quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Sim, há pesca ilegal na ilha das Flores.

Em "resposta" ao texto «Há pesca ilegal na ilha das Flores?» da autoria de Nuno Barata, recebemos (de um@ noss@ leitor@ devidamente identificad@) a fotografia [acima] que alegadamente mostra uma situação de pesca ilegal nas nossas águas costeiras.
Saudações florentinas!!

21 comentários:

20.000-leguas-submarinas disse...

Claro que há pesca ilegal e sempre vai haver ! Ja que os pescadores florentinos passam o dia numa pedra de pesca que dá pelo nome de "café do gile" , os de foram andam aí á grande e á francesa !
Os "nossos" ja que estao em terra (com medo do mar..sei lá) ao menos podiam mexer os "cordelinhos legais" desta brincadeira e acabar com esta palhaçada !
Mais vale "os de fora" apanharem umas valentes toneladas de peixe perto da costa do que perder uma Sagres fresca..!
è casa para se dizer..."Mais vale uma Sagres na mão , que uma tonelada de peixe no mar"

Saude a todos..e vontadinha de trabalhar..!!

Anónimo disse...

Os peixes no mar das Flores vivem para engordar.

Anónimo disse...

Se podem pescar e estar no café, qual o problema, e o que é que tens a ver com isso? Assim há mais peixe e continua o equilíbrio natural.

farto de mamões... disse...

Rabo de Peixe já absorveu milhões e milhões dos diversos orçamentos e mesmo assim continua uma miséria e a viver do rendimento minimo.

Os pescadores das Flores cumprem as regras, trabalham e não são desordeiros e chulos do Estado.

Se a Ilha das Flores recebesse o dinheiro que Rabo de Peixe já mamou nestes últimos 20/30 anos, certamente que estaríamos mais desenvolvidos do que Gibraltar ou Mónaco.

O mar das Flores é dos florentinos.

Vão mamar para a vossa terra!

Anónimo disse...

ISto é facil de perceber . Os Pseudo pescadores das Flores e como foi aqui dito pescam muito no café do Gil tanto que até tem lá um azulejo numa parede com a inscrição " Aqui se juntam caçadores pescadores e outras raças de mentirosos " . Quanto à pesca propriamente dita a vontade normalmente aparece para o final do Verão na altura em que depois a desculpa do tempo nao estar bom serve para tudo e depois no ano seguinte no inicio da Primavera o barco precisa de pinturas e vai para reparações. Estas normalmente prolongam-se pelo Verao afora e com uma ditas " bujecas " nos intervalos das " pinceladas " lá vai ficando a pintura toda estraga e com bastante cera.
Por isso e uma vez que isto é RAA acho que se nao se apanha o peixe nas Flore que venha alguem de fora apanha-lo.
Se contarem por portos o numero de pescadores profissionais toca a cada um quase 10 kilometros de orla costeira que com 3 milhas de distancia da Costa dá quase 50 km2 para cada um . O que falta aqui afinal ? Haja paciencia para estes gajos todos. VAI TRABALHAR VAGABUNDO

Anónimo disse...

Quanto à foto em questão no post e uma vez que foi tirada a 24 de Setembro tenho a esclarecer o seguinte :
Nesta altura costuma-se pescar ao atum com este tipo de embarcação conhecida por traineira e a uma distancia da costa muito superior a esta. Atras da emvbarcação segue uma linha de água proveniente do seu deslocamento ou seja a esta velocidade nao vai a pescar de certeza. Depois ainda para finalizar posso dizer que a esta distancia da costa normalmemte mais ao final do dia as traineiras apanham isca ou seja chicharro. Por isso e na direcção em que vai para Sul e por baixo da Fazenda das Lages é quase óbvio que vá ancorar no porto das Lages para descanso de final de dia .e mais não digo

Anónimo disse...

Autonomia para as Flores.
Já!

Anónimo disse...

Carta que nunca escrevi. Gostaria de citar pelo menos dois assuntos importantes. Primeiro esses de São Miguel se tive-sem vergonha nem falavam dos pescadores das flores em irem ao café. Segundo nos anos secenta altura da correctora nas Lajes veio um iate cheio de Micalenses e umas tres traineiras para a pesca do atume numa Ilha que tinha bastantes bonitos e nada apanhavam por andarem sempre embreagados. Terceira este dinheiro não conta como lucres para a Ilha das Flores mas sim para a Ilha de São Miguel. E para terminar do pouco que temos ainda nos querem rapar o resto. escrveu o josé das ilhas de baixo.

Anónimo disse...

Flores mais desenvolvido que o Mónaco?!?! lol Autonomia para as Flores?!?! ahahah deixem mas é de ser ridículos... As Flores com autonomia sobrevivia 1 semana... talvez nem tanto!

PS: secenta?!?!?! Tenho uma proposta: post com erros ortográficos não são publicados! Pois, se calhar, só entravam 5%!

Paulo Henriques disse...

Em resposta ao anónimo anterior: Provavelmente as Flores teriam mais condições de sobrevivência sozinha do que São Miguel, até porque somos muito menos e poderíamos sempre exportar alguma fauna para a "dita" capital dos Açores.Aliás, até poderíamos bazucar alguns barcos que por aí andam!

Agora falando a sério, fazemos todos parte da mesma região e não há necessidade desta rivalidade e há que tentar puxar para o mesmo lado.

Mas, que alguns micaelenses me irritam com a sua mania de pseudo superioridade,lá isso irritam!

Em relação aos erros de ortografia, concentrem-se na mensagem!

