domingo, 6 de agosto de 2017

Cancelamentos da SATA faz doentes florentinos perderem consultas e exames

O cancelamento de voos da SATA para a ilha das Flores está a ter implicações na deslocação de doentes e impediu a realização do concerto dos Xutos & Pontapés.

Vários doentes da ilha das Flores estão a perder consultas de médicos especialistas e exames clínicos devido ao cancelamento de voos da SATA. O deputado florentino João Paulo Corvelo protestou contra o facto de a transportadora aérea regional estar a cancelar ou a atrasar a realização de voos para as Flores.

O deputado comunista refere que situação agravou-se nos últimos dias: "Acontece que os passageiros desses voos cancelados para a ilha das Flores têm vindo a ser reacomodados pela SATA em voos agendados para o dia seguinte mas em horários bastante tardios, o que adicionado aos habituais atrasos operacionais da SATA tem levado a outros cancelamentos de voos para as Flores devido à impossibilidade de aterragem noturna por inexistência da certificação da iluminação da pista do aeroporto das Flores".

No entanto, João Paulo Corvelo realça que essa reprogramação de voos está a colocar em causa a realização de exames e consultas médicas de especialidade de doentes fora da ilha das Flores: "Parece de absoluto bom senso que essas pessoas fossem reacomodadas em voos matinais, o que não tem ocorrido, tendo vindo a ser reacomodados em voos ao final da tarde e assim perdendo as suas marcações médicas agendadas com grande antecedência", adianta o deputado florentino.

Entretanto, o deputado Bruno Belo (PSD) acusou a SATA de dificultar "a afirmação da ilha das Flores como destino turístico". O deputado social-democrata refere que vários turistas estrangeiros estão a perder os voos de ligação devido ao cancelamento ou alteração de horários dos voos da SATA, apontando como exemplo o caso de um grupo de turistas austríacos que deveria ter deixado as Flores na quinta-feira mas que só conseguiram sair da ilha no sábado, perdendo os voos de ligação. "A SATA está a transformar a experiência desses passageiros na ilha das Flores num pesadelo uma vez que, contrariamente ao previam, só regressam a casa três dias ao que tinham previsto", refere o deputado laranja.

As dificuldades da SATA na operação para a ilha das Flores estão na origem do cancelamento do concerto dos Xutos & Pontapés, previsto para a passada sexta-feira em Santa Cruz, no âmbito das festas Cais das Poças. A banda ficou retida em Ponta Delgada e perante a impossibilidade da SATA assegurar o transporte para as Flores, regressou a Lisboa noutra companhia aérea e cancelou o concerto.


Notícia: «Diário Insular» e «Correio da Manhã».
Saudações florentinas!!

sábado, 5 de agosto de 2017

Caldo de peixe traduz em sabor o resultado da competição no mar

Os números dos últimos anos dão conta de 700 a 800 quilos de pescado resultante da competição que se faz nas águas que banham a ilha das Flores. Esse peixe é, depois, preparado pelas mãos de quem sabe, de modo a garantir que o afamado caldo de peixe do Cais das Poças mantém a qualidade de sempre. Em 2016 foram servidas mil e quinhentas refeições.

Seja pelo convívio entre participantes, seja pela experiência de pescar nas águas limpas e cristalinas que envolvem a ilha das Flores, a verdade é que o concurso de pesca desportiva do Cais das Poças chama a Santa Cruz gente de outras ilhas.

“O ano passado vieram dois barcos de São Miguel para participar no concurso de pesca. Este ano já são cinco, embora o número possa ainda vir a crescer pois as inscrições acabam mesmo na véspera do concurso. Ainda assim, mesmo no dia da competição se aparecer alguém interessado fazemos a inscrição na hora e avança com os outros para o mar”, garante fonte da autarquia.

“Esse é um indicador que o concurso de pesca embarcada já está a ganhar uma dimensão regional.” Esse reconhecimento agrada à organização, que ambiciona “ter participações de mais ilhas”. Contudo, deve ressalvar-se que nesta competição nem todos os peixes contam. Há um regulamento que determina, por exemplo, que espécies como o tubarão ou as moreias, a serem apanhados, não serão pontuados. O que a autarquia de Santa Cruz das Flores incentiva a pescar (e que no regulamento figura como mais pontuável) é o peixe de fundo, também com o propósito de garantir a qualidade do caldo de peixe.

Contas feitas, na edição do ano passado deste concurso de pesca embarcada foram capturados cerca de 800 quilos de pescado que garantiram mais de mil e quinhentas refeições do afamado caldo de peixe. Mais um dos pontos altos do Cais das Poças que, habitualmente, conta com o envolvimento da comunidade, mas também de gente que vinda de fora faz questão de “dar uma mãozinha”...


