domingo, 31 de maio de 2009

Governo dos Açores fretou avião para levar 200 convidados até ao Canadá

O Governo Regional e o Parlamento dos Açores fretaram um avião para levar 200 convidados até Toronto, no Canadá, onde hoje é celebrado o Dia da Região Autónoma.

Depois de visitar o Estado norte-americano de Rhode Island, com uma comitiva de 12 pessoas, o presidente do Governo [Regional] dos Açores, Carlos César, seguiu para o Canadá onde aguardou a chegada dos 200 convidados para a celebração do Dia dos Açores.

Uma viagem comercial Ponta Delgada-Toronto custa 600 euros. Pelo aluguer do avião a SATA fez um desconto de cinquenta por cento.

Notícia: sítio do canal televisivo «SiC Notícias».
Com mais alguns desenvolvimentos informativos em notícias do jornal «Público» e do semanário «Expresso».

Saudações florentinas!!

«Miscelânea da Saudade» #6 (2/2)

Observações sobre o voluntariado militar com reticências

No meu tempo de tropa, 'ditadura' "tempo de paz em Portugal" em 1955, aquando no quartel em que estava a Bateria de Costa, naquele lugar da Grotinha, nos Arrifes [ilha de São Miguel], com o pico da castanheira, o soldado ganhava um escudo por dia, que nem dava para o sabão de lavar a roupa. Recordo-me de quando enviavam aquelas 'embalagens' de 45 kilos a estrondar por cima de Ponta Delgada, que iam perfurar um alvo, "jangada improvisada" sobre 4 bidões, com vela feita de pontas de tábuas de forro, caiadas de branco e dependuradas em posição perpendicular, num arame que descia da ponta do mastro para cada lado, fingindo uma embarcação a reboco sob o comando dum medroso mas experiente sargento, que carecia de "fraldas" com o medo que tinha quando era enviado para o reboco da jangada; neste caso, fingindo navio de guerra, que se colocava entre as 8 a 12 milhas marítimas do Porto de Ponta Delgada. Neste tempo, o serviço militar era obrigatório. Lá dentro, encontrei-me com centenas de soldados e nunca ouvi um deles dizer que gostava de estar na tropa. No fim de semana, todos queriam ir para casa.

Voltando às "peças", o estrondo dessas manobras, por vezes, partia vidros pela área do Canto da Fontinha e Rua Tavares Resende. Na minha lista, e no quartel a que pertencia, somente conheci um soldado voluntário. Esse soldado, com aspirações militares, não possuía habilidades profissionais na vida civil. Com a idade de 18 anos resolveu procurar refúgio permanente na vida militar e, ao mesmo tempo, dedicar-se à Pátria; servir, lutar e morrer por ela. Este passou a ser o seu emprego permanente, sendo, ao fim dum ano, cabo; onde mais tarde viria a ser sargento, segundo ouvi. O homem teve razão naquilo que fez.

Nesse tempo, pelo menos designados por mim, havia cinco qualidades de empregos de servir o público e de lazer; sendo alguns patrocinados pelo "pai Governo", os quais eram: entrar [como] voluntário para a tropa, seguir a vida [militar] e, conforme o repouso da "tarimba" e apetite aberto p'ró rancho, prestar-se para manejar uma arma preservada com adiposidade; estudar instruções militares; ser obediente e 'bom rapazinho', com muita paciência, sem haver dependentes que requeressem a sua presença para suporte em casa, ficaria por ali e chegaria a qualquer coisa... Ao contrário, se nada desse na tropa, sentir-se-ia grato por ter "servido o rei" saindo mais disciplinado e ainda lhe sobraria tempo para sachar batatas, ou ordenhar vacas ou cabras.

Os outros empregos de "verga ao alto", e pasmados de mosca a poisar nos beiços, eram: trabalhar p'rá Câmara; ser guarda fiscal; taxista, vender cautelas; ou então, polícia "calmeiro", como lhes chamavam. Isto, claro, era no meu tempo. Hoje em dia, leio por aqui, no nosso «Correio dos Açores», e outros jornais, os queixumes de opinião dos meus honrados colegas escribas, que a polícia "trabalha muito" e que até não têm tempo para apanhar o ladrão ou o malfeitor, por se encontrarem a multar carros mal estacionados. Mais proveitoso lhes seria terem ido p'rá tropa e ficar por lá uns tempos. Hoje, ouço dizer que nem é preciso ter sido militar para ser agente da PSP. Vejo erro nisso, porque a tropa é que faz desenvolver o homem...

