domingo, 12 de outubro de 2008

Saudade e Poesia #3

A ausência e a Saudade

A saudade é sofrimento,
Ter saudade é dor atroz;
Sofre-se a todo momento
D'alguém ausente de nós.

Ninguém emoções aguenta,
Quando a saudade as indica;
Ela vai com quem se ausenta,
E faz companhia a quem fica.

Muito que a saudade dura,
Quem a tem é impossível,
De p'ra ela encontrar cura,
Dói tanto; e é invisível.

Há tanta gente que sofre
Com a saudade que tem;
Fazendo do peito um cofre,
Fecha e não diz a ninguém.

A saudade não se aparta,
Por ser fiel companheira;
Vai escrita numa carta,
Volta da mesma maneira.

A saudade só é morta
Quando a hora é chegada
De bater à nossa porta,
A pessoa desejada...

Ditosa da criatura
Que tem a felicidade;
De chegar a tal altura
E matar sua saudade.

Mas quem parte e não vem
Nossa dor é mais pungente;
E a saudade que se tem,
Morre com nós juntamente.


Denis Correia Almeida

sábado, 11 de outubro de 2008

Empresários da ilha das Flores sem acesso a formação profissional

“Os comerciantes das Flores queixam-se de falta de formação profissional”, quem o afirma é Emília Lima, gerente da Sociedade de Construções Lucino Lima, Lda. com sede em Santa Cruz. Emília Lima aplaude as tarifas promocionais da SATA para o turismo sénior, mas acha que deviam baixar o preço dos transportes [aéreos] inter-ilhas para as restantes faixas etárias.

"Não tem sido disponibilizada formação aos empresários da ilha das Flores. Cada um tenta obtê-la a nível individual". A afirmação é de Emília Lima, gerente da Sociedade de Construções Lucino Lima, Lda., empresa que se dedica, sobretudo, a obras particulares. Neste momento, está a cargo da Sociedade de Construções Lucino Lima a remodelação do Posto da Guarda Nacional Republicana (GNR), nas Flores.

Emília Lima afirma que não tem razões de queixa no que toca ao desempenho da sua firma, mas reconhece que os jovens empresários da ilha das Flores fazem face a algumas dificuldades, talvez até em muito semelhantes às da maior parte dos jovens do resto da Região. No entanto, sublinha, alguns problemas são agravados, na medida em que, "às vezes, parece que a ilha das Flores não faz parte do arquipélago dos Açores".

As novas tecnologias de informação estão longe de responder com satisfação às necessidades dos utentes daquela ilha. Um problema crónico, prossegue Emília Lima, que já tem sido denunciado várias vezes, mas que continua à espera de solução por quem de direito. A internet, afirma a empresária, "é um pesadelo nas Flores, principalmente para quem tem de trabalhar on-line".

Emília Lima aplaude as tarifas promocionais da SATA para o turismo sénior inter-ilhas, mas acha, por outro lado, que deviam baixar o preço dos transportes [aéreos] entre as ilhas para as restantes faixas etárias. Na sua opinião, o desenvolvimento do turismo continua aquém das necessidades, embora a ilha tenha potencial para crescer neste sector.

Com base na experiência que tem no mundo dos negócios, Emília Lima afirma que a descida de 1% no IVA não vai ter grande repercussão na economia. "No entanto, vamos aguardar para ver", remata.

"Entrevista" integrante da edição de 3 de Outubro do semanário regional «Expresso das Nove».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

«Preto no Branco» #22

Entre o Brio e o Relaxe

Em Agosto de 2005 foi entregue uma petição popular na Câmara Municipal das Lajes [CML], (com conhecimento à ALRA, Presidência do Governo Regional e Secretaria Regional do Ambiente e do Mar), a fim de se suspender as obras da CML de desaterro da zona da “Caldeira”, na freguesia da Fazenda, que pretendia, alegadamente, fazer lotes de terreno para habitação no local e também construir ali blocos residenciais destinados a habitação social.