Notícia: suplemento especial do jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Um desfile que traz à rua a cultura e a identidade das gentes da ilha das Flores

É um dos momentos mais aguardados do Cais das Poças, ou não fosse este cortejo etnográfico uma manifestação genuína (e animada) das vivências e tradições que marcam a história da ilha das Flores e das suas gentes.

Chegam a ser mais de trezentas pessoas em desfile pelas principais ruas da Vila de Santa Cruz, num cortejo etnográfico onde não se poupa no rigor das recriações de vivências e tradições das gentes da ilha das Flores. Da indumentária aos artefactos que em carros alegóricos ou a pé se trazem à rua, nenhum pormenor é deixado ao acaso. E se a isto juntarmos a boa disposição contagiante dos participantes, percebemos a razão pela qual o cortejo “Vivências e Tradições” é um dos momentos mais aguardados (e aplaudidos) do festival Cais das Poças.

Para a autarquia de Santa Cruz das Flores, promotora do evento, “o cortejo Vivências e Tradições é autêntico e genuíno, e, quando assim é, as pessoas apreciam”. Garante ainda que o esforço despendido no apelo à mobilização da população e instituições do concelho é praticamente nulo: “As pessoas, por si mesmas, juntam-se. Têm gosto no que mostram porque afinal é a sua essência que ali retratam. Depois, existem muitas coisas que funcionam quase mecanicamente porque, para umas boas dezenas de habitantes, são já muitos anos a participar neste cortejo”.

Uma montra onde se exibe com orgulho a identidade e a cultura de um povo, sendo que para os forasteiros funciona quase como cartão-de-visita ou de apresentação. Já para os filhos da ilha das Flores espalhados pelo mundo, mas que regressam à sua terra nesta altura do ano, é uma oportunidade de viajarem no tempo, revivendo artes, ofícios ou costumes que caíram em desuso, do mesmo modo que, na presença de filhos ou netos, apresentam esses testemunhos de história, com intuito de perpetuar a memória.

E é também com esse objetivo que neste festival Cais das Poças está pensado um lugar para a brincadeira dos mais novos, com a recuperação de jogos e atividades que a modernidade se encarregou de apagar. Regressam, por isso, às ruas da Vila de Santa Cruz alguns jogos tradicionais, como é o caso das corridas de sacas ou o pião.

Outra presença incontornável no cartaz do Cais das Poças é o folclore. Este ano, a atuação cabe ao Grupo Folclórico da Casa do Povo de Ponta Delgada.


Notícia: suplemento especial do jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Xutos são destaque do Cais das Poças

Xutos e Pontapés, dj Kaylova, Brumas da Terra e Os Académicos são alguns dos nomes do cartaz musical desta edição do Cais das Poças. A festa em palco faz-se ainda com quatro bandas florentinas.

K7 Pirata, Full ‘K’ Ords, Show Flores e StereoMixer são as quatro bandas locais com presença no cartaz musical deste ano do Cais das Poças, a que se junta a Escola de Música da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.

Música que é determinante para animar as três noites do festival e onde também não podem faltar os sons de dança. Este ano, os nomes escolhidos para a missão de “agitar” a festa noite fora são os dj Tigue, Snakar e New House. Ritmos de dança que vão ainda contar com um nome que tem vindo a “dar cartas” no panorama internacional: a asiática dj Kaylova que, depois da atuação no Cais das Poças segue para as Festas da Praia, na ilha Terceira.

Mas a presença mais aguardada da edição de 2017 do Cais das Poças são os Xutos e Pontapés. Afinal é o regresso, quase uma década depois, de uma das maiores bandas portuguesas de rock. Banda que continua a arrastar multidões e gerações inteiras, com músicas que são já verdadeiros hinos. Espera-se, por isso, que Tim, Zé Pedro, Kalú, João Cabeleira e Gui tragam ao festival Cais das Poças a energia contagiante de sempre, embalada pelos êxitos de mais de três décadas de carreira.

Como já vem sendo hábito, a música que se faz nas outras ilhas do arquipélago também subirá ao palco do Cais das Poças. Este ano, a escolha recaiu sobre o agrupamento musical Brumas da Terra e a banda Os Académicos, que regressou aos palcos após quarenta anos de interregno. Recorde-se que Os Académicos remontam ao início da década de 1960, como uma banda de alunos da antiga Escola Industrial e Comercial de Ponta Delgada. A banda durante muitos anos foi responsável por animar festas e bailes mostrando ao público os êxitos que chegavam do exterior.


Notícia: suplemento especial do jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Voos para a ilha das Flores estão cheios

No mês de Agosto há vários dias em que é absolutamente impossível viajar de e para a ilha das Flores.