Actualmente, se não estou em erro, penso que em todos os países democráticos as tropas são voluntárias. Ora bem; quem se oferece voluntariamente para ser militar, tem que assinar um documento, papéis escritos com regulamentos obrigatórios. Enfim, "casar com a pátria" é como o padre que casa com a Igreja, e como o noivo que casa com a noiva. Mas esperem!... Nestes casamentos existem diferenças: o padre, a querer, pode deixar o sacerdócio, porque o Papa não o mete na cadeia. O casal, a não viver feliz, pode separar-se. Mas se o voluntário mudar de ideias, arrepender-se, renegar ou desertar do serviço militar, é considerado desertor, e até vai preso; não há dúvidas!... Conclusão, aqui fica a chave com pitada cómica: se o defunto "marcha" p'rá terra, o soldado marcha p'rá guerra. Ali não há arrependimentos.

Abaixo, encontra-se uma narrativa dum curto episódio do tempo "carmonista" que muita gente conheceu esta curta e humorística estória. A razão de eu a trazer à baila, é apenas uma lição comparativa ao alerta, para nos acautelar da beira do precipício que mais tarde pode causar empurrões...

Diziam que Óscar Carmona (1869-1951) quando visitou os Açores, lembro-me, 1940/42 salvo erro, o cais de uma das ilhas encontrava-se aglomerado de povo até à beira. Desta feita, com o aperto do pessoal, um garoto de 10 anos caiu à água, ao mesmo tempo que cai um homem barrigudo. Com a agonia de se salvarem, aquilo foi um tal bater braços na água, começando toda a gente aos gritos. Já nessa altura da agonia, o barrigudo encontrava-se agarrado ao rapazote, ao mesmo tempo que duas pessoas se atiraram à água, trazendo os dois para o cais. Nesse caos houve muitas palmas para o barrigudo, por se ter agarrado ao rapaz, salvando-lhe a vida.

No cais encontrava-se qualquer pessoa notável que louvou a coragem do barrigudo, prometendo-lhe uma medalha de mérito, dizendo mais ou menos assim: "o senhor cometeu um acto de bravura, salvando este rapazinho, e merece uma medalha"; diz o barrigudo: "ei Sinhô!... p'lamô Dês, ei qué lá medála ninnuma!... ei é c'me agarrei ao rapá pra nã morrê porq ei nã sei nadá, aqueles f... das p...ts é c'me impurrarã pá água, ei nã qué medala ninnuma!".
Nota: este também se voluntariou; pondo-se à beira e empurraram-no. Se p'ra lá não fosse, não caía na água. O mal foi ir p'rá beira do cais. capiche?..., como dizem os italianos.


Denis Correia Almeida
Hamilton, Canadá

hardlink@aol.com

Artigo de opinião publicado (originalmente) no «Correio dos Açores», edição do dia 12 de Março último.

sábado, 30 de maio de 2009

«Miscelânea da Saudade» #6 (1/2)

Observações sobre o voluntariado militar com reticências

Primeiramente, antes de algumas observações minhas, como outras, "música d'ouvido" que sem a mínima intenção de ofensa, comentam, perguntam, sobre o voluntariado militar, sem se referir a [nenhuma] específica nação, mas sim, a todas as tropas que daqui ou dali se voluntariam.

Porque será que nos dias d'hoje não falta gente que se voluntaria para o serviço militar?... Parece ter sido ontem que nem havia 2 por cento dos homens novos que escolhessem o serviço militar em vez da vida civil.

Há muitos anos, talvez um quarto de século atrás, ou menos, o serviço militar era obrigatório. Excepto por estes lados, mas sim, em países da Europa. Pediam a Deus para não passarem na inspecção física. Até metiam "cunhas, padrinhos" para interferir nos exames físicos. Estes eram alguns meninos da elite, ou então, lavradores mais prestigiados e com influência no predomínio da burocracia.