Independentemente das complexas implicações legais do projecto (PDM, Zona de Reserva Agrícola, Parecer da Secretaria Regional do Ambiente, etc.) o que esteve na base da referida petição foi, sobretudo, o facto da esmagadora maioria dos interessados/concorrentes aos lotes já ter desistido de construir, (para mais, existindo soluções melhores para o efeito), a par da opinião dos signatários ser desfavorável a que se cometesse um erro de ordenamento do território irreversível, descaracterizando-se, assim, o parque edificado, as zonas de lazer, os equipamentos de serviços e a harmonia da zona central da freguesia.

À petição, nunca houve resposta. De nenhuma das entidades requeridas. Como [igualmente] não houve qualquer manifestação de interesse em encontrar solução para o assunto por parte dos titulares dos respectivos órgãos, em especial aqueles mais directamente conhecedores do assunto e, por isso, com maiores responsabilidades políticas.

Porém, importa dizer que:

O “movimento de contestação”, do Verão de 2005, mereceu o apoio da Junta de Freguesia, através do seu Presidente, que viria a ser reeleito no final desse mesmo ano.

Com efeito, o Presidente da Junta, uns meses mais tarde, já no exercício do actual mandato, chegou a interpelar na Assembleia Municipal o Presidente da Câmara sobre a questão, ao que este terá respondido sensatamente, “...Bom, então se é assim, há-de dar-se outro destino aos terrenos e fazer do local o que as pessoas quiserem...”. Foi o próprio interpelante que no-lo contou, pessoalmente.

Ora, faça-se justiça, o Presidente da Câmara [Municipal (PCM)], através desta declaração, mostrou abertura para discutir o problema.

Por outro lado, o PCM, com audácia, “passou a bola” ao Presidente da Junta, pois tendo-se predisposto a aceitar “a vontade das pessoas”, caberia agora a este, em primeira instância, saber interpretar, auscultando o povo da freguesia e avançar na volta com uma proposta concreta.

O autor destas linhas, impulsionador da iniciativa e redactor da petição, falou sobre a matéria diversas vezes com aquele que levou “a carta a Garcia”.

No essencial, a sugestão foi para que se despoletassem de imediato todos os contactos necessários com o Governo Regional, a fim de se obter um compromisso político e, uma vez “especialmente sensibilizada” a Secretaria do Ambiente para o assunto, esta disponibilizasse qualificados recursos técnicos e quadros capazes de elaborar um projecto (de arquitectura paisagística) que fosse de encontro à ideia mais consensual e acertada – converter a zona da “Caldeira”, da Fazenda, na encosta virada a oeste, num parque natural de recreio e lazer, na continuação do Largo, que fosse desde a Igreja ao cemitério.

Ganhava a Câmara, que não dispõe dos mesmos meios que o Governo. Ganhava o Governo, que a custos reduzidos prestava um enorme serviço à terra. E ganhava a Fazenda, que com uma solução engenhosa via ser reparado um erro e uma devolução mais adequada daquele espaço à comunidade.

Lamentavelmente, tudo está como há 3 anos. Parado!

Oxalá que Victor Rosa, actual responsável pelo “impasse”, desperte da inércia e faça num ano o que deixou por fazer em 3. Mesmo que opte por outra solução que não a alinhavada. O que não pode acontecer é passar-se do brio ao relaxe!

Não lhe falta capacidade nem talento para exercer o cargo, como também não lhe falta habilidade para conquistar votos. Mas que não se esqueça que da última vez, numa disputa que estava perdida, o jogo foi virado à tangente, em cima da hora. E que, se houver próxima, ou “acorda” mais cedo ou poderá não haver o tal “milagre”, Preto no Branco.

Ricardo Alves Gomes

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

As 12 questões aos principais cabeças-de-lista no círculo da ilha das Flores...

está disponível no «Flores - Eleições Legislativas Regionais 2008» a dúzia de questões que enviámos como nossa "entrevista" aos principais cabeças-de-lista no círculo eleitoral da ilha das Flores, concretamente (e por ordem alfabética): António Maria Gonçalves (PSD), Manuel Herberto Rosa (PS), Paulo Jorge Rosa (CDS/PP) e Paulo Valadão (CDU).