O deputado florentino João Paulo Corvelo já entregou um requerimento pedindo explicações à SATA.

A transportadora aérea regional admite reforçar os voos nos dias críticos.


Notícia: RDP Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

“Cada vez mais pessoas a visitar a ilha das Flores nesta altura”, afirma autarca

José Carlos Mendes, presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, diz que a aposta no Cais das Poças é um “investimento com retorno”, dado o incremento de visitantes por ocasião do festival. Um evento que, garante o autarca, “dinamiza a economia local e promove o que de melhor há na ilha das Flores”.

Com que expectativa os agentes económicos de Santa Cruz e a própria população aguardam este festival?
O Cais das Poças é sempre aguardado com alguma expectativa, especialmente pelos agentes locais uma vez que, infelizmente, não são muitos os festivais e as festas que temos por cá. Naturalmente que as coisas têm evoluído e estamos satisfeitos. Afinal, temos cada vez mais pessoas a visitar a ilha das Flores nesta altura. Estamos sempre de braços abertos para receber todos aqueles que nos queiram visitar e, também, queiram fazer negócio na ilha das Flores.

Até porque este ano há uma empresa de Ponta Delgada (São Miguel) no festival...
É verdade e sempre agradável juntar as duas coisas: a diversão no festival e a mais-valia do negócio. E, para nós, é importante porque isso vem dinamizar a economia local e promover o melhor há na nossa ilha.

É um festival que, apesar de se fazer com muita “prata da casa”, requer algum investimento. Como avalia a autarquia o retorno?
A autarquia faz um investimento significativo, principalmente, na parte musical. Mas, claramente, existe retorno já que é um investimento transversal a várias áreas: vem dinamizar a restauração, a hotelaria, as rent-a-cars, os passeios de barcos, entre outros. Vem, no fundo, dar um empurrão em vários negócios nas Flores.

A melhoria das acessibilidades à ilha das Flores nesta altura do ano tem sido uma batalha sua nas últimas edições. Já é uma questão ultrapassada?
Penso que sim. Todos os anos tem vindo a melhorar. Este ano, os esforços e as disponibilidades continuam nesse sentido e com o mesmo objetivo. O barco vai chegar na sexta-feira e vai sair na segunda-feira. Portanto, as pessoas podem assistir a toda a festa tranquilamente. Na parte dos transportes aéreos, temos voos em número suficiente. E se, eventualmente, houver necessidade temos a garantia da SATA que se irão providenciar voos extraordinários. Em suma, pela questão dos transportes, não há desculpa para não vir às Flores para o festival Cais das Poças.

Sítio para dormir ainda se arranja?
Sítio para dormir também não falta, até porque nesta época, felizmente, o turismo tem vindo a aumentar significativamente. A capacidade instalada está praticamente esgotada mas não fica ninguém sem alojamento. Consegue-se sempre uma solução.

Há mais alguma coisa que gostasse de fazer no âmbito do festival?
Esta festa é de cariz popular. É a festa para as pessoas e com as pessoas. E, nesse sentido, temos tido sempre uma boa adesão, reunindo assim as condições para se manter como um grande evento na ilha das Flores. O apelo que eu faço é para que as pessoas assim continuem, com o mesmo gosto e entusiasmo em fazer do Cais das Poças um grande momento de convívio e animação, onde também se mostra o melhor da ilha e das suas gentes.

E há quem estenda a sua permanência para além das datas do festival?
Sem dúvida. São cada vez mais as pessoas a fazê-lo. Aliás, costumo dizer que para vir às Flores é preciso uma semana: para descansar, para conhecer, para passear... Para também fazerem uma visita à vizinha ilha do Corvo, algo que é obrigatório para quem passa pela nossa ilha.

Notícia: suplemento especial do jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

domingo, 30 de julho de 2017

Novo espetáculo d' A Jangada

Na próxima quarta-feira (dia 2 de Agosto) A Jangada - Grupo de Teatro apresenta «Flores no tempo dos piratas». Este espetáculo - com sessão única - ocorrerá pelas 21h30 no Porto Velho, em Santa Cruz das Flores.

«Flores no tempo dos piratas» conta com a participação de Armando Meireles, José Corvelo, Mário Pereira e Sónia Lapa como artistas convidados. A direcção artística está a cargo de Joaquim Salvador.

Saudações florentinas!!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Artista internacional pintou murais

A associação Choki completou o seu primeiro projeto de paixão na ilha de Flores, com a muralista de belas artes Morgan Bricca, que já pintou mais de 450 murais em mais de 30 cidades diferentes durante a sua vida de artista, incluindo no Google Community Space, World Forestry Center Discovery Museum, Augusta Masters Golf Course, entre outros.