Ir para o serviço militar era "estragar" a vida. Eis algumas das razões porque muitos esperançavam ficar excluídos: necessidade de ajudar os pais; apartar-se da namorada; querer casar mais cedo; juntar dinheiro para o casamento; perder o presente emprego; e o receio de (se houvesse uma guerra) ter de ir em frente e, quem sabe?, não voltar mais.

Estes eram os apegos e factores que muitos aspiravam, inclusivamente seus pais. Desde que me lembro, guerras sempre as houve. As nações aliadas à ONU, quase todas, ou mesmo todas, havendo uma guerra, como por exemplo: a do Iraque e do Afeganistão, requerendo colaboração dos aliados, todas [as nações aliadas] têm de entrar com um certo número de soldados, conforme a dimensão do País e volume de tropas. Hoje em dia, faz-nos pensar na bravura dos voluntários...

Se recuarmos mais, vamos lá: ao tempo da segunda Guerra Mundial, ouviu-se dizer que alguns até cortavam o dedo indicador, o do gatilho, para não passar na inspecção [militar]. Pais e filhos ficavam aterrorizados quando se atingia a idade dos vinte anos.

As suspensas perguntas, e sem resposta, que ouço, já "enxertadas" de trás, não sei de onde, aparecem por aqui e por ali, como curiosidade de saber a explicação da aventureira audácia soldadesca, que, sem ofensa ou malícia, muito cautelosamente perguntam: será que, na época actual, os soldados ganham mais; será altruísmo, aquilo que faltava na tropa, como no nosso tempo, ou então, intenções filantrópicas pelo bem estar dos outros; vestir um uniforme; ter boa reforma quando a velho chegar; e, finalmente a pergunta de franzir a testa, será diligência ou "..?.dade". Oxalá que não seja esta reticenciada... Aliás, é preferível ser militar, graduado ou não, do que viver sem ocupação ou andar polindo calçada. De qualquer forma, admira-se o arrojo das tropas modernas...

Neste Canadá, e ali mais ao Sul, o tio Sam, derivado à "fartura de voluntários" as leis de entrada tornam-se biqueiras. Com a abundância, eles recebem mais [pessoas a alistarem-se] do que aquilo que precisam. Convém lembrar que a entrada é sempre agradável. Vê-se no dia a dia, quando eles servem um determinado tempo [na tropa], e depois regressam [à vida civil], a disciplina fê-los homens formados, aquilo que talvez não conseguissem na vida civil. Todavia, suponho que, como os de cá fazem, quem a casa regressa fica adstrito ao serviço militar [na reserva] para entrar a qualquer altura que seja chamado [outra vez]. Este dever militar, e obrigatório, permanecerá até determinada idade, isto é, dependendo da condição de saúde física e mental em que o indivíduo se encontrar no futuro. Não tenho por cá estatutos; mas penso ser assim...

Em muitos casos, em vez de alistarem os inactivos e dedicados voluntários, gente boa, deveriam ingressar na disciplina [militar], os vadios, esses que praticam o mal, andam pelas ruas e casas a roubar cidadãos, que são traficantes de drogas e nem sei mais o quê. Esses, deveriam ser obrigados ao [cumprimento do] serviço militar, e a não regressarem mais, não deixariam saudades. Afinal, quem sou eu para sugerir ou opinar?...

Por exemplo: pela área de Massachusetts, há coisa de quatro anos, um soldado, depois de haver servido dois anos no Iraque, regressou à vida civil, comprou um negócio e estabeleceu-se por contra própria, casou, foi pai dum filho. Ainda não havia [passado] um ano quando foi chamado de novo, desta feita, para o Afeganistão. Lastimou-se, pediu por vias legais mas foi forçado a abandonar o negócio, a nova esposa e um filho. Afinal, quando o mandaram para casa, havia sido com licença condicional, como fazem a todos, para reentrar [no exército] se forem [de novo] convocados.


