terça-feira, 9 de novembro de 2010

Projecto Escola Electrão para 2010/11

Quase 650 estabelecimentos de ensino, dos quais 20 são açorianos, aderiram este ano ao Projecto Escola Electrão, abrangendo 435 mil alunos e 62 mil professores.

O projecto assenta em duas componentes fundamentais (didáctica e dinâmica), ambas com o objectivo de sensibilizar e envolver professores, alunos, funcionários, pais e comunidade em geral na reciclagem e valorização de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos.

No ano passado foram recolhidos nas 603 escolas aderentes, em apenas cinco meses, mais de 1,6 milhões de quilos de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos, o equivalente a 401 camiões TIR.


Notícia: «Açoriano Oriental» e rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Construção em zonas de risco pode avançar por iniciativa e risco do cidadão

Cidadãos poderão assumir responsabilidade para edificar em áreas vulneráveis em termos geológicos.

Um novo regime jurídico está a ser preparado para o ordenamento do território nos Açores, que permitirá às pessoas decidirem e assumirem a responsabilidade no que se refere à ocupação do solo, mesmo em zonas que ofereçam algum perigo para a construção. O cidadão poderá avançar para a construção de uma casa numa área de risco, assumindo a responsabilidade.

O trabalho, que está a ser ultimado pela Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, surge associado à elaboração da Carta de Riscos, um documento em preparação por investigadores da Universidade dos Açores ligados ao Centro de Vulcanologia e Avaliação de Riscos Geológicos e ao Centro de Estudos Meteorológicos e Mudanças Globais.

Para a Secretaria do Ambiente, o projecto assenta num novo princípio, segundo o qual os riscos têm de ser considerados de forma abrangente e cientificamente fundamentada. Trata-se de uma nova estratégia de ordenamento do território na Região que considera tudo o que são riscos, desde os meteorológicos aos geológicos, como factores essenciais na tomada de decisões para a ocupação do solo.

A medida permitirá ao Governo [Regional] e Câmaras Municipais decidirem sobre a viabilidade de construção numa ou noutra zona, consoante a presença ou ausência de riscos. Mas, sobretudo, dará também a possibilidade do cidadão decidir se quer arriscar ou não a edificação num local em que, do ponto de vista científico, já se sabe que comporta risco elevado, médio ou reduzido. As coisas serão feitas de modo a que os próprios cidadãos façam parte do processo de decisão, assumindo as respectivas responsabilidades.

Para o professor universitário e geólogo, João Luís Gaspar, que esteve associado à génese deste projecto, "só no dia em que conseguirmos que os interessados tenham consciência dos riscos e das suas consequências, só no dia em que as administrações regional e local tenham os instrumentos necessários para tomarem decisões coerentes, é que poderemos falar na implementação de uma verdadeira cultura de prevenção do risco" nos Açores.

Importante, no entender do geólogo, é que todos estejam na posse de informação clara e fundamentada para decidirem em função dos perigos existentes e dos riscos a que aceitam sujeitar-se. Constata que, muitas vezes, as autorizações de construção em zonas de risco no arquipélago resultam da ausência de instrumentos com valor legal. Acresce que são as próprias pessoas que, por vezes recorrendo a "truques", iniciam construções por "sua livre iniciativa" em locais apetecíveis para veraneio, mas de elevado risco geológico, como é o caso das fajãs.

João Luís Gaspar lamenta as situações que às vezes se geram perante o risco, criticando aqueles que, em caso de desastre, ficam "sempre na expectativa de que o Governo ou os municípios avancem para pagar". Uma atitude que classifica de "insustentável", sobretudo nos "tempos que correm".


Notícia: «Diário de Notícias».
Saudações florentinas!!

sábado, 6 de novembro de 2010

Futuro aproveitamento hidroeléctrico da EDA na ribeira grande da ilha das Flores

No passado dia 27 de Setembro foi atribuída à EEG (do grupo EDA) a concessão para a utilização dos recursos hídricos da ribeira grande na ilha das Flores, para a produção de energia hidroeléctrica. Esta concessão será válida por 75 anos e permitirá à empresa EEG (do grupo EDA) avançar com a concretização do projecto hidroeléctrico previsto para aquela bacia hidrográfica.

Neste aproveitamento serão utilizados os caudais das ribeiras do ferreiro, da ribeira grande e de dois afluentes da margem esquerda captados próximo da cota 170 (isto é, cerca de 170 metros acima do nível médio da água do mar) junto à estrada de acesso à Fajã Grande. Isso permitirá captar a precipitação de uma área total da bacia hidrográfica de 14,3 km2, um valor de área equivalente ao actualmente captado pelo actual aproveitamento de Além Fazenda.