Estabelecemos o máximo de 600 caracteres para cada resposta à nossa dúzia de questões e também estipulamos as 12 horas da próxima segunda-feira (dia 13) como prazo limite para recepção das respostas, que deverão ser publicadas no dia seguinte.

Desde já agradecemos muitíssimo a tod@s @s noss@s muit@s leitor@s que nos enviaram propostas de perguntas, de entre as quais seleccionamos a presente dúzia de questões. Às noss@s leitor@s cujas algumas perguntas não foram por nós escolhidas, pedimos desculpas mas infelizmente não nos poderíamos estender para além da presente dúzia de questões.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O nosso petiz blogue-irmão: «Flores - Eleições Legislativas Regionais 2008»

Para darmos plena vazão aos conteúdos desta prolífica época de campanha eleitoral das Legislativas Regionais 2008 e não querendo descaracterizar [mesmo que apenas momentaneamente] o «Fórum ilha das Flores» ao publicarmos muitos textos seguidos (e algo extensos) sobre a mesma temática, decidimos criar um blogue-irmão exclusivamente direccionado para a cobertura das Eleições Legislativas Regionais - Açores 2008 no círculo eleitoral da ilha das Flores, com alguns sortidos apontamentos da campanha eleitoral florentina.

Continuaremos (como é normal) a publicar neste «Fórum ilha das Flores» os regulares textos de opinião d@s noss@s colaborador@s, passaremos a ter então como "novidade" a quas'instantânea menção/ligação aqui para os textos [mais extensos e específicos] publicados no nosso blogue-irmão «Flores - Regionais 2008».

Como início do «Flores - Eleições Regionais 2008», e na senda do controle público da riqueza d@s titulares de cargos políticos, foi apresentado um compêndio das declarações de rendimentos de actuais candidatos às Eleições Legislativas Regionais pelo círculo eleitoral da ilha das Flores e que já tenham sido (ou ainda sejam presentemente) titulares de cargos políticos, nomeadamente deputados regionais eleitos pela ilha das Flores.
Assim, apresentámos dados sobre alguns dos rendimentos declarados ao Tribunal Constitucional por Manuel Herberto Rosa e José Gabriel Eduardo (respectivamente, primeiro e segundo candidato na lista do PS), António Maria Gonçalves e José Francisco Fernandes (respectivamente, primeiro e segundo candidato na lista do PSD) e Paulo Valadão (cabeça de lista pela CDU).
De Paulo Jorge Rosa (cabeça de lista do CDS/PP) e dos restantes principais candidatos das outras forças políticas concorrentes no círculo eleitoral da ilha das Flores, não apresentámos qualquer informação, pois estes nunca exerceram nenhum cargo político remunerado (logo, não têm qualquer declaração de rendimentos entregue no Tribunal Constitucional).
Saudações florentinas!!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Socialistas não cumpriram com a ilha das Flores... absolutamente!!! (#1)

A páginas 13 do caderno «Continuar a mudar as Flores para melhor - Manifesto Eleitoral do PS/Açores em 2004» pode ler-se no item 'Habitação e Obras Públicas': reconstrução do antigo Posto Meteorológico.

A lista do PS de Carlos César elegeu nessas eleições regionais [de 2004] como deputados pela ilha das Flores: Manuel Herberto Rosa e José Gabriel Eduardo.
Esta foi, pois então, uma promessa eleitoral ABSOLUTAMENTE NÃO CUMPRIDA pelos florentinos-deputados-socialistas-de-Carlos-César!!!

Açores são a região do país com maior incumprimento dos pârametros de avaliação da qualidade da água potável

Os Açores são a região do país que apresenta os maiores incumprimentos dos diferentes parâmetros para avaliação da qualidade da água, revela o relatório anual do instituto regulador do sector relativo a 2007.

