sexta-feira, 20 de março de 2009

CDS/PP propõe que a Ponta da Fajã Grande não mais seja considerada zona de alto risco, passando-se então a poder construir e habitar na Ponta da Fajã

Na ilha das Flores, o CDS/PP quer revogar legislação [que considera] caduca e com mais de 20 anos.

O Grupo Parlamentar do CDS/Açores submeteu [nesta terça-feira, dia 17] à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, um projecto de Decreto Legislativo Regional que visa revogar uma decisão política com mais de 20 anos e que, alegadamente, tem causado transtorno aos habitantes da zona da Ponta da Fajã Grande, nas Lajes das Flores.

O caso remonta a 18 de Dezembro de 1987, quando um desabamento de terras e rochas afectou a zona residencial da Ponta da Fajã Grande, provocando elevados prejuízos. O receio então existente de que pudessem surgir novas derrocadas, levou a que, o Governo e o Parlamento [Regionais] tomassem uma medida de natureza excepcional, declarando a zona de alto risco e ficando expressamente proibido edificar naquela área qualquer tipo de construção, bem como habitar nos imóveis já existentes.

Passados mais de 20 anos, o CDS/PP entende que importa revogar essa decisão para permitir melhorar a qualidade de vida aos habitantes da Fajã Grande, considerando que a zona já não é de especial risco.

Notícia: RTP/Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

26 comentários:

Anónimo disse...

Essa foto nao é na ponta da faja , mas sim na Costa do lajedo!!

farto de mamões... disse...

E quem é que garante que daqui a um ano ou dez não vai acontecer uma nova derrocada, ou pior, uma tragédia, como a que aconteceu na Ribeira Quente?

E será que os ex-residentes indemnizados à data vão devolver o dinheiro?

Com tanta terra para construir e viver, o CDS-PP lembrou-se logo da Ponta da Fajã!

E por que não os Casteletes, sempre é mais seguro...

Anónimo disse...

M$#"&% pró Mamões que só fala em dinheiro e indemnizações... desaparece!

Já todos percebemos que só andas a ver se mamas o teu quinhão... desaparece!

farto de mamões... disse...

Já estou a ver a cena:

O Governo autoriza a construção de palheiros e bungalows e daqui algum tempo vem "pedra rocha abaixo" e lá vão de novo os "pobrezinhos" pedir ao mestre Contente mais uma porrada de dinheiro a título de indemnização.

Vão mas é mamar na teta da vaca Malhada!

Anónimo disse...

Louvado Seja Deus!!~

Como se a estabilidade e o equilibrio de uma rocha dependessem da vontade dos partidos.

Esta gente da politica vive na paranoia, não tendo noção do que diz.

O deputado diz que não cai!
E fizeram-se engenheiros para quê?

Cabeça de abóbora.

Anónimo disse...

Porque nunca foi esta legislação cumprida? Porque sempre habitaram na ponta? Há 20 anos quando as pessoas foram indemnizadas as casas deviam ter sido demolidas, assim muitas não tinham sido vendidas e as pessoas ganho dinheiro 2 vezes. Agora querem que se acabe com a zona de alto risco para daqui a uns anos a rocha voltar a cair e ganharem mais uns milhares de contos com isso...

Anónimo disse...

Entende-se que quem tem terras na Ponta da Fajã, as queira ver valorizadas.
Compreende-se que o Sr. Deputado do CDS/PP, como politico que é, goste de votos.
Percebe-se que numa ilha pequena como as Flores, dez ou vinte votos valam fortuna e potenciam emprego a politicos.

Mas há limites.
Sobretudo quando estão em causa vidas humanas, património construído e o erário público, depois solicitado para indeminizações em caso de desastre.

O Sr. Deputado do CDS/PP tem alguma prova, ciêntificamente válida, de que a rocha é estável e não volta a cair?
Assume, pessoalmente, a responsabilidade em caso de desastre?

O Sr. Deputado devia-se meter naquilo que sabe.

Anónimo disse...

muito bem falado.

Anónimo disse...

esta fotografia é na costa do lagedo e para mim é um dos lugares mais lindos das flores e em 55 anos só tive duas vezes neste lugar mas como gosto de natureza eu adoro esta linda paisagem.

Anónimo disse...

Ó anónimo das 07H20, valam!??!!?!? obrigado por este momento de boa disposição... querem criticar uma pessoa como o deputado do CDS/PP mas depois a nível intelectual estão a milhares de anos de distância!

Anónimo disse...