O desafio do projeto de paixão de Morgan Bricca foi pintar quinze murais em 21 dias usando apenas pincéis e os seus conhecimentos de belas artes, exibindo o mais alto padrão de integridade artística e apoiando-se na beleza natural da ilha de Flores. A artista não só aceitou o desafio, mas ultrapassou todas as expectativas de profissionalismo, integridade e dedicação ao seu trabalho.

A ilha das Flores merece o melhor e a associação Choki Açores promete fazer o seu melhor para trazer as pessoas mais excepcionais do mundo à ilha das Flores para contribuir para a preservação ambiental, a beleza e para a comunidade, para o benefício de todos.

A associação Choki gostaria de agradecer a todos que contribuíram em Santa Cruz para o projeto e à Morgan Bricca. Agradecimentos especiais para Morgan Bricca, Casey Hartnett, Andrea Pinto, Dora Santos, João Alves, João Pereira, José Fernando Nóia, António Almeida e Edgar Tavares.

Saudações florentinas!!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Cerca de 10 mil garajaus no arquipélago

O censo de garajaus realizado este ano revelou que existem cerca de 10 mil aves no arquipélago dos Açores, nomeadamente 4176 casais reprodutores de garajau-comum em 124 colónias e 763 casais de garajau-rosado em 25 colónias.

Estes dados representam um aumento da população, em relação a 2016, de cerca de 50% para casais reprodutores de garajau-comum e de 30% para casais de garajau-rosado.

O diretor regional dos Assuntos do Mar adiantou que o Grupo Central é o que apresenta a maior percentagem de casais de garajau-comum, cerca de 50%, acrescentando, contudo, que, relativamente à população de garajau-rosado, estas aves concentram-se mais no Grupo Ocidental, onde estão 76% dos casais reprodutores.

“Desde 2009, este foi o ano em que registámos mais garajaus”, frisou Filipe Porteiro, salientando, no entanto, que, apesar dos bons resultados do censo, “esta ave marinha continua a precisar de especiais medidas de proteção”.

Além da visita às colónias acessíveis para contabilização de ninhos e posturas pelos técnicos dos Parques Naturais de Ilha e da DRAM, as contagens de garajaus nas colónias mais inacessíveis, em particular nos ilhéus costeiros que são refúgio para aves marinhas, foram efetuadas à distância por terra e por mar, através de binóculos e telescópio ou de viagens de barco à volta de todas as ilhas, que permitem estimar o número de adultos, despoletando uma buzina que os faz levantar voo.


Notícia: jornal «Açoriano Oriental» e «TeleJornal» da RTP Açores.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Festa do Cais das Poças muda de espaço

As obras em curso no Porto das Poças determinam que a festa Cais das Poças seja este ano “transferida” para as imediações do campo de futebol. A autarquia de Santa Cruz garante, no entanto, que a mudança em nada irá condicionar a qualidade do evento.

“Esta mudança do local do festival não vai ter nenhuma influência na qualidade da edição deste ano do Cais das Poças”. A garantia é dada por Fábio Medina, vereador da Câmara Municipal de Santa Cruz e um dos responsáveis pela organização do evento, ressalvando que, dado o prazo de execução estimado das obras, possivelmente o festival só deverá regressar ao Porto das Poças na edição de 2019.

“Um sítio diferente, no entanto, vai permitir fazer outras iniciativas que no Porto das Poças seriam um pouco limitadas pelas condições do próprio espaço, já que tínhamos uma paisagem muito bonita (que é o mar e toda a sua envolvência), mas que funciona como barreira para certas atividades. Assim, se no ano passado fazíamos atividades relacionadas com o mar, este ano vamos variar, aproveitando o facto de termos nas proximidades o campo de futebol e o pavilhão gimnodesportivo. Por exemplo, neste último espaço, vamos ter uma feira de atividades económicas, iniciativa que pretende ser uma montra de excelência do que temos no nosso comércio local”, referiu o vereador.

Ao longo dos três dias de duração do Cais das Poças 2017, vai ser possível almoçar e jantar no recinto do festival. “Restaurantes serão três. São espaços com maior dimensão para que as pessoas possam comer lá dentro. Depois, temos oito tasquinhas que também vão ter mesas mas ao ar livre, onde as pessoas podem degustar petiscos”, revela o vereador Fábio Medina.

Tanto os restaurantes como as tasquinhas obedecem a um regulamento criado pela autarquia e que determina a obrigatoriedade de terem, no mínimo, três pratos típicos da ilha das Flores. Quer isto dizer que não irão faltar os afamados pratos de linguiça com inhame, a morcela, o cabrito à moda da freguesia de Ponta Delgada, e ainda muito peixe e marisco.


Notícia: suplemento especial do jornal «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!