sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dar prioridade aos professores que pretendam fixar-se nas ‘ilhas da coesão’

O CDS/PP pretende criar condições que permitam fixar os professores nas ilhas menos desenvolvidas do arquipélago, defendendo a criação de uma prioridade para os docentes que se candidatem por períodos de seis anos.

“Para defender a qualidade do ensino é essencial proteger aqueles que, efectivamente, se querem fixar nestas ilhas”, afirmou o deputado regional Paulo Rosa, autor de uma proposta de alteração ao regulamento do concurso de pessoal docente que dará entrada brevemente no parlamento [regional] açoriano. Em causa estão os docentes do ensino pré-primário, básico e secundários nas escolas do Corvo, Flores, Graciosa, São Jorge e Santa Maria, vulgarmente designadas como ‘ilhas da coesão’.

Paulo Rosa, que falava numa conferência de imprensa em Ponta Delgada [ilha de São Miguel], considerou que o actual modelo do concurso de professores “é um caso de sucesso sem paralelo no país”, mas defendeu que além da prioridade que é dada aos docentes que se candidatam por três anos, deve ser criada uma nova prioridade para quem se pretenda fixar por seis anos.


Notícia: «Açoriano Oriental» e jornal «A União».
Saudações florentinas!!

19 comentários:

Ma. Cardoso disse...

Por falar em professores...para quando fotos da nova obra ao lado da escola?? Gostava de ver o andamento das obras do novo ginasio.
Cpts

Professor Contratado disse...

Já agora, e para quem já anda a leccionar nos açores à quase dez anos sempre a contrato, porque não estender essa ideia dos 6 anos a todas as ilhas dos açores!!!

Anónimo disse...

Já agora, e para quem já é professor contratado à quase dez anos, porque não estender a ideia dos 6 anos às restantes ilhas dos Açores!!

Professor Contratado

Pato Bravo disse...

Acho muito bem,quem quer cá ficar,é preciso dar condições aos mesmos.

Anónimo disse...

O Senhor professor contratado tem de aprender a distinguir à (preposição contraída com artigo) de há do verbo Haver.
Deve ser óptimo professor! Lol, lol!

DR.PARDAL disse...

É preciso não esquecer que o professorado é uma classe priveligiada em relação a muitas congéneres e a verdade é que ninguém é obrigado a ir para professor.

Se medissemos a qualidade e a robustez do nosso ensino pela quantidade de regalias que os professores têm auferido ao longo destes últimos 20 anos, o ensino em Portugal seria o melhor do Mundo.

Infelizmente é um dos piores sistemas do Mundo, ao ponto de haver estudantes universitários que não sabem falar e escrever português e muito menos sabem aritmética!

Anónimo disse...

seis anos para professores solteiros, ou os casados têm direito a levar o conjuge e os filhos? Não entendi,como é possível ligar a qualidade do ensino dessa forma!? Já agora,tambem darão incentivos ao resto da família?

Joana disse...

Anónimo das 10:43h...

Embora o Português seja, efectivamente, uma área curricular transversal, nem todos os professores são craques a português. Já agora, deixe que lhe diga que você também não o é... Então, o "Senhor" vem com maiúscula porquê? E o "Haver"? E o "à" e "há" não deviam vir entre aspas, uma vez que você se estava a reportar ao discurso de outrem?

Ah, pois é...

Anónimo disse...

Deixa lá Joana... Há gente que só gostam mesmo de "enriçar"!!!! Se calhar o Senhor deve ser inspector dos serviços regionais da "enducação"!

Professor contratado

Anónimo disse...

Não vejo qual a necessidade disto. Há alguma escola sem professores nos Açores? Creio que não, com a falta de emprego que vai por aí não há professor que se possa dar ao luxo de negar vir dar aulas para as ilhas da coesão. Dar incentivos para quê?

Anónimo disse...

Senhor Professor contratado: «há gente que só gosta»

Anónimo disse...

Os Professsores são uns dos que menos trabalham durante o ano vejamos:

O ano tem 365 dias, eles tem 104 dias de fim de semana, 20 feriados em qualquer ilha,30 dias de férias,15 dias de natal,15 dias de pascoa sem fazer nada e ainda recebem pelos 14 ordenados, para não falar dos dias de tolerancia de ponto, mau tempo e ainda as crises de gripe que se fecha a escola por nada, no fim só se trabalha 181 dias por ano e é quando se trabalha,
porque no meio disto ainda há as baixas e os atestados do médico.
Portanto os sindicatos quando vem para a rua reclamar por mais regalias o Governo devia pô-los logo ma rua e fossem trabalhar, para outro lugar que fosse empresa privada para ver para que lado a porca troce.