Na Região Autónoma dos Açores, 22,01 por cento das análises feitas no concelho da Calheta (ilha de São Jorge) apresentam valores que não cumprem os parâmetros previstos por lei para o consumo humano. A seguir, estão os municípios de Lajes das Flores (17,51%) e Nordeste (14,27%), indiciando um problema de qualidade no abastecimento de água que se reflecte noutras ilhas do arquipélago. No Continente, os valores mais elevados verificam-se em Castro Daire (10,08%), Murça (8,48%), Terras de Bouro (8,33%) e Ponte de Sor (8,37%).

No relatório, os maiores incumprimentos da frequência mínima de amostragem - número mínimo de análises - verificaram-se nos parâmetros do controlo de inspecção, designadamente os referentes a poluentes orgânicos e metais. Esta situação está relacionada com o elevado custo das respectivas análises, salienta o relatório sobre o «Controlo da Qualidade da Água para Consumo Humano» do Instituto Regulador de Águas e Resíduos (IRAR), relativo a 2007.

Por outro lado, a violação dos parâmetros microbiológicos está relacionada principalmente com a insuficiência ou ausência de desinfecção, questões relacionadas com o pH, ferro, manganésio e arsénio, devido essencialmente a causas naturais. Outra questão que motiva a violação dos parâmetros é o excesso de alumínio, uma situação relacionada com a operação das estações de tratamento. De acordo com as autoridades de saúde, não há evidências que os incumprimentos verificados se tenham traduzido em casos associados a doenças transmitidas pela ingestão da água distribuída pelas entidades gestoras, nem houve relatos de surtos epidemiológicos associados à ingestão de água para consumo humano devido à qualidade insuficiente.

Em mais de 200 municípios de Portugal Continental e da Região Autónoma dos Açores, a percentagem de análises em falta foi nula. A grande maioria dos incumprimentos dos parâmetros ou do número de análises mínimo continua a registar-se no interior, em zonas de abastecimento com menos de cinco mil habitantes, onde há mais falta de recursos humanos, técnicos e financeiros. Nestas zonas, estão concentradas 87,8 por cento das análises em falta e 86,8 por cento dos incumprimentos dos valores paramétricos, apesar de representarem apenas 18,6 por cento da população servida. O relatório de 2006 indicava que naquelas zonas do interior se concentravam 80,3 por cento das análises em falta e 84,2 por cento dos incumprimentos dos valores paramétricos.

Notícia: «Jornal de Notícias», «Portugal Diário», Notícias.RTP.pt, «Açoriano Oriental» e «Diário de Notícias». Adicionalmente leia-se ainda a notícia do «Correio dos Açores»: "Plano Regional da Água, relatório chega finalmente às autarquias".
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A qualidade da nossa água potável...

há dois anos atrás [ainda no nosso predecessor «Rocha dos Bordões»] havia sido feito o alerta: «Lajes com água de má qualidade!!!» (com base nos resultados do Relatório de 2004), sendo que no Verão do ano passado retomamos este mesmo tema em dois outros textos: «Má qualidade da nossa água potável??» e «A [falta de] qualidade(??) da nossa água (pouco??) potável...» (partindo dos resultados do Relatório de 2005).
Entretanto, no tocante às primeiras conclusões do «Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos em Portugal - ano 2006» é de salientar a presença de ambos os municípios florentinos nos piores escalões respeitantes às falhas na realização de análises à qualidade da água [as Lajes no último escalão e Santa Cruz no terceiro escalão].
Quem queira aferir esses dados com maior detalhe pode consultar o volume 3 do Relatório, sobre a «qualidade de serviço prestado aos utilizadores pelas entidades gestoras concessionárias no ano de 2006» ou o volume 4 do mesmo Relatório, sobre a «qualidade da água para consumo humano em 2006»; ainda poderá também consultar os gráficos interactivos das evoluções havidas nesta temática (e desde 2002) em todos os concelhos do país
[já nas «Aplicações interactivas» deve clicar-se em «Qualidade da água para consumo humano» e "fazer correr" o ficheiro «dqa2006.swf»].
Bastante positiva parece ser a proposta do grupo parlamentar do PS [na Assembleia da República] recomendando ao Governo que torne obrigatória a inclusão dos dados das análises realizadas (ou em falta) à qualidade da água [e os seus respectivos resultados] na própria factura aos consumidores, bem como a disponibilização desses mesmos dados para consulta na internet.
Nota: este texto estava a modos que "meio perdido" [desde o passado mês de Fevereiro] nos rascunhos do «Fórum ilha das Flores». Mesmo algo tardiamente, optámos pela sua publicação agora, por se considerar ser informação de interesse público.
Saudações florentinas!!