Anónimo disse...

como não tem argumentos e a mensagem mexe comsigo senhor anónimo do dia nove de janeiro pelas 13.24 descarrega-se em comentar erros ortográficos. escreveu o josé das ilhas de baixo.

Anónimo disse...

então este nabo não ve que a traineira vem andando a bom ritimo

Nelson Fraga disse...

ponto prévio: em alguns comentários [nos vários textos publicados neste «Fórum ilha das Flores» sobre esta mesma questão] tem havido uma manifesta má-educação, mesmo quase a roçar o racismo/xenofobia. eu não me importo muito com a proveniência natal das pessoas, nem as mal-trato apenas e só por não serem da "minha terra". seria bastante positivo que a civilidade imperasse neste espaço e que as pessoas se soubessem comportar como seres vivos dotad@s de inteligência e plena capacidade de socializar com @s outr@s; julgo que nem seja um pedido muito exigente de se fazer...

desconheço o regime legal de permissões de pesca (admito). mas parece-me razoável que nas águas costeiras a um determinado território (ilha, neste caso) apenas seja permitido pescar às embarcações registadas nesse mesmo território.

no restante desta "discussão" nem me meto, por desconhecimento de causa. não quero dar bitaites sobre o que não sei...

queria apenas chamar a atenção para um outro assunto paralelo à presente questão [e dando uso a uma notícia (da semana passada) do «Correio dos Açores»]: "Peixe na Lota [é vendido] a cêntimos e ao público vende-se a euros"...

"Em Novembro e Dezembro do ano passado (últimos dois meses) foram vendidas algumas espécies de peixe a cêntimos em lotas açorianas destinadas ao consumo interno, que chegaram ao consumidor a preços acima de um euro, quando a margem de comercialização imposta é de 25%. Tem havido, claramente, uma especulação nos preços em resultado de uma legislação que estimula a aldrabice", denuncia Liberato Fernandes [da Cooperativa Porto de Abrigo].

Anónimo disse...

Ó José das ilhas de baixo a "discussão" em questão não me diz respeito e eu não me meto nas questões que não me dizem respeito! Apenas venho ver por curiosidade, porque simpatizo com a vossa terra!
O que me choca, por isso, não é o conteúdo da discussão porque disso não percebo nada! Choca-me a utilização da língua de Camões de uma forma descuidada e irresponsável! Gostou?! Escrevi caro e claro! Cumprimentos

PS: Não consigo parar de rir com a comparação Flores/Mónaco lol lol lol Farto de Mamões tem de parar de ir ao café do Gil!

Anónimo disse...

então se não te dizem respeito. ponte a milhas e não apareças mais por aqui.escreveu o josé das ilhas de baixo.

farto de mamões... disse...

Ao engraçadinho do anónimo das 11H51:

Eu quando me referi ao Mónaco foi para ilustrar a "porradoria" de subsídios e investimentos públicos que Rabo de Peixe tem auferido ao longo destes últimos 20 anos e que se tivessem sido aplicados nas Flores certamente que se veria muitos mais resultados.

Ainda não foi há muito tempo que a televisão mostrou em Rabo de Peixe caixas da lota atiradas à costa, imenso lixo junto às costas e falésias, rapazes com a belica de fora, tabernas cheias de bêbados, drogas a granel, chungaria e esterco nas ruas.

Aqui nas Flores, sabemos que há muito mamões e malandros, mas pelo menos que não venham roubar o que é nosso e não venham cuspir na cara dos florentinos.

Podemos ser pobres, mas somos honrados.

Anónimo disse...

muito bem dito. hà certas pessoas que não merecem outra resposta.

Isabel disse...

A pesca do atum (que é uma espécie migratória, ou seja, vai passando, quer seja junto à costa ou longe da costa) não tem limite minimo de aproximação da costa, e uma espécie que não vive nas nossas águas, não há perigo...
Em relação às outras embarcações, são obrigadas a cumprir a lei em qualquer lugar do mundo, na minha opinião o mar é de todos, se um pescador das Flores quisesse ir para São Miguel ninguém o impediria, a falta de iniciativa nas Flores é que não ajuda, isso e as invejas.

Anónimo disse...

quantos cafes do Gil á em rabo de peixe?estes pescadores tomaram uma bebedeira quando eram pequenos que nunca mais pssou,e quem defende esta gente é igual.

Fórum ilha das Flores disse...

Ainda sobre esta temática deve ler-se uma notícia [de ontem, dia 20] no «Açoriano Oriental»: "alargamento da área para pesca de costa divide sector [associativo piscatório]"...

A Cooperativa Porto de Abrigo não subscreve a proposta de seis das nove associações de pesca dos Açores, que vai no sentido de ser alargada de três para seis milhas a área reservada para pesca local da própria ilha, uma proposta justificada pela diminuição dos recursos de algumas espécies de interesse comercial.

"Em finais de 2008, tinham já sido emitidas 1.220 licenças para o exercício da pesca lúdico-desportiva a partir de embarcação e 2.259 licenças individuais para o exercício da pesca submarina. Apesar do elevado número de licenças para a pesca lúdica e para a chamada caça submarina, não existe qualquer trabalho de acompanhamento destas actividades, nem por parte da administração regional, nem por parte da investigação [IRP]", disse Liberato Fernandes [da Cooperativa Porto de Abrigo], antes de acrescentar que "é completamente desconhecido o impacto sobre as espécies costeiras resultante da actividade dos 2.259 pescadores individuais licenciados para a pesca submarina, um número que é mais elevado do que a totalidade dos profissionais marítimos com dependência total da pesca".

Anónimo disse...

andao por ai vender vacas de fora governo anda de olhos fechados e um tanque leite ponta delgada chuva isto deputados nao vem