Denis Correia Almeida
Hamilton, Canadá

hardlink@aol.com

Artigo de opinião publicado (originalmente) no «Correio dos Açores», edição do dia 12 de Março último.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Como estão as obras de construção do núcleo de recreio náutico das Lajes (I)

Anteriormente, já havíamos publicado algumas informações sobre esta obra.
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

UNESCO integra a ilha das Flores na rede mundial de Reservas da Biosfera

A ilha das Flores integra, a partir de ontem, a Rede mundial de Reservas da Biosfera da UNESCO, por decisão do Conselho Coordenador Internacional do programa «O Homem e a Biosfera». É a terceira ilha açoriana a fazer parte desta rede, depois do Corvo e Graciosa que receberam tal designação em Setembro de 2007.

O Conselho, que esteve reunido na ilha de Jeju, na República da Coreia, justifica a inclusão da ilha das Flores na lista mundial de Reservas da Biosfera por ser a parte à superfície de um monte marinho próximo da Dorsal Média-Atlântica, criado por actividade vulcânica que começou há menos de 10 milhões de anos. Aquele organismo precisa que a reserva inclui toda a ilha, que apresenta aspectos paisagísticos, geológicos, ambientais e culturais relevantes, e ainda áreas marinhas adjacentes.

O documento refere, também, particularidades de excepcional interesse do novo sítio classificado, nomeadamente a existência de “altas escarpas que dominam a maior parte da linha da costa, que é ponteada por pequenos ilhéus”, referindo, ainda, que a área suporta a pesca tradicional e atrai turismo de qualidade, especificamente para mergulhar ou observar baleias e golfinhos, bem como para caminhadas à beira-mar.

O Conselho Coordenador Internacional aprovou, para além da ilha das Flores, a inclusão na lista de reservas de mais 21 sítios em todo o mundo, um deles o complexo Gerês/Xures, que abrange território português e espanhol. No total, são agora 553 os sítios classificados como Reservas da Biosfera, espalhados por 107 países.

A integração da ilha das Flores no programa «O Homem e a Biosfera» é um facto “relevante” para a “protecção e valorização do ambiente nos Açores”, disse o secretário regional do Ambiente e do Mar. Álamo Meneses salientou a importância para aquela ilha e para os Açores daquela classificação, não só no plano interno, por fomentar a preservação e o usufruto ambientais, como no exterior, por ser um “excelente veículo de promoção da qualidade que realmente temos”.

Além das Reservas da Biosfera, o Arquipélago dos Açores possui áreas classificadas e reconhecidas internacionalmente por razões ambientais com o estatuto de Rede Natura 2000, Património da Humanidade, àreas RAMSAR e Áreas Marinhas Protegidas ao abrigo da Convenção OSPAR.

Da responsabilidade da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a rede mundial de Reservas da Biosfera inclui zonas classificadas em todos os continentes, como o Pantanal e a Amazónia (Brasil), Yellowstone e o Deserto Mojave (EUA), Monte Olympus (Grécia) e o delta do Rio Vermelho (Vietname).


Notícia: secção Ecosfera do jornal «Público», «Açoriano Oriental», «Jornal Diário», «Jornal Digital», blogue «Fugas» e «A União».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Navio "Viking" tem historial de avarias

Alugado para o serviço de transporte [marítimo] de passageiros inter-ilhas nos Açores, o segundo navio contratado pela empresa AtlânticoLine, em Inglaterra, teve várias avarias nos últimos anos.

O navio "Viking" esteve parado em Agosto de 2008 devido a um acidente semelhante ao [do navio] "Ilha Azul" e, em 2007, registou problemas nos motores e na caixa de velocidades. A empresa proprietária do barco alugou-o para a operação na Região Autónoma, mas o que pretende é vendê-lo a outro operador.

O acidente do "Viking", em Agosto passado, resultou num rombo no casco, depois de uma forte rajada de vento ter empurrado o barco contra o cais na ilha de Man, na Grã-Bretanha. O barco rápido, agora contratado para os Açores, preparava-se para largar com mais de 600 pessoas a bordo mas os passageiros foram evacuados e ninguém ficou ferido, acidente que obrigou a empresa proprietária a suspender as viagens para reparar os estragos.