Açores são terra de paz, não podemos ser cúmplices de acções de tortura!!!

Os Açores foram usados pelo menos uma vez como escala de um voo da CIA que transportava um preso de Guantánamo - no caso para a cidade do Cairo [Egipto] - segundo um relatório do Ministério da Defesa espanhol.

Dados do relatório - preparado pelo ministério da Defesa espanhol para a Audiência Nacional em Madrid e que inclui detalhes sobre o uso de bases espanholas para aviões que transportavam presos de ou para Guantánamo - são divulgados hoje pelo jornal [espanhol] «El País».

Entre as 13 escalas em bases [militares] espanholas e os 13 sobrevoos usando o espaço aéreo espanhol, o relatório dá conta de um voo, a 30 de Setembro [de 2005], que passou duas vezes pelos Açores, numa viagem de ida e volta entre Guantánamo e o Cairo [capital do Egipto].

Trata-se do avião modelo C-20 (idêntico aos normalmente usados pela CIA [na foto acima]), com a matrícula REACHQ1 que terá feito escala nos Açores, antes de viajar para o Cairo, regressando depois com escala em Palma de Maiorca e passando novamente pelo arquipélago português.

Segundo o [diário espanhol] «El País», o relatório refere que esse voo transportava um preso sujeito a um processo de extradição, cuja identidade não é relevada nos documentos do Governo espanhol.

Para justificar o uso das bases [militares] espanholas, e ainda segundo o relatório, o Governo norte-americano alegou como motivo o "fornecimento de apoio logístico". Espanha nunca inspeccionou nenhum dos aviões, nem questionou quem viajava a bordo, tendo os aviões usado Espanha com base num convénio bilateral entre os dois países.

A informação contida no relatório hoje divulgado contradiz informação difundida pelo Pentágono depois do escândalo dos voos da CIA ser conhecido publicamente. Na altura, o Pentágono garantiu ao Ministério da Defesa espanhol que nenhum dos aviões que fizeram escala em bases [militares espanholas] tinha violado o previsto no convénio bilateral, ou seja não levavam prisioneiros.

Notícia: Sapo Notícias / Agência Lusa, «Açoriano Oriental», Notícias.RTP.pt, rádio TSF, revista «Visão», «Portugal Diário», «Jornal de Notícias» e «Diário Digital». Leia-se também um anterior texto: «Açores vão tornar-se campo de treino militar aéreo norte-americano???!!».

Ontem realizou-se a primeira limpeza subaquática no Porto do Boqueirão

Como havíamos anteriormente divulgado, realizou-se ontem, entre as 9 e as 12 horas, a primeira limpeza subaquática do porto do Boqueirão. Contando com a participação de cerca de 40 pessoas (10 mergulhadores de apneia, 11 mergulhadores com garrafas e os restantes participantes prestando auxílio em terra), foram recolhidos aproximadamente 328 quilos de lixo diverso.

Esta iniciativa contou com o apoio da Ecoteca das Flores, Serviços de Ambiente das Flores e do Corvo, Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, Bombeiros Voluntários de Santa Cruz das Flores, Comando Local da Polícia Marítima, Associação de Jovens das Flores, Clube Naval das Lajes, Maré Ocidental e Hotel Ocidental.
Saudações florentinas!!