domingo, 14 de setembro de 2008

Candidatura da ilha das Flores a Reserva da Biosfera da UNESCO encontra-se em consulta pública

O caderno de candidatura da ilha das Flores a Reserva da Biosfera [da UNESCO] vai estar disponível até ao dia 28 deste mês para consulta pública.

Com esta iniciativa, o Governo [Regional] dos Açores pretende enriquecer e aperfeiçoar a candidatura com informação oriunda da população florentina e das forças vivas da sociedade açoriana.

O caderno de candidatura é constituído por 180 páginas que descrevem as mais valias ambientais daquela ilha do Grupo Ocidental e da adequada utilização que lhes é dada pelos seus habitantes.

Com esta classificação [de Reserva da Biosfera da UNESCO], será possível enfatizar as tipologias de desenvolvimento sustentável que o Executivo açoriano e outros agentes administrativos têm implementado na Região.

Todos os interessados em participar no processo de consulta pública poderão fazê-lo através do sítio na internet: www.aia-azores.org.

Notícia: «Correio dos Açores» e o sempre inestimável "serviço informativo" do GACS [Gabinete de Apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

sábado, 13 de setembro de 2008

L'État c'est toi, Carlos César???!!!

Carlos César paga multa de mil euros relativa a declarações prestadas à comunicação social [aquando do referendo à despenalização da I.V.G.] e transcritas no portal oficial do Governo Regional, o qual não fez a referida distinção entre o cargo de presidente [do Governo Regional] e o cidadão [Carlos César].

Notícia: «Açoriano Oriental», «Correio da Manhã», «Diário dos Açores», semanário «Sol» e «Correio dos Açores».

Cidadãos do grupo Ocidental querem maior rapidez nas ligações à internet

Apesar da promessa do Governo Regional dos Açores, os corvinos e os florentinos continuam a aguardar pelo cabo de fibra óptica. O acesso à internet continua muito lento [nas ilhas ocidentais].

“Tal como tinha previsto há uma dezena de anos - refere Paulo Valadão - a velocidade da [ligação à] internet na [ilha da]s Flores é de uma lentidão enervante.”

Carlos César [presidente do Governo Regional dos Açores] prometeu, no passado mês de Maio, que o cabo de fibra óptica vai ser alargado às ilhas das Flores e do Corvo. Em declarações ao jornal «Expresso das Nove», o presidente da Câmara Municipal do Corvo, Fernando Pimentel, manifestou a sua satisfação por este anúncio: "É evidente que as vantagens da fibra óptica são inúmeras. Desde logo permitem uma maior qualidade e velocidade da internet, melhorando, simultaneamente, as transmissões da televisão e rádio." "Compreendo que este é um investimento avultado por parte do Governo Regional - prossegue -, mas também tenho consciência de que, apesar de vivermos em ilhas bastante isoladas e afastadas, temos o mesmo direito que as outras [ilhas de estarem ligadas ao anel de comunicações de fibra óptica]". Fernando Pimentel mostra ainda o seu apreço pelo empenho do Governo Regional "em dotar todas as ilhas das mais modernas tecnologias".

Desde que se começou a falar na possibilidade da implementação do cabo de fibra óptica nos Açores, com o apoio de fundos comunitários, Paulo Valadão, ex-deputado da CDU pela ilha das Flores, defendeu a necessidade desse projecto contemplar as nove ilhas. Aquando da instalação na ilha das Flores do sistema de parabólicas, o ex-deputado comunista afirmou que era uma má solução: "Na altura, publicamente e em debate na Assembleia [Legislativa] Regional, responsáveis do Governo [Regional] e do PS afirmaram que para as necessidades das Flores o sistema [de parabólicas] instalado tinha a validade, em função das necessidades, de um século. No entanto, sempre entendi que estávamos, no que diz respeito às comunicações, a implementar duas velocidades de desenvolvimento regional, ou seja, para sete ilhas com cabo [de fibra óptica] e para duas [ilhas] com sistema satélite. O primeiro grupo seguia a velocidade de cruzeiro, o segundo [grupo] transportava-se a burro...".