Anónimo das 11:25
Não se trata de intelectualidades ou de filossofias. Trantam-se de coisas concretas, como vidas humanas e segurança que para serem resolvidas precisam de bom senso.

A rocha não passa em 20 anos a estável só porque um politico diz que é!

Anónimo disse...

depois o nivel intelectual lunático e buro.

Anónimo disse...

o deputado cds pp que ponha as barbas de molhe.

Anónimo disse...

Espertos são os outros 2 deputados....cagam-se para a ilha. Para quê trabalhar....
Quem trabalha é criticado.

Paulo, como vês, quanto mais fazes mais criticam....deixa-te mas é estar quieto e deixa este povo enterrar-se

Anónimo disse...

È o melhor deputado que temos

Anónimo disse...

pois ...pois...o antonio maria este deve ter a boca colada com cola super tres.

Anónimo disse...

De facto a conclusão a que se chega é que o Sr. Deputado do CDS/PP não deve ser desta ilha, olhando para a generalidade de burrice que praí anda , mais vale mesmo é não fazer nada e deixar a ilha "morrer"... daqui a 20 anos vivem cá 1000 pessoas ou menos!

Anónimo disse...

Então o deputado Paulo Rosa não defende as leis do nosso país? Vem com este projecto de Decreto Legislativo Regional defender quem habita ilegalmente neste local à duas décadas e ainda defender um bando de chulos e foras da lei que nos últimos 20 anos ganharam milhares de euros á custa de uma zona pela qual receberam na altura para abandonarem. Todos sabemos que a rocha não cai todos os dias, mas quando voltar a cair quererá o senhor deputado Paulo Rosa pagar grandes indemnizações do seu bolso e quem sabe arcar nas suas costas com o peso de possiveis vitimas mortais? Não me parece..

Anónimo disse...

deichem o homem falar até pode ser do entresse de pessoas daqiele lugar e qeiram voltar . eu sou das flores, não vivo nas flores mas todos os dias eu penso no lugar onde nasci.

Cana RoCa disse...

Gostava que as pessoas que tanto falam nas indemnizações que as pessoas da Ponta receberam, passassem pela mesma situação, assistir à queda da rocha, fugindo de noite e sentindo a terra a tremer, pensando que não viam a luz do dia.
Mais tarde procurar casa, para alugar e serem recusados e verem o preço das casas na Fajã subirem ao saberem que possivelmente as pessoas da Ponta iam receber uma ajuda para começarem do zero.Deixar o trabalho de várias gerações para terem um pedaço de terra pelo dinheiro que deram nunca esteve em questão. Quem fala não esteve presente nas reuniões pois saberia o que disse sempre o povo da Ponta. Deus é grande e a justiça, pode tardar mas não falha. Desejo a quem sofre tanto com a desgraça dos outros viva mais feliz por não ter de abandonar a sua casa e as suas recordaçôes, pois à coisas que dinheiro nenhum do mundo compra.
: )

Anónimo disse...

Amigo cana roca.
poucos pensam como voce a maioria quer e criticar e nao pensam se esta bem ou mal ha muita dor de cotovelo fiquem a saber que quem mora la nao recebeu qualquer ajuda se tem casas arranjadas e porque as arranjaram as suas custas.

Anónimo disse...

boca santa.

Anónimo disse...

Eu aconselharia as pessoas a conversarem com o deputado Paulo Rosa a cerca do problema da ponte da Fajã Grande,em vez de especularem tanto.

Anónimo disse...

O Sr. paulo rosa não deve andar a
jogar com os trunfos todos!!... pois não!!! Que ideia maluca esta da ponta da faja grande..É so tentar dar nas vista..pense um pouco antes de vir cá para fora dizer tolices...Vou ver se ainda compro um terreno na ponta da faja assim ainda faço uns trocos...

Anónimo disse...

tu uns trocos e eu uma casa.

Nelson Furtado disse...

Amigo Paulo, essa luta também é minha, mas a caminhada é difícil...
Ainda no ano passado fui o 1º subscritor de um abaixo-assinada entregue no parlamento regional, que desceu à comissão de assuntos parlamentares, ambiente e trabalho.
A citada comissão visitou o local, ouviu a população, ouviu o 1º subscritor, ouviu o presidente da câmara, deu sinais de alguma abertura e compreensão, e depois... nada!
E sabem o que é mais interessante: o trilho pedestre mais percorrido da nossa Ilha, passa precisamente pela zona do acidente e é muito divulgado no site do Turismo do nosso (des)Governo Regional...