O caudal médio captado é de 800 litros por segundo, alimentando a Central hidroeléctrica situada na Fajãzinha, a uma cota 165 metros inferior na margem esquerda da ribeira junto à foz. A Central será dotada de dois grupos de geradores equipados com turbinas tipo Pelton acopladas a alternadores de 550 kW de potência unitária. A potência anual estimada para esta Central rondará, em ano médio, os 5,6 GWh. Em termos comparativos podemos dizer que (no ano de 2009) o consumo da ilha das Flores foi de 11,9 GWh, ou seja, o novo aproveitamento poderia ter assegurado 47% das necessidades verificadas.

Com a produção hídrica proveniente deste novo aproveitamento, bem como com a energia que se espera ser produzida na actual Central hídrica de Além Fazenda (que será alvo de uma intervenção de remodelação e automatização), e mesmo considerando que no Inverno haverá energia hídrica "em excesso" e que, pelo contrário, no Verão haverá "falta" de energia hídrica, espera-se que a ilha das Flores atinja uma produção de origem renovável superior a 80% a partir de 2014, ano para o qual se prevê que as obras fiquem operacionais.

Todos os elementos da instalação, incluindo os grupos geradores, serão integrados num sistema de automatização que permitirá o funcionamento deste aproveitamento em regime automático, abandonado e telecomandado a partir da nova Central termoeléctrica das Lajes.


Notícia: revista «EDA informa».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

71 freguesias obtiveram o galardão “Eco Freguesia: freguesia limpa - 2010”

Decorreu de 14 de Janeiro a 30 de Setembro de 2010, o programa “Eco Freguesia: freguesia limpa”, ao qual se candidataram 112 Juntas de Freguesia, abrangendo as 9 ilhas da Região Autónoma Açores.

O “Eco Freguesia: freguesia limpa” teve como principal objectivo reconhecer e distinguir os esforços das Juntas de Freguesia em colaboração com as populações, nomeadamente na limpeza, remoção e destino final dos resíduos nos seus espaços públicos e pretendeu-se premiar o bom desempenho ambiental dos cidadãos e entidades intervenientes. Às autarquias competia desenvolver os procedimentos e tarefas necessários à classificação, remoção, transporte e entrega dos resíduos em destino final adequado.

A avaliação do trabalho desenvolvido pelas Juntas de Freguesia candidatas foi efectuado por um júri, constituído por representante da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, da Câmara Municipal do respectivo concelho e das Organizações não Governamentais locais na área do ambiente.

Assim, o galardão foi atribuído quando se verificou um claro empenho da Junta de Freguesia na limpeza do espaço público do seu território, demonstrado pela limpeza dos locais públicos, pela motivação dos proprietários dos terrenos privados, pela realização de acções de sensibilização e, ainda, pela colaboração com outras entidades para a prossecução destas acções.

Neste contexto, foi atribuído o galardão EcoFreguesia a 71 das 112 freguesias inscritas, o que demonstra o bom desempenho ambiental dos cidadãos e entidades intervenientes, bem como a importância que uma gestão adequada dos resíduos contribui para o bem-estar das populações.

A ilha das Flores teve 5 das suas freguesias galardoadas: Ponta Delagada, Fajã Grande, Mosteiro, Lajes e Fazenda foram “Eco Freguesia: freguesia limpa”.


Notícia: «Jornal Diário», rádio Atlântida e o sempre inestimável "serviço informativo" do GACS [Gabinete de Apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Previsão de chuva forte para esta noite

O estado do tempo vai agravar-se durante a próxima noite e madrugada no Grupo Ocidental dos Açores, onde se prevê a ocorrência de chuva forte.

Na sequência da previsão do Instituto de Meteorologia, o Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores emitiu um aviso que alerta para períodos de chuva forte entre as 0 horas e as 9 horas de sexta-feira [amanhã] naquelas duas ilhas ocidentais, recomendando que sejam tomadas as precauções habituais em situações desta natureza.

Este agravamento do estado do tempo é originado, segundo o Instituto de Meteorologia, por uma ondulação frontal com actividade moderada a forte, que está em deslocamento lento para nordeste.


Notícia: «Açoriano Oriental», rádio Atlântida e «Jornal Diário».
Saudações florentinas!!

Como será com os políticos florentinos?

Afinal, o fim da acumulação de pensões com salários é para todos: políticos com subvenções vitalícias e que têm cargos públicos ou em empresas do Estado terão que optar entre salário e subvenção. Cavaco Silva poderá ser um deles.

Os deputados, autarcas, ex-políticos a receber subvenções vitalícias, médicos, magistrados, gestores de empresas públicas e outros reformados que a 1 de Janeiro de 2011 estejam a acumular uma pensão com um salário na função pública terão de prescindir de uma das remunerações.