"Tal como tinha previsto há uma dezena de anos - refere Paulo Valadão - a velocidade da internet nas Flores é de uma lentidão enervante e o sistema só vai funcionar quando estivermos ligados por fibra óptica. O Governo Regional continua a prejudicar a ilha das Flores por cada dia que passa sem a ligação [ao cabo de fibra óptica] que devia ter sido feita há muito. Tal como há quatro anos, no período que antecede as eleições [legislativas regionais], a extensão do cabo de fibra óptica às Flores e ao Corvo é só mais uma das muitas promessas eleitorais do PS. Mas os florentinos sabem que muitas promessas [eleitorais] são feitas sem intenção de serem cumpridas. Para que o futuro Governo Regional invista na melhoria da qualidade de vida na ilha das Flores é forçoso que isso seja exigido com muita insistência".

Longe dos centros de decisão
João Paulo Corvelo, técnico de gestão agrícola nas Flores, afirma, por seu turno, que a ilha está em grande desvantagem em relação ao restante Arquipélago: "Pagamos o mesmo que os restantes açorianos e não usufruímos dos mesmos serviços e capacidades". João Paulo Corvelo lamenta que só agora "o Governo [Regional] tenha concluído que é cada vez mais essencial que as ilhas mais distantes dos centros de decisão possam estar perto desses mesmos centros, para que as populações beneficiem de meios que não dispõem 'in loco'". Dá o exemplo da telemedicina em que "especialistas localizados nos antípodas podem observar e intervir, em tempo real, junto de doentes no outro lado do planeta".

Notícia integrante da edição de 5 de Setembro do semanário regional «Expresso das Nove».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O sítio das Pedras Brancas

Passaram-se 38 anos sem que eu visitasse a ilha das Flores. Foi no ano de 1987 que pela primeira vez lá regressei. Quando o avião aterrou, no aeroporto de Santa Cruz, senti tamanha sensação ao respirar o ar puro da terra onde nasci. Ao sair do avião, com grande agitação e entusiasmo, apeteceu-me beijar o chão; mas não o fiz, para ninguém pensar que o Papa chegava às Flores disfarçado de turista.

Encontrava-me exausto. Fui para um Hotel em Santa Cruz. Não consegui dormir, já se fazia tarde demais. Resolvi tomar um táxi para as Lajes. Não podia ficar mais um minuto em Santa Cruz. Quando avistei as Lajes, do sítio das Pedras Brancas, para espanto do condutor algures mandei parar o carro, fiz contas e desci ali mesmo. Já era quase fusco; encaminhei-me para a "vigia" das Pedras Brancas; sentei-me mesmo à beira do vertiginoso declive.

O sino da igreja tocou; eram Trindades na 'minha' Vila das Lajes; a emoção multiplicou-se, as memórias invadiram-me juntamente com o mesmo de outrora retenido estridulante dos grilos. Ergui-me, benzi-me e "elas correram-me", estava sozinho; que importa?..! Os homens também choram; chorar de saudade, sentimento e recordações não é feio. Feio e ridículo é chorar de hipocrisia.

De novo me levantei, desci para a Grota de Serpa, subi a ladeira acompanhado com o latido dos cães no Lombo, subi até à estrada, e, por boa sorte minha, o mesmo táxi d'antes regressava a Santa Cruz, com um passageiro, parando para me perguntar se eu estava sumido. Expliquei, dizendo que já era tarde, acabando por fazer um ajuste com os dois, e regressei a Santa Cruz. No outro dia de manhã, fui para as Lajes, com muita mais estória para contar.

Continuarei em próximo seguimento...

Denis Correia Almeida

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

"Roubando" do Nuno Barata...

Tenho a certeza que o Nuno Barata não levará a mal a (re)publicação deste texto saído originalmente [no dia 5] no seu blogue «Foguetabraze»: "Olha o Nível".

"Caríssimo André Bradford.