O acidente foi muito semelhante ao que aconteceu com o navio "Ilha Azul", na Graciosa, que também sofreu um rombo no casco ao embater num baixio, empurrado pelo vento. Mas os problemas com o navio "Viking" não ficaram por aí: em 2007, quando operava por conta da mesma empresa mas com outro nome, na altura com a designação "Super Sea Cat 2", o barco registou outras avarias - uma falha na caixa de velocidades de uma das quatro máquinas [de propulsão] do barco, obrigaram-no a reduzir a velocidade de cruzeiro.

A embarcação que tem capacidade para atingir 35 nós, passou a levar mais tempo para efectuar as viagens entre Inglaterra e a Irlanda, ao ponto de não cumprir os horários estabelecidos pela companhia. Perante as críticas dos passageiros, a empresa proprietária do navio foi forçada a fazer um pedido público de desculpas, durante o período em que um dos motores foi devolvido ao fabricante, na Alemanha, para reparação.

Estes incidentes poderão não estar relacionados com o facto, mas a verdade é que a empresa Steam Packet já fez saber que o navio está à venda, embora, por enquanto, esteja alugado à AtlânticoLine.

Notícia: RTP/Antena 1 Açores e jornal «A União».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Lixeira é atentado à saúde pública

Animais mortos, pneus e todo o tipo de lixo encontra-se a céu aberto em Santa Cruz, ilha das Flores, o que é já considerado um autêntico atentado à saúde pública. Carcaças de animais e pneus, misturados com todo o tipo de lixo doméstico, é o cenário da lixeira a céu aberto, em Santa Cruz, na ilha das Flores.

A situação já foi denunciada por Paulo Rosa, deputado [regional] do CDS/PP, mas falta agora a secretaria regional do Ambiente e do Mar cumprir o que prometeu, ou seja, arranjar uma solução para limpar a ilha desses resíduos.

Para Paulo Rosa, a situação está bem explicitada, e numa ilha com as potencialidades como as Flores, candidata a "ilha da Biosfera" e que possui um património ambiental único, está a destoar a lixeira a céu aberto no concelho de Santa Cruz, um problema antigo, com mais de uma década.

O deputado centrista [florentino] adianta que, em Dezembro do ano passado, foi entregue um requerimento no Parlamento [Regional] açoriano, altura em que a secretaria [regional] do Ambiente e do Mar garantiu a resolução do problema mas, passados 4 meses, ainda não foi encontrada [qualquer] solução.

Desde 1997 que é debatida a hipótese de se criar um aterro sanitário para a ilha das Flores, até porque a lixeira não é apenas um problema para Santa Cruz mas também para as Lajes. Paulo Rosa defende que, actualmente, a solução passa por outros métodos, como, por exemplo, a exportação de alguns resíduos, a compostagem e a implementação da reciclagem.

Notícia: RTP/Antena 1 Açores.
Saudações florentinas!!

domingo, 24 de maio de 2009

sábado, 23 de maio de 2009

Obras de construção do Ginásio da Escola Básica e Secundária das Flores

[+ duas fotografias extra]
Saudações florentinas!!

Em Abril: novos recordes de audiência!!

No passado mês de Abril, o «Fórum ilha das Flores» atingiu os seus melhores resultados em ambos os itens de audiência mensal: visitas únicas e páginas vistas.

O nosso anterior máximo mensal de visitas únicas havia sido atingido no pretérito mês de Março, com 8.643 (uma média de 279 visitas únicas por dia). Em Abril tivemos 9.637 visitas únicas (resultando numa média de 321 por dia).

O nosso anterior máximo mensal de páginas vistas ocorrera no passado mês de Fevereiro, com 13.933 (uma média de 498 páginas vistas por dia). Em Abril atingimos 16.355 páginas vistas (dando a média de 545 por dia).

Voltamos a aconselhar as especificações adequadas para uma óptima visualização do «Fórum ilha das Flores»: em vez do Windows Internet Explorer deve então usar-se um [gratuito, fiável e mais eficiente] programa de navegação na internet, o Mozilla Firefox ou o Google Chrome, tendo o seu ecrã com resolução de 1024 pixels por 768 pixels.
Saudações florentinas!!