoras, segurando com uma mão o sacho e arrancando a monda ou anafando, ajeitando ou alisando a terra com a outra. Essa a razão porque aos sachos comprados nas lojas e que vinham do Faial se lhes cortava sempre o cabo pelo meio.


Carlos Fagundes

Este artigo foi (originalmente) publicado no «Pico da Vigia».

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Muitas aves morrem electrocutadas nas linhas eléctricas das ilhas açorianas

Desde o início do [presente] ano já morreram 64 aves, especialmente milhafres, electrocutadas nas linhas eléctricas nos Açores. Os postes mais perigosos já estão identificados e a ser alterados.

O milhafre é a ave com maior porte dos Açores. Por isso tem mais probabilidades de morrer vítima de um curto-circuito quando, ao pousar no cimo dos postes de electricidade, abre as asas e toca nas linhas. Segundo Carla Veríssimo, coordenadora do projecto Avifauna e Linhas Eléctricas dos Açores, esta é a espécie com maior número de registos de mortes, totalizando 40 aves.

Este esforço faz parte de uma parceria entre a EDA (Electricidade dos Açores) e a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), cujo objectivo é compatibilizar as linhas eléctricas com a protecção da avifauna.

“Estudámos quais as tipologias de postes mais perigosas para as aves e depois centrámos aí o nosso trabalho”, explicou Carla Veríssimo ao [jornal] «Público». De acordo com uma lista de locais de intervenção prioritários, os técnicos estão a colocar mais abaixo os fios eléctricos que estavam no cimo dos postes, para afastá-los dos locais de pouso das aves.

De acordo com a SPEA já estão previstas para 2011 mais alterações em todas as ilhas açorianas.


Notícia: jornal «Público», «Açoriano Oriental» e rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Gravidez adolescente: problema social

Uma em cada dez crianças que nasce nos Açores é filha de pais adolescentes, uma média que contribui para que Portugal ocupe o segundo lugar de gravidez na adolescência na Europa.

Numa sessão de sensibilização sobre gravidez na adolescência [organizada pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo], Irene Pires, enfermeira reformada do Hospital de Angra, considerou "preocupante" o quadro de gravidezes precoces no arquipélago, que representam 10,2 por cento do total de crianças que nascem nos Açores, salientando que o número tende a aumentar.

"Cada vez mais [os jovens] têm experiências sexuais mais cedo e, por isso, também gravidezes indesejadas", afirmou, defendendo que "a gravidez na adolescência é um problema social que envolve os adolescentes, a família e a própria sociedade".


Notícia: «Açoriano Oriental», rádio Atlântida e «Jornal Diário».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

SATA cancelou ontem algumas ligações

As más condições meteorológicas que se fazem sentir no arquipélago dos Açores provocaram esta segunda-feira [ontem] o cancelamento das ligações aéreas entre a Terceira e as ilhas das Flores e São Jorge, afectando 122 passageiros.

A SATA espera conseguir transportar os passageiros afectados em voos a realizar na terça-feira [hoje]. A previsão meteorológica para os Açores aponta para um agravamento do estado do tempo nas próximas horas, onde se esperam períodos de chuva forte nas nove ilhas do arquipélago.


Notícia: «Açoriano Oriental», «Jornal Diário» e «Público».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Central Hidroeléctrica na Fajãzinha levanta dúvidas à população local

Se este é um investimento que dará lugar a uma política de auto-sustentação e aposta clara nas energias renováveis, o certo é que alguns [habitantes] locais colocam dúvidas sobre o impacto que uma obra desta envergadura pode trazer à imagem e ao ambiente. Contactada pela reportagem do «Diário dos Açores», a Junta de Freguesia da Fajãzinha (órgão que representa a população que irá lidar com maior proximidade com este projecto) deu conta que se encontra numa posição neutra. Os actuais autarcas nunca foram contactados sobre esta matéria por qualquer entidade, e, se por um lado o factor das energias renováveis (do interesse de todos) é algo que valorizam, a imagem “de marca” da freguesia é de favorecer e nunca denegrir.

O «Diário dos Açores» entrou em contacto com o engenheiro David Estrela, responsável pela EEG, que nos explicou os moldes deste projecto. Para David Estrela esta aposta define-se em alguns conceitos-chave: menor impacto visual possível, segurança e um processo o mais económico possível. “Não vamos invadir zonas habitacionais, teremos açudes algures entre o leito e os terrenos mais propícios”, dizia em referência a alegadas infraestruturas que poderiam passar junto das habitações. Criticado pela população local, mas desmentido segundo este responsável, um projecto (no mesmo local) que data já mais de uma década traria para esta paisagem “chaminés” (‘que se assemelham a tubos aéreos’) o que originaria uma alteração paisagística relativamente grande.

David Estrela explicou que a Fajãzinha vai ter sim mais uma casa, a Central Hidroeléctrica com 480 m2, e outras infraestruturas que (algumas devidamente camufladas com o meio) vão assegurar o binómio segurança e menor impacto visual. Alguns dos troços de conduta estarão visíveis mas muitos dos tubos de baixa pressão estarão enterrados, segundo David Estrela. Questionado sobre estudos de impacto ambiental sobre esta zona, e para o devido projecto, o responsável pela EEG garantiu que para certas obras, como o caso, não é necessário. É sim obrigatório cumprir-se a lei, tendo sido realizados os procedimentos ambientais exigidos para o efeito.

O «Diário dos Açores» sabe que o processo de atribuição e execução desta obra tem procedimentos próprios a cumprir e até serem atingidos todos os trâmites, este pode ser ainda um projecto longínquo. Ainda assim, as metas estão traçadas e espera-se que em 2014 a obra esteja concluída. É esse também o desejo de David Estrela, podendo contudo não ser o mesmo de alguns dos populares [da Fajãzinha]. A licença de exploração está no entanto concedida até (pelo menos) 2085, mas o facto do concurso de execução de obras ter de ser público e internacional pode atrasar todo o processo. Até lá, ficam as dúvidas para uma população que se quer ver esclarecida e a aposta convincente nesta Central Hidroeléctrica por parte da empresa de electricidade dos Açores.


Notícia: «Diário dos Açores».
Saudações florentinas!!