Se queres falar de nível, falemos. Prometo, porém, que não falo mais deste ou de outro assunto de interesse eleitoral e “eleiçoeiro” até ao dia 19 de Outubro. Não porque tu aches que eu não deva mas, porque não tenho pachorra. Baixo nível é o que [Carlos] César e os seus acólitos seguidores nos quais te incluo, programaram fazer com os meios do Governo [Regional] para, embora sabendo que têm as eleições ganhas, combaterem a abstenção e tentarem a maioria mais lata possível. Baixo nível, é a distribuição do Kit-Autonómico contendo uma carta de teor propagandístico, a 50 dias de umas eleições. [Carlos] César e os seus acólitos seguidores nos quais te incluo, tiveram a tentação de fazer o que nem um Américo [Natalino] Viveiros ou um Adolfo Lima ousaram alguma vez pensar. Dar-me-ás o crédito de ter-me batido, um bocado mais do que tu, pela saída desses Senhores da cena política Regional, não tenho saudades deles, mas também não vou ter saudades deste Partido Socialista dos últimos 8 anos, já que nos primeiros quatro, também me darás o crédito de me ter batido, bastante mais do que tu, pela chegada e manutenção do PS e Carlos César ao poder. Gostaria de saber o que dirias se, por ventura, passasse pela cabeça da Drª Berta Cabral enviar um Kit-Concelhio a todos os munícipes lá por volta de Agosto/Setembro de 2009. Claro que a Senhora, agora, está perfeitamente à vontade para fazer uma coisa dessas e eu e tu cá estaremos, eu para criticar e tu para arrolhar. Baixo nível é preparar um rol de inaugurações apresadas gastando milhões de euros em festas e forró, depois de ter criticado os autarcas, esses também de baixo nível, por causa das “violas e brasileiras” como se essa função de “estarraçar” dinheiro dos contribuintes para os fazer esquecer a subida da prestação da casa fosse um exclusivo do Governo. Baixo nível é, por exemplo, o Governo [Regional] extinguir um lugar de professor no Corvo para fazer deslocar um potencial candidato [a deputado] ganhador para uma outra ilha e assim facilitar a eleição do candidato do Governo/PS. Baixo nível é o que tem um Presidente de Governo que governa uma Região como se se tratasse de um rebanho. Tão grande é a sua insegurança (leia-se post de 12 de Janeiro) e os seus complexos que, se rodeia de supostos competentes académicos para fundamentar as suas decisões e, ao contrário do que defende o seu suposto seguidor e primogénito em entrevista recente à revista «Visão», não assume um único erro da sua governação nos últimos 12 anos. Remeto-te para um excelente artigo de opinião do Luís Aguiar-Conraria publicado no caderno de economia do «Público» de hoje e que dá pelo título de “o Mistério da República dos Medíocres” mas, se quiseres uma coisa mais caseira e mais soft sobre o mesmo assunto podes sempre ler a excelente crónica do Mário Roberta na última página do «Açoriano Oriental» de hoje. Estarei atento aos números finais do próximo dia 19 de Outubro, não tenho ilusões quanto aos resultados, por mim dava já a taça e não se gastava dinheiro em campanhas [eleitorais] desnecessárias. Mas, não penses que essa tua arrogância vai passar em claro. Sabes, há uma coisa com a qual é muito difícil os políticos lidarem é com as pessoas que, como eu, têm a memória permanentemente actualizada. Se queres manter o nível, não fales de nível, cumpre o nível, ainda sabes como é, espero."

David Yudovin atravessa a nado o canal Corvo-Flores em pouco mais de 7 horas

David Yudovin era um homem feliz quando [na passada sexta-feira, dia 5] conseguiu, com sucesso, atravessar a nado o canal Corvo-Flores. Foram 7 horas e 10 minutos a nadar consecutivamente num total de cerca de 10 milhas.

O nadador saiu do Boqueirão, na ilha do Corvo, pelas 12h57 e terminou eram 20h07 no Porto de Ponta Delgada, ilha das Flores, onde era esperado por várias dezenas de pessoas. Segundo Altino Goulart, colaborador do Clube Naval da Horta, que acompanhou o atleta num barco alugado à empresa NautiCorvo, "a travessia esteve na eminência de não se realizar. Na véspera não havia vento na ilha das Flores e o mar estava calmo. No dia da prova, no Corvo a ondulação era de 3 metros e o barco que costuma fazer a ligação entre estas duas ilhas em 40/50 minutos, sexta-feira [dia 5] de manhã levou 2 horas. Contudo, em termos meteorológicos havia uma janela de 8 a 10 horas de melhoria, pelo que a decisão foi avançar para a travessia, embora depois da chegada ao Corvo tenha havido uma reunião no sentido de se analisar a situação". "Estávamos todos um pouco em baixo, porque a vontade era realizar mais esta etapa, mas foi acertado que se houvesse condições para encetar o percurso, ele avançaria, mas caso se constatasse que a segurança estava em risco, mesmo depois de iniciada a travessia, a mesma seria interrompida", sustenta Altino Goulart.