São uns meninos bonitos da funsão publica e ainda reclamam, vão mas é trabalhar porque fazem muito pouco, durante o dia de escola os professores vem fumar para a rua várias vezes no dia, então isso não conta?.
Qualquer dia nem á escola vão apenas recebem o vemcimento e os pais que se esfolem a ensinar os filhos senão os próprios chegam ao fim de ano e nem sabem fazer uma conta.

Estejam bem calados e trabalhem que é o vosso dever e deixem a politica da mão.

Joana disse...

Caro Anónimo das 17:28,

Você cismou, hã? Cá para mim, você acalentava o sonho de vir a ser professor, mas a cabecinha não deu para tanto...

Já agora, sabia que as frases levam ponto no fim? E é à escolha: temos de exclamação, de interrogação, reticências...

Ah, pois é...

Anónimo disse...

Com a crise em que vivemos não há falta de professores interessados em dar aulas nas ilhas da coesão. Abaixo esta "mama" que o professor Rosa quer dar aos seus amiguinhos...

Joana disse...

Caro Anónimo das 18:32,

Quanta amargura vejo espelhada nas suas tão ignorantes palavras! Deve ser outro que também queria ser professor e que ficou pelo caminho... Continue a tentar!
Olhe, parece que chegou agora à escola um professor novo, mas NOVO mesmo! Tem 55 anos ou coisa que o valha e este é o seu primeiro ano de serviço... Como vê, talvez não seja demasiado tarde para si! Mas primeiro aprenda a escrever em condições, ok? Porque assim, por mais que você se esfole, não chega a ensinar nada ao rebento...

Ah, pois é...

Anónimo disse...

«Hã»!... O espírito de classe e corporativista apresenta sempre contornos mesquinhos. «Hã»!... Acha, então, que há muita inveja em relação à sua classe. Enxergue-se, mulher e não utlize muitos «hãs», que ficam mal às pessoas que se consideram doutas!

Joana disse...

Anónimo das 18:54,

E sabe vossa excelência qual é a minha "classe"? Não sabe. Presume, como presunçoso que é, mas saber não sabe. Mas alguma classe tenho, ao contrário de si. Se assumi ares de "douta" foi para meter no lugar o nu que estava a apontar o dedo ao roto.

E o espírito de classe, da última vez que pensei no assunto, até era uma coisa boa! Sempre é melhor do que andar cada um a puxar para o seu lado. Na sua "classe" talvez a coisa não fie da mesma maneira. Temos pena.

Anónimo disse...

Aos representantes do povo, pedem-se, exigem-se, atitudes ,propostas, decisões que beneficiem o todo, e não minorias já altamente favorecidas, como é o caso.Fazer boa politica é nivelar e não crair fossos cada vez maiores na sociedade, pelo que esta atitude, merece que nas proximas eleições votemos em bloco no partido de Carlos Cesar e seus amigos que nunca inventaram aberrações semelhantes.

Anónimo disse...

hello!gostei de ler esta guerrinha na defesa dos profs.tenho que dar razão ao anónimo que chama a atenção ao prof contratado, que reclama, sem razão afinal ele ainda não sabe distinguir o (à preposição) e o (há do verbo haver)vai ter que continuar contratado, e estudar mais gramática, mesmo que não seja prof de portugues, tem obrigação de saber o protugues basico,??? ou não???sabe se eu fizer erros tenho desculpa, não sou professor, nem tenho inveja deles, é verdade que tem muitas férias, alguns não tem a menor qualidade para o ser, mas não são todos assim.para os que são bons profissionais, desejo-lhes muita paciencia, para conseguir dar aulas a uma data de meninos e meninas, insuportáveis, que tem falta de muita educação em casa, e tambem os pais, pois como a vão dar uma coisa que não têm.
voltando aos insentivos aos profs, penso que, em relação aos,e como, funcionários públicos, são os que mais regalias tem, e maiores salários, escolheram a profissão por vontade própria, se calhar a pensar nas regalias, em relação a outras profissões.há alguns que chegam à noite cansados de não fazer nada, a não ser aturar os meninos porque não tentam mesmo, ensinar-lhes nada, mesmo nada, são as senhoras do ensino especial, tem o horário redusido, e nas poucas horas que trabalham , não se esforçam, nem um pouquinho, por isso estão roliças.
desculpem-me algumas a franquesa.