Ninguém escapa. O fim da acumulação de salários com pensões afectará todos os que estiverem a receber um salário pago por uma entidade, organismo ou empresa pública e, ao mesmo tempo, uma pensão suportada pela Caixa Geral de Aposentações, por fundos de pensões ou pela Segurança Social. Todos terão que prescindir ou do salário ou da pensão ou, no caso dos ex-titulares de cargos políticos, da subvenção vitalícia.


Notícia: jornal «Público».

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Para algumas certas pessoas já irem agendando as suas "idas ao médico"...

As festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, que são as maiores festividades religiosas dos Açores, no próximo ano vão decorrer de 26 de Maio a 2 de Junho.

Notícia: «Açoriano Oriental».

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Portugueses no Faroeste: eram unhas-de-fome... mas com olho para o negócio

Este western faz-se com cowboys portugueses. Entre os que partiram para o Oeste dos EUA nos séculos XVIII e XIX houve mercadores de peles, políticos e o delator que ajudou a capturar Billy the Kid.

John Enos, um homem "alto, escuro e carrancudo", mais conhecido por "Portuguese Joe", era o bicho-papão nas terras áridas do Big Bend Country, na zona oriental de Washington, nos EUA. Quando as mães precisavam de assustar as crianças ameaçavam: "Se não te portares bem, vem aí o Portuguese Joe". Quase um século depois da sua morte, ainda se diz que John Enos odiava os índios e envenenou três com feijão estragado, enterrou os três no pasto, juntamente com dois vaqueiros, era ladrão de cavalos ou um assassino com 25 marcas no cano da pistola.

O nome real de John Enos era, na verdade, João Ignácio d'Oliveira. Nascido na ilha de São Jorge, nos Açores, destacou-se como um dos maiores criadores de gado da história do estado de Washington. No fim do século XIX, quase 22.500 portugueses viviam na zona nordeste dos EUA, 90% deles no Massachusetts e em Rhode Island. A grande maioria - 99% - dos imigrantes portugueses vinha das ilhas dos Açores e da Madeira, a ponto de a Califórnia ficar conhecida como "a décima ilha dos Açores". O trabalho nos baleeiros americanos era a principal porta de entrada, a corrida ao ouro o mais tentador. A aventura nos mares soava a promessa de mais cedo ou mais tarde pisar a América prometida.

Os historiadores americanos Donald Warrin e Geoffrey L. Gomes investigaram durante 15 anos a presença portuguesa no Oeste dos EUA. Depois de consultas dos censos da época e de entrevistas a descendentes de portugueses, conseguiram descrever no livro "Os Portugueses no Faroeste: Terra a Perder de Vista" quem era, de onde vinha e o que fazia esse grupo restrito de portugueses que escolheu emigrar para aquele território.

Quem eram? Houve heróis, dramaturgos, políticos, homens de negócios, mulheres responsáveis pela contabilidade dos negócios dos maridos e de charuto na boca, numa atitude vanguardista para a época. Houve quem se tornasse empresário de sucesso em ramos inverosímeis como a produção de "tamales" - especialidade nunca usada na gastronomia portuguesa -, o comércio de peles ou a exploração mineira. Outros, pastores de profissão, conseguiram, com salários que não iam além dos 25 dólares por mês, poupar o suficiente para investir em rebanhos que ultrapassaram as 30 mil cabeças.

Mais de 60% não sabiam assinar o próprio nome, mas isso não os impediu de fazer fortuna ou de ser bem-sucedidos. "Naturalmente poupados", quase todos arrecadavam dinheiro, ora para comprar uma fazenda, ora para montar um negócio. O açoriano Manuel Lewis (anteriormente Manuel Luiz), por exemplo, começou com um rebanho de 2 mil animais comprado a crédito e chegou a ter o rebanho mais numeroso a sul de Central Valley - 32 mil ovelhas. John Enos - que progrediu de marinheiro a rancheiro e negociante de propriedades - nunca aprendeu a ler nem a escrever; só no final da vida aprendeu a assinar o nome, mas diz-se que "ninguém era capaz de o ler a não ser ele mesmo".

Thomé Luiz de Freitas, açoriano da ilha das Flores, foi o primeiro dramaturgo do Idaho. Antonio Joseph, filho de português nascido em São Miguel, foi o primeiro luso-americano no Congresso: esteve dez anos como delegado do Novo México à Câmara dos Representantes dos EUA. E os Joe tornaram-se figuras omnipresentes nas fronteiras do Oeste: Joe era a alcunha mais utilizada entre os cidadãos lusos, devido a tantos dos seus nomes - José, João ou Joaquim - começarem por Jo.