Colocados e aceites todos os cenários possíveis, David Yudovin fez-se ao mar, acompanhado pela mulher, Beth Yudovin; Altino Goulart, skipper e orientador da prova; Paulo Sérgio, enfermeiro; e Susana Martins, membro da equipa de organização do evento.
"Durante a travessia, a ondulação era de Noroeste de dois metros, com tendência para diminuir, e o vento de Nordeste, condições tidas como ideais, embora a ondulação não fosse a melhor", explica o orientador da prova, que afirma, a propósito: "Tentei orientá-lo de forma a que apanhasse a menor resistência possível dentro da maré que havia, e a travessia foi feita quase em linha recta. A prova decorreu em menos tempo do que aquele que tínhamos previsto". Este colaborador do Clube Naval da Horta congratula-se com o facto de as três travessias terem corrido "muito bem", sublinhando que "toda a equipa está muito satisfeita".

E porque em equipa que ganha não se mexe, a próxima "aventura" está marcada para 2009, em Cabo Verde. Recorde-se que nas últimas três semanas, este californiano realizou [a nado] outras tantas travessias [entre ilhas açorianas], batendo recordes e juntando sucessos e experiências ao seu vasto palmarés. A primeira foi no canal Faial-Pico, a segunda no canal Pico-São Jorge, e a terceira esta sexta-feira [dia 5] entre as ilhas do Corvo e das Flores. Esta iniciativa de David Yudovin contou com o apoio da Polícia Marítima de Santa Cruz das Flores, que andou no mar com uma embarcação, e dos Bombeiros Voluntários de Santa Cruz das Flores e do Corvo. Depois do esforço dispendido, David e Beth decidiram ficar no Grupo Ocidental e apreciar as belezas únicas que encerram aquelas duas ilhas.

Notícia: «Diário dos Açores»; sobre esta mesma "aventura" ocidental aconselha-se ainda a leitura duma notícia do jornal [faialense] «Incentivo».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Se houvesse Eleições Regionais todos os anos, est@s senhor@s (do PS e do PSD) ainda nos haviam de prometer deixar de haver quaisquer impostos!!!

O último plenário do Parlamento açoriano desta legislatura regional (2004/2008), que amanhã tem início na cidade da Horta, ficará marcado pela discussão de duas propostas diferentes de redução da taxa de IRS em vigor no arquipélago.

O executivo socialista defende uma redução de 10 por cento no primeiro escalão de rendimentos e de cinco por cento no segundo escalão. (...) O PSD propõe uma redução das taxas de IRS em 30 por cento para todos os escalões de rendimento.

Acaso est@s senhor@s do PS e PSD açorianos não andassem já num tremendo frenesi eleitoralista e podia-se-lhes fazer uma singela pergunta: vocês são (politicamente) séri@s ou simples demagog@s populistas???
Quem é (politicamente) sério e propõe uma descida de impostos [logo, uma menor receita para o Estado], para contrabalançar tem também de propor algum corte nos gastos/despesas ou investimentos do Governo Regional ou então uma outra adicional fonte de receita para o Estado. A vaquinha não é de elástico!! Ou isto, afinal, já será um tal "vê se te avias!"??

Núcleos museológicos da ilha das Flores têm vindo a ser bastante valorizados

O Museu das Flores foi visitado, em 2007, por 1.446 pessoas. Esta instituição congrega três núcleos museológicos, mais concretamente o Convento de São Boaventura, a Casa [Museu] Pimentel de Mesquita e a Fábrica da Baleia [do Boqueirão].
As actividades agrícola, pecuária, piscatória e transformadora locais ocupam [pelos três núcleos museológicos] uma área expositiva compatível com a importância que tiveram na vida das pessoas.

O Museu das Flores é constituído por três núcleos: o Convento de São Boaventura, a Casa Pimentel de Mesquita e a Fábrica da Baleia, na vila de Santa Cruz. De acordo com Luís Filipe Vieira, director do Museu, "a instituição está envolvida num processo dinâmico de mudança por força das opções de requalificação e dinamização dos seus espaços tomadas pela Direcção Regional da Cultura".

Para o Convento de São Boaventura decorre o concurso para adjudicação da empreitada de reparação do telhado: "O espaço museológico foi profundamente remodelado", refere o responsável. Assim, no primeiro piso do referido núcleo ficam os serviços administrativos, portaria, loja, serviços educativos e a informação relativa à história do edifício e à formação do território. O piso superior aloja as colecções etnográficas representantes das vivências locais. As actividades agrícola, pecuária, piscatória e transformadoras das matérias-primas locais (como o linho, a lã e o leite) ocupam uma área expositiva compatível com a importância que tiveram na vida das pessoas. "Relevadas serão também as colecções de instrumentos náuticos e de scrimshaw junto com a posição geoestratégica das Flores no contexto dos conflitos europeus que se estenderam pelo Atlântico, dos quais estas paragens foram teatro de operações", diz Luís Filipe Vieira. A igreja funcionará como sala de exposições temporárias e de pequeno auditório para concertos e conferências. No coro será instalada a colecção de arte religiosa: "Toda a exposição é animada por material iconográfico, projecção de imagens e interactividade do visitante com os conteúdos programáticos através das novas tecnologias", afirma o director do Museu das Flores.

Através da detalhada informação de Luís Filipe Vieira ficamos também a saber que a Casa Pimentel de Mesquita e o armazém contíguo foram objecto de uma intervenção profunda, que os transformou em espaços modernos e confortáveis para albergarem a Biblioteca [Pública Municipal]: "Este projecto, apesar de ser aspiração já discutida na imprensa local de fins do século XIX e início do século XX, só agora conheceu condições de concretização". O serviço está organizado em quatro grandes áreas: depósito, duas secções específicas dedicadas ao público infantil e juvenil e a zona de leitura e empréstimo. Todas possuem equipamentos informáticos e multimédia. O papel, o CD, o DVD e a internet são os suportes de consulta e pesquisa.

"A participação dos florentinos na baleação americana - sublinha Luís Filipe Vieira - e a introdução destes novos saberes na ilha serão contados na Fábrica da Baleia". Neste momento, decorre o processo de aprovação e licenciamento do projecto de recuperação do imóvel para instalar o acervo dedicado à actividade baleeira: "O projecto prevê uma componente interactiva fortíssima, que se concretiza na possibilidade experiencial, dada pela informática, de utilizar os produtos provenientes da baleia na produção de cosméticos. A cenografia da actividade da pesca, feita com recurso à informática e à projecção de imagens de vídeo, é outro ponto alto do circuito expositivo. A exploração privilegiada da vista para o mar, mercê da localização da fábrica, é feita através de uma vigia acessível ao visitante para que o próprio perscrute, com o binóculo, o oceano circundante".

Relação estreita com as escolas
Segundo o director da instituição, o Museu das Flores tem uma óptima relação com as escolas da ilha: "As turmas participam nas actividades do serviço educativo realizadas no âmbito da dinamização das nossas exposições. Além disso, cedemos instalações para a concretização de projectos da escola ou preparamos visitas guiadas, de carácter geral ou específico, de acordo com os programas leccionados". Neste momento, o Museu das Flores alberga a exposição de fotografia «Visões Subterrâneas», da autoria de Jorge Góis, ao mesmo tempo que prosseguem os ateliers. Outro motivo de interesse é a «A Madrugada das Cagarras» - uma instalação de fotografia e som de Paulo Henrique Silva. A 1 de Outubro o Museu das Flores assinala, com um concerto, o Dia Mundial da Música.

Notícia integrante da edição de 22 de Agosto do semanário regional «Expresso das Nove».
Saudações florentinas!!

sábado, 6 de setembro de 2008

Memorabilia da Rádio SOS... #4


Banda pop-rock britânica, os James também muito rodaram nas emissões do FM da S.O.S.. Estiveram parados (como banda) uns quantos anos, tendo retomado as lides no ano passado e esta noite actuam nos Açores, na Vinha d' Areia, concelho de Vila Franca do Campo (ilha de São Miguel), num concerto organizado pela AçorArena, Fábrica de Espectáculos e Câmara Municipal de Vila Franca do Campo.
Sometimes, sometimes...