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Os heróis e os vilões John "Portuguese" Phillips ficou na cabeça dos americanos como o homem que salvou da morte uma guarnição militar na fronteira do Wyoming. Nasceu na ilha do Pico, nos Açores, e não se sabe em que altura o seu nome passou de Manuel Filipe a John Phillips. Depois de 79 soldados e dois civis terem sido mortos numa batalha contra os índios, o português "seco e rijo, de pequena estatura" esgueirou-se do forte e percorreu a cavalo 320 quilómetros debaixo de um pesado nevão. John, que já tinha encontrado um amigo nu com 105 flechas cravadas no corpo, foi o primeiro a oferecer-se para levar uma mensagem ao comandante de Fort Laramie a pedir reforços. Em troca recebeu 300 dólares (o equivalente a 3 mil dólares hoje) e o rótulo de "herói da fronteira do Wyoming".

Já Manuel S. Brazil, natural de São Jorge, experimentou a fama de vilão por ter denunciado Billy the Kid, o mais famoso fora-da-lei de todo o Oeste, que uns viam como herói, outros como bandido. O criador de gado português comprou um rancho por 400 dólares e Billy the Kid - que já era procurado pela justiça por assassínio e roubo de gado e cavalos mas continuava a circular livremente pelo condado de Lincoln - testemunhou o contrato.

O foragido e o português eram amigos, mas na hora H foi John Phillips a explicar ao xerife que andava no encalço do criminoso qual o rasto de Billy the Kid e da sua quadrilha. Em 1881, Kid foi condenado a morrer na forca mas escapou da cadeia depois de matar dois guardas. O xerife voltou a procurar Manuel Brazil na tentativa de obter informações sobre Kid, mas Brazil já estava em paradeiro incerto. Lá ficou até Billy the Kid morrer, temendo a vingança do mais célebre foragido do Oeste Americano.


Notícia: jornal «i».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Carlos César é cá um poupadinho... (I)

O Governo Regional dos Açores gastou em 2008 mais de 2,5 milhões de euros em comunicações de voz e dados (fixas e móveis), revela um relatório do Tribunal de Contas.

Os membros do Governo Regional e o respectivo pessoal dos gabinetes (assessores, adjuntos, chefes de gabinete e secretárias pessoais) têm direito a telemóvel, sem limite máximo de [custos de] utilização. O mesmo acontece com os directores regionais e os assessores de imprensa. Ao todo, o Governo Regional dos Açores tem distribuídos 278 telemóveis pelo seu "staff", mas só alguns têm limites de utilização (que rondam os 25 euros por utilizador).

As despesas com portes de correio, avenças, registos e selos, se fossem somar às chamadas telefónicas fariam aumentar estes gastos dos serviços do Governo Regional para mais de 3,9 milhões de euros em apenas um ano.


Notícia: RTP/Antena 1 Açores, rádio Atlântida, «Jornal Diário», «Açoriano Oriental» e jornal económico [gratuito] «Oje».

Como sempre e muito prontamente, o Departamento de Propaganda e da Verdade Suprema Cesarista (vulgo GACS) prestou esclarecimentos e justificações(?) sobre estes exorbitantes gastos em comunicações pelo "staff" do Governo Regional neste 4º mandato de Carlos César... ao todo são 278 (duzentos e setenta e oito!) meninas e meninos com telemóvel à custa dos dinheiros públicos!

Alguns efeitos da austeridade do PEC3

A partir do dia 1 de Novembro [hoje], mais de 8.500 crianças açorianas deixam de receber o abono de família e as restantes vão sofrer uma redução de 25% desse apoio social.

Notícia: RTP/Antena 1 Açores.

O mais insólito (ou, se calhar, nem por isso) é o facto da maioria par(a)lamentar socialista na Assembleia Regional ter rejeitado [no passado dia 22 de Outubro] uma proposta apresentada pelo PCP, que defendia que as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo da República não fossem aplicadas no arquipélago; a proposta do deputado regional do PCP pretendia então que a Região rejeitasse qualquer redução salarial ou aumento fiscal das famílias açorianas, mas também cortes no investimento público. Chumbado pel@s "socialistas"!!

Mas... nem passada estava uma semana, lá vieram os sociais "paninhos quentes" da governação xuxialista: (afinal) o Governo Regional diz que irá reforçar o abono de família dos agregados açorianos mais carenciados.
A proposta comunista que foi considerada má pelo grupo par(a)lamentar regional "socialista" (que a chumbou!) poderá ser (em parte) implementada pela governação regional xuxialista, ainda que não se saiba ao certo em que moldes afinal será realizado esse "reforço ao abono de família dos agregados açorianos mais carenciados"...